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Tudo é negócio no Salão do Automóvel


Wagner Oliveira

30/10/2010 | 07:47


Mais dos que as máquinas em exposição, o Salão Internacional do Automóvel de São Paulo respira negócios. Desde patrocínio, elaboração dos estandes à movimentação de pessoas em função da maior exposição da indústria automobilística na América Latina, o evento movimenta milhões de reais.

Diretamente, o Salão será visto por cerca de 600 mil visitantes - público previsto pelos organizadores para a 26ª edição até o dia 7. Deste total, cerca de 280 mil são turistas (50 mil vindos do Exterior), de acordo com projeções feitas pela SPTuris (São Paulo Turismo).

A previsão é que cada um deles gaste até R$ 700 em compras, hospedagem, lazer e transporte. Geralmente em roteiros que duram três dias, brasileiros e estrangeiros devem deixar cerca de R$ 150 milhões na economia da cidade em razão do evento.

Só a receita com bilheteria e estacionamento ultrapassa R$ 7 milhões. Mas a dimensão da exposição vai muito além, principalmente, na era da internet. Patrocinado, o site oficial www.salaodoautomovel.com.br agregou mídias sociais (blog, Twitter, Orkut, Flicker e Facebook) para ampliar a interação com o visitante, inclusive, permitindo a compra de ingressos on-line - na bilheteria, adulto paga R$ 40, fora estacionamento a R$ 2.
Para a montagem dos estandes, as 42 marcas participantes fazem o que podem para deixar a melhor impressão. Os maiores e melhores espaços do Anhembi costumam ficar com as marcas tradicionais do mercado brasileiro, mas as novatas também buscam surpreender.

Embora fabricantes não revelem oficialmente valores, há estandes em que os gastos superam R$ 10 milhões - custos com montagem de estruturas, apresentações, shows, sorteios e contratação de pessoal. Há salas exclusivas para receber convidados e clientes para fechar negócios.

"Nós não economizamos", disse o diretor-geral da Citröen no Brasil, Ivan Segal. "Quando apresentamos nossos veículos em um espaço agradável como este, sei que estou investindo para construir uma marca para o futuro. Queremos firmar o conceito de marca premium no imaginário do visitante-consumidor", afirmou o executivo.
Organizado e promovido pela Reed Exhibitons Alcantara Machado, o Salão Internacional do Automóvel conta com o patrocínio da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), copatrocínio da Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores) e Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores).

Também há parcerias com a prefeitura da Cidade de São Paulo, São Paulo Turismo, São Paulo Convention & Visitors Bureau, Rede Iguatemi, Rede Fogo de Chão, Ambev e TAM. Ao todo, o evento exibe 450 modelos (40% são novidades) em um espaço de 85 mil metros quadrados reservado para a exposição.

Desde 2008, o Salão de São Paulo ganhou dimensão internacional ao compor o calendário oficial da Oica (Organização Internacional de Fabricantes de Veículos Automotores). Com isso, conquistou maior visibilidade entre os outros grandes eventos do setor, como Paris, Tóquio, Detroit e Frankfurt.

Várias marcas de projeção global, como a Kia e a Toyota, também incluíram o evento em seus calendários oficiais, o que gera maior reserva de recursos no borderô internacional dessas empresas para investimento na exposição paulista.



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Tudo é negócio no Salão do Automóvel

Wagner Oliveira

30/10/2010 | 07:47


Mais dos que as máquinas em exposição, o Salão Internacional do Automóvel de São Paulo respira negócios. Desde patrocínio, elaboração dos estandes à movimentação de pessoas em função da maior exposição da indústria automobilística na América Latina, o evento movimenta milhões de reais.

Diretamente, o Salão será visto por cerca de 600 mil visitantes - público previsto pelos organizadores para a 26ª edição até o dia 7. Deste total, cerca de 280 mil são turistas (50 mil vindos do Exterior), de acordo com projeções feitas pela SPTuris (São Paulo Turismo).

A previsão é que cada um deles gaste até R$ 700 em compras, hospedagem, lazer e transporte. Geralmente em roteiros que duram três dias, brasileiros e estrangeiros devem deixar cerca de R$ 150 milhões na economia da cidade em razão do evento.

Só a receita com bilheteria e estacionamento ultrapassa R$ 7 milhões. Mas a dimensão da exposição vai muito além, principalmente, na era da internet. Patrocinado, o site oficial www.salaodoautomovel.com.br agregou mídias sociais (blog, Twitter, Orkut, Flicker e Facebook) para ampliar a interação com o visitante, inclusive, permitindo a compra de ingressos on-line - na bilheteria, adulto paga R$ 40, fora estacionamento a R$ 2.
Para a montagem dos estandes, as 42 marcas participantes fazem o que podem para deixar a melhor impressão. Os maiores e melhores espaços do Anhembi costumam ficar com as marcas tradicionais do mercado brasileiro, mas as novatas também buscam surpreender.

Embora fabricantes não revelem oficialmente valores, há estandes em que os gastos superam R$ 10 milhões - custos com montagem de estruturas, apresentações, shows, sorteios e contratação de pessoal. Há salas exclusivas para receber convidados e clientes para fechar negócios.

"Nós não economizamos", disse o diretor-geral da Citröen no Brasil, Ivan Segal. "Quando apresentamos nossos veículos em um espaço agradável como este, sei que estou investindo para construir uma marca para o futuro. Queremos firmar o conceito de marca premium no imaginário do visitante-consumidor", afirmou o executivo.
Organizado e promovido pela Reed Exhibitons Alcantara Machado, o Salão Internacional do Automóvel conta com o patrocínio da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), copatrocínio da Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores) e Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores).

Também há parcerias com a prefeitura da Cidade de São Paulo, São Paulo Turismo, São Paulo Convention & Visitors Bureau, Rede Iguatemi, Rede Fogo de Chão, Ambev e TAM. Ao todo, o evento exibe 450 modelos (40% são novidades) em um espaço de 85 mil metros quadrados reservado para a exposição.

Desde 2008, o Salão de São Paulo ganhou dimensão internacional ao compor o calendário oficial da Oica (Organização Internacional de Fabricantes de Veículos Automotores). Com isso, conquistou maior visibilidade entre os outros grandes eventos do setor, como Paris, Tóquio, Detroit e Frankfurt.

Várias marcas de projeção global, como a Kia e a Toyota, também incluíram o evento em seus calendários oficiais, o que gera maior reserva de recursos no borderô internacional dessas empresas para investimento na exposição paulista.

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