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Em São Bernardo, G-9 vai de barganha a peso político no pleito

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Criado após briga entre governistas e bancada do PT, bloco é sondado por prefeituráveis


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

02/05/2015 | 07:00


Criado há três semanas, o G-9, grupo de vereadores de São Bernardo que anunciou independência do PT na Câmara sem deixar de apoiar o governo do prefeito Luiz Marinho (PT), tornou-se hoje um dos fiéis da balança no panorama político para eleição de 2016 após ser visto, entre os próprios políticos, como pacote de barganha.

O bloco é composto por Mauro Miaguti e Reginaldo Burguês, ambos do DEM, Rafael Demarchi e Fabio Landi, do PSD, Ramon Ramos (PDT), Gilberto França (PMDB), Roberto Palhinha (PTdoB), Índio (PR) e João Batista (PTB).

Em seu curto período de atuação, a ala de parlamentares é alvo de dois possíveis prefeituráveis do ano que vem: os ex-prefeitos William Dib (PSDB) e Mauricio Soares (sem partido), que correm pelos bastidores em busca de aliados para construção de candidatura. Além deles, Marinho também destinou atenção aos vereadores, porém, com objetivo de desconstrução, já que captou fragilidade em sua base governista, que não conseguiu impedir paralisação nos trabalhos da Casa imposta pelo G-9.

Na semana passada, Rafael Demarchi atuou como interlocutor do grupo, depois de reunir-se com Marinho e Mauricio. Com o atual chefe do Executivo, o pessedista reafirmou atuação independente na Câmara. Outros parlamentares também foram procurados pelo prefeito petista e mantiveram negativa de recomposição.

Já com o ex-chefe do Executivo, que recentemente anunciou saída do PT, o encontro visava aliança política. “De fato conversei com o Mauricio sobre possibilidade de futuro projeto conjunto e foi muito bom. Trata-se de um nome aceito na cidade e que precisa ser respeitado. O diálogo está no início”, afirmou Rafael. “Entendi que a conversa envolveu mais meu partido (o PSD)”, adicionou o parlamentar.

Mauricio relatou almoço com Rafael, disse que a conversa foi estritamente política – não eleitoral –, porém ressaltou ver com bons olhos uma composição com o vereador de primeiro mandato. “Talvez até eu posso ser vice dele, quem sabe”, declarou o ainda presidente da Fundação Criança.

Com Dib, o encontro ocorrerá na semana que vem. Comenta-se que há integrantes simpáticos a projeto liderado pelo tucano, com a companhia de Mauricio.



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Em São Bernardo, G-9 vai de barganha a peso político no pleito

Criado após briga entre governistas e bancada do PT, bloco é sondado por prefeituráveis

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

02/05/2015 | 07:00


Criado há três semanas, o G-9, grupo de vereadores de São Bernardo que anunciou independência do PT na Câmara sem deixar de apoiar o governo do prefeito Luiz Marinho (PT), tornou-se hoje um dos fiéis da balança no panorama político para eleição de 2016 após ser visto, entre os próprios políticos, como pacote de barganha.

O bloco é composto por Mauro Miaguti e Reginaldo Burguês, ambos do DEM, Rafael Demarchi e Fabio Landi, do PSD, Ramon Ramos (PDT), Gilberto França (PMDB), Roberto Palhinha (PTdoB), Índio (PR) e João Batista (PTB).

Em seu curto período de atuação, a ala de parlamentares é alvo de dois possíveis prefeituráveis do ano que vem: os ex-prefeitos William Dib (PSDB) e Mauricio Soares (sem partido), que correm pelos bastidores em busca de aliados para construção de candidatura. Além deles, Marinho também destinou atenção aos vereadores, porém, com objetivo de desconstrução, já que captou fragilidade em sua base governista, que não conseguiu impedir paralisação nos trabalhos da Casa imposta pelo G-9.

Na semana passada, Rafael Demarchi atuou como interlocutor do grupo, depois de reunir-se com Marinho e Mauricio. Com o atual chefe do Executivo, o pessedista reafirmou atuação independente na Câmara. Outros parlamentares também foram procurados pelo prefeito petista e mantiveram negativa de recomposição.

Já com o ex-chefe do Executivo, que recentemente anunciou saída do PT, o encontro visava aliança política. “De fato conversei com o Mauricio sobre possibilidade de futuro projeto conjunto e foi muito bom. Trata-se de um nome aceito na cidade e que precisa ser respeitado. O diálogo está no início”, afirmou Rafael. “Entendi que a conversa envolveu mais meu partido (o PSD)”, adicionou o parlamentar.

Mauricio relatou almoço com Rafael, disse que a conversa foi estritamente política – não eleitoral –, porém ressaltou ver com bons olhos uma composição com o vereador de primeiro mandato. “Talvez até eu posso ser vice dele, quem sabe”, declarou o ainda presidente da Fundação Criança.

Com Dib, o encontro ocorrerá na semana que vem. Comenta-se que há integrantes simpáticos a projeto liderado pelo tucano, com a companhia de Mauricio.

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