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GreenLine processa representante comercial


Felipe Siqueira
Especial para o Diário

07/02/2017 | 07:00


A empresa GreenLine, prestadora de serviços na área da Saúde, processou o representante comercial Reginaldo Cândido Ferreira, por falsificar assinaturas durante processo licitatório em Santo André. Em março de 2016, a GreenLine foi acusada de utilizar documentos falsos em uma licitação aberta pelo IPSA (Instituto de Previdência de Santo André).

A empresa, na época, foi eliminada do processo, sagrando a Intermédica, do Grupo Notredame, vencedora da concorrência.

De acordo com um dos advogados da GreenLine Ederval Rubin, Ferreira trabalhava com outras operadoras antes de oferecer seus serviços para a GreenLine. “Ele trabalhava no Santamália e, por isso, tinha um bom trânsito entre os prestadores de serviços da região. Ele dizia: ‘Eu posso ajudá-los na questão de vocês ampliarem a rede de vocês na região’”, afirmou Rubin. Ainda de acordo com Rubin, a operadora também foi vítima de Ferreira. Ele conta que o representante comercial chegou a fazer uma declaração, de próprio punho, para a investigação, esclarecendo a situação e livrando a operadora de qualquer possibilidade de culpa no processo.

Mas, mesmo com essa declaração o caso foi arquivado apenas no Ministério Público. O episódio ainda está sob investigação pela Polícia Civil.

A licitação em Santo André tinha um valor aproximado em R$ 66,1 milhões, e visava atender cerca de 27 mil beneficiários. A operadora também presta serviços em São Caetano, substituindo a Intermédica, que alegou falta de pagamentos da Prefeitura de São Caetano, para os serviços feitos.

Inicialmente, a licitação custou aos cofres públicos são-caetanenses cerca de R$ 25 milhões. O número de beneficiários gira em torno de 14 mil, mas, de acordo com o advogado da GreenLine, com a troca de administração este número pode ter alterações. O contrato em São Caetano foi firmado no fim de 2016 e passa por análise no governo de José Auricchio Júnior (PSDB).
 



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GreenLine processa representante comercial

Felipe Siqueira
Especial para o Diário

07/02/2017 | 07:00


A empresa GreenLine, prestadora de serviços na área da Saúde, processou o representante comercial Reginaldo Cândido Ferreira, por falsificar assinaturas durante processo licitatório em Santo André. Em março de 2016, a GreenLine foi acusada de utilizar documentos falsos em uma licitação aberta pelo IPSA (Instituto de Previdência de Santo André).

A empresa, na época, foi eliminada do processo, sagrando a Intermédica, do Grupo Notredame, vencedora da concorrência.

De acordo com um dos advogados da GreenLine Ederval Rubin, Ferreira trabalhava com outras operadoras antes de oferecer seus serviços para a GreenLine. “Ele trabalhava no Santamália e, por isso, tinha um bom trânsito entre os prestadores de serviços da região. Ele dizia: ‘Eu posso ajudá-los na questão de vocês ampliarem a rede de vocês na região’”, afirmou Rubin. Ainda de acordo com Rubin, a operadora também foi vítima de Ferreira. Ele conta que o representante comercial chegou a fazer uma declaração, de próprio punho, para a investigação, esclarecendo a situação e livrando a operadora de qualquer possibilidade de culpa no processo.

Mas, mesmo com essa declaração o caso foi arquivado apenas no Ministério Público. O episódio ainda está sob investigação pela Polícia Civil.

A licitação em Santo André tinha um valor aproximado em R$ 66,1 milhões, e visava atender cerca de 27 mil beneficiários. A operadora também presta serviços em São Caetano, substituindo a Intermédica, que alegou falta de pagamentos da Prefeitura de São Caetano, para os serviços feitos.

Inicialmente, a licitação custou aos cofres públicos são-caetanenses cerca de R$ 25 milhões. O número de beneficiários gira em torno de 14 mil, mas, de acordo com o advogado da GreenLine, com a troca de administração este número pode ter alterações. O contrato em São Caetano foi firmado no fim de 2016 e passa por análise no governo de José Auricchio Júnior (PSDB).
 

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