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Coordenador de campanha de Duílio nega caso de agressão


Do Diário do Grande ABC

13/09/2002 | 00:25


   O coordenador de campanha do deputado federal Duílio Pisaneschi (PTB), candidato à reeleição, afirma que as faixas, banners e cartazes de Duílio têm sido sistematicamente arrancados nas sete cidades da região.

Como prova do que disse, o coordenador Roberto Nasser Turcão Bartoli divulgou uma foto de uma perua Kombi branca, placa BMG 4522, que estaria sendo usada por integrantes de um partido político, para destruir propaganda de vários candidatos. Ele referiu-se ainda a uma perua Parati preta, placa CSM 7868, que também estaria sendo usada por destruidores de cartazes. “Estamos em meio a um autêntico vandalismo eleitoral”, disse Turcão.

O coordenador de campanha de Duílio convocou a imprensa ontem para responder a uma acusação de que integrantes de seu comitê teriam agredido o colocador de cartazes José Carlos dos Santos, que é cabo eleitoral do candidato a deputado federal pelo PC do B Jamil Murad.

Em reportagem publicada na edição de ontem do Diário, Santos conta que foi agredido a pontapés por dois membros do comitê de Duílio ao descer de uma escada, que ele usava para pregar cartazes. No boletim de ocorrência 11.734/2002, Santos dá detalhes do que teria ocorrido. Diz o documento: “A vítima informa que estava colocando a faixa do candidato Jamil Murad, em cima da faixa do candidato Duílio”, quando teria havido a briga.

Turcão nega que tenha ocorrido a agressão e contra-ataca: “Esse rapaz cometeu crime eleitoral”. O coordenador exibe o artigo 61 da Legislação das Eleições 2002, que estabelece o seguinte: “Ninguém poderá impedir a propaganda eleitoral, nem inutilizar ou perturbar os meios lícitos nela empregados”.

“Quando ele colocou a faixa do Murad sobre a do Duílio – e ele diz isso claramente no boletim de ocorrência – houve crime eleitoral. Vamos comunicar esse fato às autoridades”, diz Turcão.

“Eu sou a vítima. A situação foi invertida”, afirma Turcão. O coordenador disse que ligou para a Polícia Militar, quando o cabo eleitoral de Murad desceu da escada e saiu correndo.



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