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Acusado da morte de Celso Daniel é detido em SP


Raymundo de Oliveira
Do Diário do Grande ABC

13/09/2002 | 00:20


  Com a prisão de Elcyd Oliveira Brito, 23 anos, o John, a 2ª delegacia do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic) considera encerrada a busca pelos integrantes da quadrilha que teria seqüestrado e assassinado o prefeito Celso Daniel. Brito foi preso às 6h desta quinta na casa da família de José Edson da Silva, um dos integrantes do bando apontado como autor do crime, e que está preso no Centro de Detenção Provisória do bairro do Belém, em São Paulo.

Segundo o delegado titular da 2ª delegacia do Deic, Edson Santi, 13 pessoas estão detidas por implicação no caso Celso Daniel, 12 das quais são maiores de 18 anos e um rapaz de 17 anos, que seria o autor dos tiros que mataram o prefeito entre a noite de 18 de janeiro e a manhã do dia 20 de janeiro, período entre o seqüestro e o encontro do corpo.

O delegado disse que Brito confirmou a versão das outras pessoas presas e indiciadas no caso. Segundo as versões, Brito estaria dirigindo a Blazer que abordou a Pajero onde estavam o prefeito Celso Daniel e o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra.

O delegado afirma que Brito disse nesta quinta em depoimento que depois da abordagem feita pelo bando, que usou um Santana e uma Blazer, Celso Daniel foi colocado na Blazer dirigida por ele (Brito) e levado para o cativeiro na Favela Pantanal. O delegado também disse que Brito confirmou a versão de que na manhã de sábado, após ver notícias sobre o seqüestro do prefeito na imprensa, os líderes da quadrilha teriam telefonado para o cativeiro na Favela Pantanal e ordenado que soltassem o prefeito.

Santi afirmou ainda que Brito já havia escapado a três tentativas de prisão por parte da polícia e tentou escapar novamente na manhã desta quinta. O delegado disse que Brito possui antecedentes criminais por roubo e vai responder a inquérito por formação de quadrilha e por implicaçõs no assassinato de Celso Daniel.

Segundo Santi, Brito foi preso em uma casa no número 1.217 da rua Tomé Lara Falcão, em uma favela no Rio Pequeno, Zona Oeste da capital. Na casa foram encontrados uma pistola calibre 9 mm, quatro carregadores de munição, quatro telefones celulares e balas de calibres 12, 20, 40, 9 mm e 380 mm. Na prisão, ele teria tentado fugir, segundo o delegado, e teve um corte na cabeça e outro no lábio ao cair de um telhado.

Na queda, também ficou ferido o investigador Lúcio Mauro Bernardes, que teve fratura exposta na tíbia da perna esquerda, de acordo com informações do delegado.



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