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Carne suspeita de vaca louca chegou a oito estados dos EUA


Das Agências

28/12/2003 | 20:14


A carne bovina, suspeita de ter estado em contato com o mal da vaca louca nos Estados Unidos e já retirada do mercado, havia sido distribuída em oito estados americanos, assinalou neste domingo um Kenneth Petersen, do Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar do Ministério da Agricultura norte-americano, durante uma coletiva.

“Oito estados e um território são os atualmente afetados por essa retirada”, afirmou Petersen. A carne foi distribuída no Alasca, em Montana, no Havaí e em Idaho, além do território americano de Guam, precisou. Sábado, funcionários do Ministério da Agricultura já haviam dito que a maior parte dessa carne havia ido para os estados de Washington e Oregon, e que uma parte menor havia chegado à Califórnia e Nevada, para ser distribuída aos consumidores.

Petersen enfatizou, no entanto, que os órgãos mais prováveis de conter a enfermidade – o cérebro, a espinha dorsal e o intestino delgado – haviam sido extraídos antes que a vaca infectada fosse distribuída para consumo. “A carne retirada do mercado representa praticamente um risco nulo para os consumidores”, disse Petersen. Mesmo assim, o governo norte-americno mandou resgatar a carne de uma vaca infectada e outras 19 sacrificadas em 9 de dezembro no abatedouro Vern’s Moses Lake Meat Company, sediado junto ao lago Moses, em Washington, o que representou cerca de 4.700 quilos de carne.

O chefe veterinário do Ministério, Ron DeHaven, indicou que continuava a investigação sobre esse primeiro caso de vaca louca. Sábado havia anunciado que o animal infectado provavelmente tinha sido importado do Canadá.

“Não estamos em desacordo com nossos colegas canadenses a propósito desta informação. Decidimos que era necessário tornar pública essa informação”, declarou DeHaven.

As autoridades sanitárias canadenses apelaram para a prudência, estimando que era preciso esperar os resultados das análises de DNA antes tirar conclusões sobre a origem do animal. “Até o momento não há provas que confirmem que a vaca é originária do Canadá”, declarou numa coletiva Brian Evans, chefe veterinário da Agência de Inspeção de Alimentos canadense.



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