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Ramalhão perde outra em casa e diretoria dispensa Toninho Cecílio

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Toninho Cecílio não resiste ao terceiro revés em
quatro jogos no Brunão; Sérgio Soares está próximo


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

26/02/2017 | 07:00


Fim da linha para Toninho Cecílio no Santo André. O técnico que reconduziu o time à elite do Campeonato Paulista ao conquistar a Série A-2 de 2016, não resistiu aos maus resultados e foi demitido. A gota d’água foi a derrota para o Linense, ontem, por 2 a 0, em pleno Bruno Daniel. Sérgio Soares, que já dirigiu o Ramalhão em quatro oportunidades, deve ser anunciado hoje como substituto.

Os tropeços em casa foram determinantes para a saída do técnico. Neste ano, o Ramalhão fez quatro jogos no Bruno Daniel – três pelo Paulista e um pela Copa do Brasil –, perdeu três e empatou uma. “Infelizmente tivemos de mudar. Os resultados, principalmente no Bruno Daniel, não foram satisfatórios. Mas temos de agradecer pelo profissional que é o Toninho e pela seriedade do trabalho”, confirmou o assessor da presidência Carlito Arini.

Toninho fez de tudo para extrair bom futebol do Santo André. Iniciou o Paulistão usando sistema com três volantes, contestado pelos torcedores, mas que estava trazendo resultados suficientes para manter o time afastado da zona de rebaixamento. Mudou para o 3-5-2 na penúltima rodada e, ontem, abriu mão da postura defensiva e foi para o tudo ou nada.

Dudu Vieira era o único volante na escalação, que tinha três jogadores na armação e dois atacantes. A formação dava a sensação de time desesperado em busca dos três pontos contra o Linense, rival direto na luta contra o rebaixamento.

O sistema mandou o Santo André à frente, mas cada investida do Linense era um desespero. Os zagueiros ficaram expostos, praticamente no mano a mano com os atacantes. Assim saiu o primeiro gol, quando Gabrielzinho se antecipou a Reniê e, furou o cabeceio, mas a bola tocou em seu pé e entrou.

O placar parcial aumentou o desespero do Santo André. A situação ficou pior quando Pio, aos 16, arriscou chute de longe e contou com a colaboração de Zé Carlos para ampliar – foi a segunda falha seguida do goleiro, que antes do jogo tinha as melhores estatísticas da posição.

A vitória deu tranquilidade ao Linense, que administrou o placar e foi quem criou as melhores oportunidades para ampliar. Ao Santo André, restou a luta para diminuir o vexame. Fim melancólico para Toninho Cecílio, que gritou com o time até o último minuto, em vão.



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Ramalhão perde outra em casa e diretoria dispensa Toninho Cecílio

Toninho Cecílio não resiste ao terceiro revés em
quatro jogos no Brunão; Sérgio Soares está próximo

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

26/02/2017 | 07:00


Fim da linha para Toninho Cecílio no Santo André. O técnico que reconduziu o time à elite do Campeonato Paulista ao conquistar a Série A-2 de 2016, não resistiu aos maus resultados e foi demitido. A gota d’água foi a derrota para o Linense, ontem, por 2 a 0, em pleno Bruno Daniel. Sérgio Soares, que já dirigiu o Ramalhão em quatro oportunidades, deve ser anunciado hoje como substituto.

Os tropeços em casa foram determinantes para a saída do técnico. Neste ano, o Ramalhão fez quatro jogos no Bruno Daniel – três pelo Paulista e um pela Copa do Brasil –, perdeu três e empatou uma. “Infelizmente tivemos de mudar. Os resultados, principalmente no Bruno Daniel, não foram satisfatórios. Mas temos de agradecer pelo profissional que é o Toninho e pela seriedade do trabalho”, confirmou o assessor da presidência Carlito Arini.

Toninho fez de tudo para extrair bom futebol do Santo André. Iniciou o Paulistão usando sistema com três volantes, contestado pelos torcedores, mas que estava trazendo resultados suficientes para manter o time afastado da zona de rebaixamento. Mudou para o 3-5-2 na penúltima rodada e, ontem, abriu mão da postura defensiva e foi para o tudo ou nada.

Dudu Vieira era o único volante na escalação, que tinha três jogadores na armação e dois atacantes. A formação dava a sensação de time desesperado em busca dos três pontos contra o Linense, rival direto na luta contra o rebaixamento.

O sistema mandou o Santo André à frente, mas cada investida do Linense era um desespero. Os zagueiros ficaram expostos, praticamente no mano a mano com os atacantes. Assim saiu o primeiro gol, quando Gabrielzinho se antecipou a Reniê e, furou o cabeceio, mas a bola tocou em seu pé e entrou.

O placar parcial aumentou o desespero do Santo André. A situação ficou pior quando Pio, aos 16, arriscou chute de longe e contou com a colaboração de Zé Carlos para ampliar – foi a segunda falha seguida do goleiro, que antes do jogo tinha as melhores estatísticas da posição.

A vitória deu tranquilidade ao Linense, que administrou o placar e foi quem criou as melhores oportunidades para ampliar. Ao Santo André, restou a luta para diminuir o vexame. Fim melancólico para Toninho Cecílio, que gritou com o time até o último minuto, em vão.

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