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Navio holandês com carga contaminada não veio ao país


Da Agência Brasil

02/05/2003 | 10:43


O embaixador da Holanda no Brasil, Robert Hans Meys, esclareceu que o navio holandês MV Sonia, impedido de transportar ao Brasil um carregamento de melaço contaminado com níveis acima dos padrões internacionais do hormônio de crescimento MPA (acetato de medraxyprogesterona), não chegou a deixar a costa européia.

A informação foi com base em nota da organização não governamental Greenpeace, que permitia concluir, erroneamente, que a embarcação teria chegado a se aproximar do território brasileiro. O texto também informava que a carga só não havia desembarcado no Brasil por causa da intervenção do grupo ambientalista.

Em entrevista à Radiobrás concedida especialmente para explicar o episódio, o embaixador da Holanda informou que as autoridades holandesas separaram 72 amostras da carga de melaço para análise antes de o produto ser embarcado. O resultado dos testes só foi obtido no dia 4 de abril ¿ três dias depois de o navio ter saído do porto de Amsterdã. As análises mostraram que a carga apresentava entre 43 e 223 ppb (partes por bilhão) de MPA, excedendo o limite internacional de 30 ppb.

Segundo Hans Meys, por iniciativa imediata do governo holandês, que entrou em contato com autoridades brasileiras, o navio, que se encontrava na costa espanhola, foi notificado no mesmo dia e retornou para a Holanda, atracando no dia 8 de abril. O embaixador acrescentou que, devido ao precedente negativo, as autoridades holandesas cancelaram um segundo transporte da carga que aconteceria no dia 18 do mesmo mês.

O melaço seria utilizado por empresas brasileiras na produção de álcool (etanol). Normalmente, os resíduos provenientes da fabricação do álcool são usados como fertilizantes em plantações de cana-de-açúcar.



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Navio holandês com carga contaminada não veio ao país

Da Agência Brasil

02/05/2003 | 10:43


O embaixador da Holanda no Brasil, Robert Hans Meys, esclareceu que o navio holandês MV Sonia, impedido de transportar ao Brasil um carregamento de melaço contaminado com níveis acima dos padrões internacionais do hormônio de crescimento MPA (acetato de medraxyprogesterona), não chegou a deixar a costa européia.

A informação foi com base em nota da organização não governamental Greenpeace, que permitia concluir, erroneamente, que a embarcação teria chegado a se aproximar do território brasileiro. O texto também informava que a carga só não havia desembarcado no Brasil por causa da intervenção do grupo ambientalista.

Em entrevista à Radiobrás concedida especialmente para explicar o episódio, o embaixador da Holanda informou que as autoridades holandesas separaram 72 amostras da carga de melaço para análise antes de o produto ser embarcado. O resultado dos testes só foi obtido no dia 4 de abril ¿ três dias depois de o navio ter saído do porto de Amsterdã. As análises mostraram que a carga apresentava entre 43 e 223 ppb (partes por bilhão) de MPA, excedendo o limite internacional de 30 ppb.

Segundo Hans Meys, por iniciativa imediata do governo holandês, que entrou em contato com autoridades brasileiras, o navio, que se encontrava na costa espanhola, foi notificado no mesmo dia e retornou para a Holanda, atracando no dia 8 de abril. O embaixador acrescentou que, devido ao precedente negativo, as autoridades holandesas cancelaram um segundo transporte da carga que aconteceria no dia 18 do mesmo mês.

O melaço seria utilizado por empresas brasileiras na produção de álcool (etanol). Normalmente, os resíduos provenientes da fabricação do álcool são usados como fertilizantes em plantações de cana-de-açúcar.

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