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Stock Car tenta se aproximar do público

Organização traz ícones e busca fazer ações dentro e fora das pistas para tornar categoria mais atrativa


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

19/02/2018 | 07:00


A Stock Car é, disparada, a maior categoria do automobilismo brasileiro. E isso não se deve apenas ao dinheiro que movimenta, mas, sobretudo, aos pilotos que a tornam muito disputada. Em 2018, por exemplo, sete ex-competidores da Fórmula 1 estarão no grid em pelo menos uma etapa do calendário, incluindo Felipe Massa, Nelsinho Piquet, Felipe Nasr e Lucas Di Grassi, que se juntam a Rubens Barrichello, Antonio Pizzonia, Ricardo Zonta e outros nomes de destaque internacional, que vão acelerar a partir do dia 10. E esta é uma das apostas para atrair e aproximar o público.

“A vinda de grandes ídolos do automobilismo nacional auxilia muito. Começamos trabalho de comunicação forte e a vinda deles favorece. A Stock Car está cada vez mais atrativa aos pilotos, porque, tecnicamente, tem altíssimo nível, inclusive econômico. Porta que se abre e pode cada vez mais se consolidar”, disse o CEO da Vicar Promoções Desportivas, empresa responsável pela organização da categoira, Rodrigo Mathias.

Além de contar com a nata do automobilismo brasileiro, a Stock Car busca ganhar espaço e visibilidade com ações dentro e fora da pista, como já fez durante todo o ano de 2017.

“Dentro da estratégia de aumentar a audiência e atrair novos fãs, tem desafio e objetivo de levar produto até o consumidor e aumentar conexão entre piloto e público. Então, vamos reforçar essas ações junto à população, levando a Stock para fora do autódromo, não só guardando para quem vai lá. Em São Paulo levamos carro e fizemos pit stop na Avenida Paulista, realizamos sessão de autógrafos no Centro e fechamos a Ponte Estaiada, levando todos os 32 carros para fazer imagens noturnas. Intenção é fortalecer isso. Tivemos carreatas (pelas cidades) em todas as etapas. Vamos aumentar isso para ter ainda mais engajamento. Gera visibilidade”, explica o diretor.

Segundo Mathias, outra decisão que já valerá para esta temporada 2018 é otimizar a programação do evento como um todo. Nos últimos anos, até cinco categorias corriam em um mesmo fim de semana. Agora, sem Mercedes-Benz Challenge e F-3, com a transformação do Brasileiro de Turismo em Stock Light (leia mais abaixo) e a manutenção do Brasileiro de Marcas, a intenção é fortalecer a categoria principal.

“Cada vez mais o entretenimento se aproxima do esporte. A concorrência não é a F-1, a Porsche Cup, a F-Truck, mas qualquer forma de entretenimento. Nossa intenção é reduzir o número de categorias com competições parecidas em termos de produto e aumentar as experiências, para que o público tenha dia forrado de conteúdos, não só automobilismo”, conclui.

Stock Light retorna com a ideia de formar ídolos

Entre 1993 e 2009, a Stock Car tinha sua categoria de base, a Light. Neste ano, ela está de volta, substituindo o Brasileiro de Turismo, com uma intenção bem definida: revelar talentos.

“Visamos a formação de ídolos. Intenção é que a gente, em breve, divulgue processo de incentivo de principais destaques do kart nacional, que tenha subsídio agressivo para entrar na Stock Light. Pilotos jovens, muitos deles miram Turismo e Stock como objetivo de carreira, antigamente restrito à fórmula, mas jovens de 16, 17, 18 anos veem Stock como objetivo”, aponta o CEO da Vicar, Rodrigo Mathias.

As premiações ao campeão e melhor estreante chegam a R$ 650 mil, além de subsídios para acessar a categoria principal. 



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Stock Car tenta se aproximar do público

Organização traz ícones e busca fazer ações dentro e fora das pistas para tornar categoria mais atrativa

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

19/02/2018 | 07:00


A Stock Car é, disparada, a maior categoria do automobilismo brasileiro. E isso não se deve apenas ao dinheiro que movimenta, mas, sobretudo, aos pilotos que a tornam muito disputada. Em 2018, por exemplo, sete ex-competidores da Fórmula 1 estarão no grid em pelo menos uma etapa do calendário, incluindo Felipe Massa, Nelsinho Piquet, Felipe Nasr e Lucas Di Grassi, que se juntam a Rubens Barrichello, Antonio Pizzonia, Ricardo Zonta e outros nomes de destaque internacional, que vão acelerar a partir do dia 10. E esta é uma das apostas para atrair e aproximar o público.

“A vinda de grandes ídolos do automobilismo nacional auxilia muito. Começamos trabalho de comunicação forte e a vinda deles favorece. A Stock Car está cada vez mais atrativa aos pilotos, porque, tecnicamente, tem altíssimo nível, inclusive econômico. Porta que se abre e pode cada vez mais se consolidar”, disse o CEO da Vicar Promoções Desportivas, empresa responsável pela organização da categoira, Rodrigo Mathias.

Além de contar com a nata do automobilismo brasileiro, a Stock Car busca ganhar espaço e visibilidade com ações dentro e fora da pista, como já fez durante todo o ano de 2017.

“Dentro da estratégia de aumentar a audiência e atrair novos fãs, tem desafio e objetivo de levar produto até o consumidor e aumentar conexão entre piloto e público. Então, vamos reforçar essas ações junto à população, levando a Stock para fora do autódromo, não só guardando para quem vai lá. Em São Paulo levamos carro e fizemos pit stop na Avenida Paulista, realizamos sessão de autógrafos no Centro e fechamos a Ponte Estaiada, levando todos os 32 carros para fazer imagens noturnas. Intenção é fortalecer isso. Tivemos carreatas (pelas cidades) em todas as etapas. Vamos aumentar isso para ter ainda mais engajamento. Gera visibilidade”, explica o diretor.

Segundo Mathias, outra decisão que já valerá para esta temporada 2018 é otimizar a programação do evento como um todo. Nos últimos anos, até cinco categorias corriam em um mesmo fim de semana. Agora, sem Mercedes-Benz Challenge e F-3, com a transformação do Brasileiro de Turismo em Stock Light (leia mais abaixo) e a manutenção do Brasileiro de Marcas, a intenção é fortalecer a categoria principal.

“Cada vez mais o entretenimento se aproxima do esporte. A concorrência não é a F-1, a Porsche Cup, a F-Truck, mas qualquer forma de entretenimento. Nossa intenção é reduzir o número de categorias com competições parecidas em termos de produto e aumentar as experiências, para que o público tenha dia forrado de conteúdos, não só automobilismo”, conclui.

Stock Light retorna com a ideia de formar ídolos

Entre 1993 e 2009, a Stock Car tinha sua categoria de base, a Light. Neste ano, ela está de volta, substituindo o Brasileiro de Turismo, com uma intenção bem definida: revelar talentos.

“Visamos a formação de ídolos. Intenção é que a gente, em breve, divulgue processo de incentivo de principais destaques do kart nacional, que tenha subsídio agressivo para entrar na Stock Light. Pilotos jovens, muitos deles miram Turismo e Stock como objetivo de carreira, antigamente restrito à fórmula, mas jovens de 16, 17, 18 anos veem Stock como objetivo”, aponta o CEO da Vicar, Rodrigo Mathias.

As premiações ao campeão e melhor estreante chegam a R$ 650 mil, além de subsídios para acessar a categoria principal. 

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