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Bush celebra ‘valioso’ relatório da ONU sobre o clima


Da AFP

02/02/2007 | 17:00


O presidente americano, George W. Bush, elogiou nesta sexta-feira, sem reservas, as conclusões do relatório de especialistas da ONU sobre o aquecimento climático, entre as quais a que atribui este fenômeno ao fator humano, informou um porta-voz da Casa Branca.

"Este relatório contribuirá para o conjunto de conhecimentos que temos para estudarmos e compreendermos melhor a forma de respondermos aos desafios da mudança climática", declarou Tony Fratto.

"Acreditamos que é um relatório muito valioso. As conclusões são significativas", acrescentou, afirmando que os "Estados Unidos foram um participante importante no desenvolvimento deste informe".

Segundo as conclusões do relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês), divulgado nesta sexta-feira, em Paris, o homem alterou o clima e suas crescentes emissões de dióxido de carbono (CO2) e outros gases causarão um aquecimento perigoso da temperatura da Terra.

Como resultado deste aquecimento, entre outros transtornos meteorológicos, foram mencionados freqüentes ondas de calor, furacões ou secas, que serão sentidos durante mais de um milênio.

O informe deste importante grupo de especialistas, que deverá reger nos próximos cinco anos as decisões dos governos na área ambiental, é o mais alarmante já realizado pelo IPCC, pois deixa claro que o aquecimento global é uma realidade e se deve, com quase total certeza, à mão do homem.

Tony Fratto lembrou que o presidente Bush fixou uma meta de reduzir em 18% as emissões de gases de estufa até 2012 e afirmou que "os Estados Unidos atingirão este objetivo".

Mas Bush até agora Bush se negou a aprovar reduções obrigatórias das emissões de gases de efeito estufa, como o CO2, conforme previsto no Protocolo de Kyoto.

Os Estados Unidos, que são o maior poluidor do planeta, responsável por um quarto das emissões destes gases, é o único país industrializado - ao lado da Austrália - a abandonar Kyoto, argumentando que os compromissos do acordo seriam caros demais para a economia americana.



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Bush celebra ‘valioso’ relatório da ONU sobre o clima

Da AFP

02/02/2007 | 17:00


O presidente americano, George W. Bush, elogiou nesta sexta-feira, sem reservas, as conclusões do relatório de especialistas da ONU sobre o aquecimento climático, entre as quais a que atribui este fenômeno ao fator humano, informou um porta-voz da Casa Branca.

"Este relatório contribuirá para o conjunto de conhecimentos que temos para estudarmos e compreendermos melhor a forma de respondermos aos desafios da mudança climática", declarou Tony Fratto.

"Acreditamos que é um relatório muito valioso. As conclusões são significativas", acrescentou, afirmando que os "Estados Unidos foram um participante importante no desenvolvimento deste informe".

Segundo as conclusões do relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês), divulgado nesta sexta-feira, em Paris, o homem alterou o clima e suas crescentes emissões de dióxido de carbono (CO2) e outros gases causarão um aquecimento perigoso da temperatura da Terra.

Como resultado deste aquecimento, entre outros transtornos meteorológicos, foram mencionados freqüentes ondas de calor, furacões ou secas, que serão sentidos durante mais de um milênio.

O informe deste importante grupo de especialistas, que deverá reger nos próximos cinco anos as decisões dos governos na área ambiental, é o mais alarmante já realizado pelo IPCC, pois deixa claro que o aquecimento global é uma realidade e se deve, com quase total certeza, à mão do homem.

Tony Fratto lembrou que o presidente Bush fixou uma meta de reduzir em 18% as emissões de gases de estufa até 2012 e afirmou que "os Estados Unidos atingirão este objetivo".

Mas Bush até agora Bush se negou a aprovar reduções obrigatórias das emissões de gases de efeito estufa, como o CO2, conforme previsto no Protocolo de Kyoto.

Os Estados Unidos, que são o maior poluidor do planeta, responsável por um quarto das emissões destes gases, é o único país industrializado - ao lado da Austrália - a abandonar Kyoto, argumentando que os compromissos do acordo seriam caros demais para a economia americana.

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