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FEI sugere cooperação de empresas para desenvolver tecnologia

André Henriques/07.10.2014/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC

12/10/2014 | 06:17


Um centro de pesquisa que reúne todos os agentes interessados. Empresas concorrentes no mesmo ambiente produzindo ciência. Instituições de ensino aplicando teorias para gerar conhecimento para pôr em prática em único laboratório. Todos com um só objetivo: desenvolver ao máximo a tecnologia do segmento, produto ou serviço para, em seguida, levar pré-projetos aos centros de estudos das companhias e aprimorar a ideia cada um à sua maneira.

A premissa da concorrência é a primeira barreira que surge deste cenário, que parece impossível, mas é realidade na Suécia. A revelação é do diretor do Ipei (Instituto de Pesquisa e Estudos Industriais da FEI), Vagner Barbeta, que é conselheiro técnico-científico do projeto Parque Tecnológico de São Bernardo. “(O parque) Já é uma realidade em termos de pessoa jurídica, porém, ele não está implementado em um espaço físico”, destaca Barbeta, que estima a inauguração da iniciativa neste ano ainda.

O especialista lembra que, na Suécia, viu conceito que seria ideal para que o futuro centro de pesquisas de São Bernardo seguisse. “O que você tem lá são diferentes atores conversando. Aí fica a dúvida sobre a propriedade intelectual, o sigilo, e questionei como eles fazem com essa questão. O que eles me contaram é que o que é feito dentro do parque está em uma fase de pré-produto. Ou seja, eles conseguem colocar um limite dentro do parque, e quando aquilo começa a se configurar e se tornar um produto, levam para fora dele (e para dentro das empresas) para consolidar”, explica Barbeta.

“A ideia do parque é um espaço para os diferentes atores trocarem ideias. Tem muito mais o intuito de cooperação do que de concorrência”, acrescenta o professor da FEI. Ele destaca que é necessária interação das companhias em algum momento, principalmente em relação ao desenvolvimento científico. “Não dá para fazer pesquisa sem cooperação.” Barbeta participou da missão empresarial à Suécia, organizada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico de São Bernardo, em setembro.  



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FEI sugere cooperação de empresas para desenvolver tecnologia

Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC

12/10/2014 | 06:17


Um centro de pesquisa que reúne todos os agentes interessados. Empresas concorrentes no mesmo ambiente produzindo ciência. Instituições de ensino aplicando teorias para gerar conhecimento para pôr em prática em único laboratório. Todos com um só objetivo: desenvolver ao máximo a tecnologia do segmento, produto ou serviço para, em seguida, levar pré-projetos aos centros de estudos das companhias e aprimorar a ideia cada um à sua maneira.

A premissa da concorrência é a primeira barreira que surge deste cenário, que parece impossível, mas é realidade na Suécia. A revelação é do diretor do Ipei (Instituto de Pesquisa e Estudos Industriais da FEI), Vagner Barbeta, que é conselheiro técnico-científico do projeto Parque Tecnológico de São Bernardo. “(O parque) Já é uma realidade em termos de pessoa jurídica, porém, ele não está implementado em um espaço físico”, destaca Barbeta, que estima a inauguração da iniciativa neste ano ainda.

O especialista lembra que, na Suécia, viu conceito que seria ideal para que o futuro centro de pesquisas de São Bernardo seguisse. “O que você tem lá são diferentes atores conversando. Aí fica a dúvida sobre a propriedade intelectual, o sigilo, e questionei como eles fazem com essa questão. O que eles me contaram é que o que é feito dentro do parque está em uma fase de pré-produto. Ou seja, eles conseguem colocar um limite dentro do parque, e quando aquilo começa a se configurar e se tornar um produto, levam para fora dele (e para dentro das empresas) para consolidar”, explica Barbeta.

“A ideia do parque é um espaço para os diferentes atores trocarem ideias. Tem muito mais o intuito de cooperação do que de concorrência”, acrescenta o professor da FEI. Ele destaca que é necessária interação das companhias em algum momento, principalmente em relação ao desenvolvimento científico. “Não dá para fazer pesquisa sem cooperação.” Barbeta participou da missão empresarial à Suécia, organizada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico de São Bernardo, em setembro.  

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