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Região fecha ano com quase 100 mil casos e 3.500 mortes

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Em dezembro houve alta na média de positivos e de óbitos; nova cepa é confirmada em SP


Flavia Kurotori
Do Diário do Grande ABC

31/12/2020 | 14:28


Dois mil e vinte encerrou com 98.824 casos e 3.475 mortes causadas pelo novo coronavírus no Grande ABC. Com novo pico de infecções, dezembro encerrou com média diária de 479 diagnósticos, 27,7% mais do que os 375 positivos registrados a cada 24 horas em novembro. Em relação aos óbitos, o salto foi de 87,5%, de oito para 15 perdas por dia. Ao menos 82.008 foram curados.

Primeiros diagnósticos de Covid-19 na região foram confirmados em 15 de março, sendo dois em São Bernardo e um em São Caetano. Já a primeira vida ceifada foi em 25 de março, em Santo André. Hoje, as sete cidades chegam ao 231º dia da pandemia.

O Estado encerrou o ano com 1.462.297 casos e 46.717 mortes pelo coronavírus. Em relação a novembro, o total de confirmações de diagnóstico cresceu 76% e de óbitos, houve aumento de 66%. Boa notícia é que pelo menos 1.287.986 pessoas foram recuperadas.

NOVA CEPA NO BRASIL

Nesta quinta-feira (31), laboratório diagnóstico Dasa confirmou dois pacientes infectados com a nova variante do coronavírus. Trata-se da cepa detectada no Reino Unido, em setembro, e que passou a ser identificada em outros países. A mutação não parece mais mortal ou resistente às vacinas, apontam especialistas. No entanto, é 56% mais contagiosa.

“O sequenciamento confirmou que a nova cepa do vírus chegou ao Brasil, como estamos observando em outros países. Dado seu alto poder de transmissão esse resultado reforça a importância da quarentena, e de manter o isolamento de dez dias, especialmente para quem estiver vindo ou acabado de chegar da Europa”, afirmou Ester Sabino, pesquisadora do IMT-FMUSP (Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), que colaborou com o laboratório Dasa no sequenciamento genético do vírus. Foram analisadas 400 amostras de RT-PCR de saliva.

(com Estadão Conteúdo)



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Região fecha ano com quase 100 mil casos e 3.500 mortes

Em dezembro houve alta na média de positivos e de óbitos; nova cepa é confirmada em SP

Flavia Kurotori
Do Diário do Grande ABC

31/12/2020 | 14:28


Dois mil e vinte encerrou com 98.824 casos e 3.475 mortes causadas pelo novo coronavírus no Grande ABC. Com novo pico de infecções, dezembro encerrou com média diária de 479 diagnósticos, 27,7% mais do que os 375 positivos registrados a cada 24 horas em novembro. Em relação aos óbitos, o salto foi de 87,5%, de oito para 15 perdas por dia. Ao menos 82.008 foram curados.

Primeiros diagnósticos de Covid-19 na região foram confirmados em 15 de março, sendo dois em São Bernardo e um em São Caetano. Já a primeira vida ceifada foi em 25 de março, em Santo André. Hoje, as sete cidades chegam ao 231º dia da pandemia.

O Estado encerrou o ano com 1.462.297 casos e 46.717 mortes pelo coronavírus. Em relação a novembro, o total de confirmações de diagnóstico cresceu 76% e de óbitos, houve aumento de 66%. Boa notícia é que pelo menos 1.287.986 pessoas foram recuperadas.

NOVA CEPA NO BRASIL

Nesta quinta-feira (31), laboratório diagnóstico Dasa confirmou dois pacientes infectados com a nova variante do coronavírus. Trata-se da cepa detectada no Reino Unido, em setembro, e que passou a ser identificada em outros países. A mutação não parece mais mortal ou resistente às vacinas, apontam especialistas. No entanto, é 56% mais contagiosa.

“O sequenciamento confirmou que a nova cepa do vírus chegou ao Brasil, como estamos observando em outros países. Dado seu alto poder de transmissão esse resultado reforça a importância da quarentena, e de manter o isolamento de dez dias, especialmente para quem estiver vindo ou acabado de chegar da Europa”, afirmou Ester Sabino, pesquisadora do IMT-FMUSP (Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), que colaborou com o laboratório Dasa no sequenciamento genético do vírus. Foram analisadas 400 amostras de RT-PCR de saliva.

(com Estadão Conteúdo)

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