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Chanceler italiano pede confiança no governo para libertar reféns


Da AFP

15/09/2004 | 18:04


O ministro italiano das Relações Exteriores, Franco Frattini, pediu nesta quarta-feira, ante o parlamento, mais confiança no trabalho empreendido pelo governo para obter a libertação das duas italianas seqüestradas no Iraque. Ele advertiu ainda sobre os riscos de "iniciativas paralelas".

Frattini, que acaba de voltar de uma delicada missão diplomática no Kuwait, nos Emirados Árabes Unidos e no Qatar, solicitou "a maior reserva possível" à imprensa.

"Nestes momentos, é preciso confiar na ação do governo no terreno, conduzida em cooperação com outros países. Também é preciso evitar qualquer iniciativa paralela", avisou o chanceler italiano, duramente criticado por não ter conseguido impedir a execução do jornalista Enzo Baldoni, assassinado por seus seqüestradores no Iraque.

Frattini anunciou uma série de iniciativas diplomáticas para a próxima semana, durante as reuniões das Nações Unidas previstas em Nova York.

A mensagem enviada pelo Conselho dos Ulemás sunita, segundo a qual o caso poderá ser resolvido de forma positiva nas próximas 48 horas, foi interpretada como um bom sinal. No entanto, o influente jornal Corriere della Sera destacou que essa informação não havia sido confirmada.

O presidente da República italiana, Carlo Azeglio Ciampi, lançou novamente nesta quarta-feira um apelo à libertação das duas italianas, "que simbolizam o espírito de solidariedade sem fronteiras, e cuja única ambição era ajudar os necessitados".



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Chanceler italiano pede confiança no governo para libertar reféns

Da AFP

15/09/2004 | 18:04


O ministro italiano das Relações Exteriores, Franco Frattini, pediu nesta quarta-feira, ante o parlamento, mais confiança no trabalho empreendido pelo governo para obter a libertação das duas italianas seqüestradas no Iraque. Ele advertiu ainda sobre os riscos de "iniciativas paralelas".

Frattini, que acaba de voltar de uma delicada missão diplomática no Kuwait, nos Emirados Árabes Unidos e no Qatar, solicitou "a maior reserva possível" à imprensa.

"Nestes momentos, é preciso confiar na ação do governo no terreno, conduzida em cooperação com outros países. Também é preciso evitar qualquer iniciativa paralela", avisou o chanceler italiano, duramente criticado por não ter conseguido impedir a execução do jornalista Enzo Baldoni, assassinado por seus seqüestradores no Iraque.

Frattini anunciou uma série de iniciativas diplomáticas para a próxima semana, durante as reuniões das Nações Unidas previstas em Nova York.

A mensagem enviada pelo Conselho dos Ulemás sunita, segundo a qual o caso poderá ser resolvido de forma positiva nas próximas 48 horas, foi interpretada como um bom sinal. No entanto, o influente jornal Corriere della Sera destacou que essa informação não havia sido confirmada.

O presidente da República italiana, Carlo Azeglio Ciampi, lançou novamente nesta quarta-feira um apelo à libertação das duas italianas, "que simbolizam o espírito de solidariedade sem fronteiras, e cuja única ambição era ajudar os necessitados".

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