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CSI estréia nesta terça-feira na TV aberta


Cássio Gomes Neves
Do Diário do Grande ABC

04/01/2005 | 12:39


Um homem morto na banheira, supostamente suicida, deixa uma fita cassete com suas últimas palavras, endereçada a quem interessar possa. Caso encerrado, não fossem detalhes suspeitos como impressões digitais e os traços de látex que repousam no gravador que armazena o testamento verbal do sujeito. A hipótese de suicídio já não parece reconfortante; e contestá-la é mais um trabalho para a equipe de CSI, série norte-americana inédita na TV aberta do Brasil até esta terça-feira, dia que a Rede Record escolheu para estreá-la em sua grade de programação, às 22h15.

Não é por falta de credenciais que a série – exibida na TV paga desde 2001, pela Sony – chega à TV aberta com um atraso de cinco anos em relação a sua estréia nos Estados Unidos (em outubro de 2000). Criada pelo roteirista Anthony Zuiker, CSI freqüentemente alça a CBS, emissora que a veicula há cinco temporadas, ao topo da audiência norte-americana e em alguns episódios já ensaiou beliscar 35 milhões de espectadores; seu êxito resultou também em duas filiais, as séries CSI: Miami e CSI: Nova York. Quanto a premiações, levou alguns Emmy de menor repercussão, como som e maquiagem. No Globo de Ouro, embora indicada anualmente (exceto este ano, quando foi preterida da categoria melhor série dramática), neca de troféu na estante de seus produtores.

Por falar em produtor, o deste CSI é ninguém menos que Jerry Bruckheimer, uma espécie de Midas do audiovisual norte-americano, cujo nome costuma ocupar mais espaço nos cartazes de filmes como Flashdance e Piratas do Caribe que os de estrelas e diretores.

CSI – sigla em inglês para investigação sobre a cena do crime – dá conta de um grupo de especialistas forenses a serviço da polícia de Las Vegas. A equipe, liderada pelos peritos Gil Grissom (William L. Peterson), Catherine Williams (Marg Helgenberger) e Jim Brass (Paul Guilfoyle), comumente se depara com fragmentos de unha que podem ocultar um assassino; ou com um seio besuntado de substância soporífera que pode desmascarar uma prostituta que atua como ladra free-lancer; ou com um bilhete cuja caligrafia pode revelar a identidade de um serial killer. Entre os peritos de CSI, mutantes modernos de Sherlock Holmes e cães farejadores, a verdade é microscópica, omitida por minúcias. Ideal para quem jogava Detetive na infância.


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CSI estréia nesta terça-feira na TV aberta

Cássio Gomes Neves
Do Diário do Grande ABC

04/01/2005 | 12:39


Um homem morto na banheira, supostamente suicida, deixa uma fita cassete com suas últimas palavras, endereçada a quem interessar possa. Caso encerrado, não fossem detalhes suspeitos como impressões digitais e os traços de látex que repousam no gravador que armazena o testamento verbal do sujeito. A hipótese de suicídio já não parece reconfortante; e contestá-la é mais um trabalho para a equipe de CSI, série norte-americana inédita na TV aberta do Brasil até esta terça-feira, dia que a Rede Record escolheu para estreá-la em sua grade de programação, às 22h15.

Não é por falta de credenciais que a série – exibida na TV paga desde 2001, pela Sony – chega à TV aberta com um atraso de cinco anos em relação a sua estréia nos Estados Unidos (em outubro de 2000). Criada pelo roteirista Anthony Zuiker, CSI freqüentemente alça a CBS, emissora que a veicula há cinco temporadas, ao topo da audiência norte-americana e em alguns episódios já ensaiou beliscar 35 milhões de espectadores; seu êxito resultou também em duas filiais, as séries CSI: Miami e CSI: Nova York. Quanto a premiações, levou alguns Emmy de menor repercussão, como som e maquiagem. No Globo de Ouro, embora indicada anualmente (exceto este ano, quando foi preterida da categoria melhor série dramática), neca de troféu na estante de seus produtores.

Por falar em produtor, o deste CSI é ninguém menos que Jerry Bruckheimer, uma espécie de Midas do audiovisual norte-americano, cujo nome costuma ocupar mais espaço nos cartazes de filmes como Flashdance e Piratas do Caribe que os de estrelas e diretores.

CSI – sigla em inglês para investigação sobre a cena do crime – dá conta de um grupo de especialistas forenses a serviço da polícia de Las Vegas. A equipe, liderada pelos peritos Gil Grissom (William L. Peterson), Catherine Williams (Marg Helgenberger) e Jim Brass (Paul Guilfoyle), comumente se depara com fragmentos de unha que podem ocultar um assassino; ou com um seio besuntado de substância soporífera que pode desmascarar uma prostituta que atua como ladra free-lancer; ou com um bilhete cuja caligrafia pode revelar a identidade de um serial killer. Entre os peritos de CSI, mutantes modernos de Sherlock Holmes e cães farejadores, a verdade é microscópica, omitida por minúcias. Ideal para quem jogava Detetive na infância.

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