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Quinze mil lembram massacre de estudantes no México


Da AFP

03/10/2003 | 08:23


Mais de 15 mil pessoas lembraram na quinta-feira o 35º aniversário do massacre de estudantes na Praça das Três Culturas, em uma enorme passeata pelas ruas da Cidade do México que terminou com atos de vandalismo.

Os ex-líderes estudantis de 1968 e os sobreviventes do massacre que lideraram o protesto pediram: "Aos assassinos, desaparecidos e presos políticos, justiça!", "Prisão para os criminosos", "Castigo para os culpados" e "O dois de outubro não se esquece".

Depois de passarem pela Avenida Reforma, no centro da capital mexicana, dezenas de jovens vestidos de preto que estavam atrás da passeata jogaram pedras nas janelas dos prédios, incluindo o dos escritórios do Senado mexicano e a sede da secretaria de Governo (Interior).

Policiais, jornalistas da televisão mexicana e um fotógrafo foram agredidos por um violento grupo de manifestantes, que em seguida foi detido. Segundo a Polícia, 73 pessoas foram presas.

Em 2 de outubro de 1968, dez dias antes da abertura dos Jogos Olímpicos no México, milhares de estudantes participavam de uma manifestação no centro da capital quando foram reprimidos pelos Exército. O número de mortos não foi exatamente definido, mas está entre 33, de acordo com dados oficiais, a 300, segundo uma estimativa de órgãos estrangeiros.



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Quinze mil lembram massacre de estudantes no México

Da AFP

03/10/2003 | 08:23


Mais de 15 mil pessoas lembraram na quinta-feira o 35º aniversário do massacre de estudantes na Praça das Três Culturas, em uma enorme passeata pelas ruas da Cidade do México que terminou com atos de vandalismo.

Os ex-líderes estudantis de 1968 e os sobreviventes do massacre que lideraram o protesto pediram: "Aos assassinos, desaparecidos e presos políticos, justiça!", "Prisão para os criminosos", "Castigo para os culpados" e "O dois de outubro não se esquece".

Depois de passarem pela Avenida Reforma, no centro da capital mexicana, dezenas de jovens vestidos de preto que estavam atrás da passeata jogaram pedras nas janelas dos prédios, incluindo o dos escritórios do Senado mexicano e a sede da secretaria de Governo (Interior).

Policiais, jornalistas da televisão mexicana e um fotógrafo foram agredidos por um violento grupo de manifestantes, que em seguida foi detido. Segundo a Polícia, 73 pessoas foram presas.

Em 2 de outubro de 1968, dez dias antes da abertura dos Jogos Olímpicos no México, milhares de estudantes participavam de uma manifestação no centro da capital quando foram reprimidos pelos Exército. O número de mortos não foi exatamente definido, mas está entre 33, de acordo com dados oficiais, a 300, segundo uma estimativa de órgãos estrangeiros.

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