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Energia mais barata, benefício a todos

O plano de medidas anunciado pelo governo federal para reduzir as contas de energia elétrica, e que começa a valer em 2013, vai beneficiar...


Dgabc

15/09/2012 | 00:00


Artigo

Energia mais barata, benefício a todos

O plano de medidas anunciado pelo governo federal para reduzir as contas de energia elétrica, e que começa a valer em 2013, vai beneficiar a todos: empresas, consumidores e o próprio governo. As empresas terão seus custos reduzidos de forma considerável, principalmente a indústria. Os consumidores serão beneficiados por um efeito renda, o que faz diminuir seu custo de vida real. O governo, por sua vez, será beneficiado por inflação esperada menor em 2013, dado que o preço da energia elétrica é um dos componentes mais importantes na composição dos índices de preços.

Considerando que 2013 tende a ser ano de reaquecimento econômico e retomada da inflação, esta menor expectativa inflacionária deverá ser muito comemorada pelo governo brasileiro. Os sucessivos cortes dos juros promovidos em 2012, as obras de infraestrutura para a Copa do Mundo, em 2014, e retomada das exportações tendem a pressionar os preços para cima e, portanto, redução nas tarifas de preços administrados como a energia elétrica tendem a segurar esta alta.

Para as empresas, o que muda efetivamente é que mais recursos irão sobrar para reinvestimentos na produção e novas contratações. As pequenas empresas prestadoras de serviços talvez não sintam tanta diferença, mas a indústria será muito beneficiada. Após período de câmbio desfavorável e baixa na produção, este será belo de um estímulo para que voltem a crescer e gerar empregos.

Para os consumidores, apesar de ainda possuírmos uma das mais caras contas de energia do mundo, a redução irá proporcionar alguma economia. Imagine o exemplo de família que tenha conta de luz com média de R$ 200 por mês. Essa redução de tarifa proporcionará economia de aproximadamente R$ 384 por ano. Com esse montante, o consumidor pode pagar parte do IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores), uma parcela do seguro do automóvel ou até mesmo aplicar e compor outra poupança.

Resta uma dúvida: se um corte dessa magnitude pôde ser feito sem comprometer as receitas governamentais, por que governos anteriores não o fizeram? Será que faltou vontade política?

Eduardo Becker é economista e coordenador do curso de Economia da faculdade Esags.

Palavra do Leitor

Exame da OAB

Ainda bem que nosso País é democrático e podemos votar em quem quisermos, ponderando seus pontos fortes e fracos. Para não generalizar e fazermos justiça a todos, deixo aqui sugestão para a Ordem dos Advogados do Brasil: aplicação do exame da ordem, nos moldes atuais, não só para bacharéis em Direito, mas para todos os profissionais atuantes na seara do Direito, sem prejuízo para o exercício da profissão daquele que já conquistou seu direito. Apenas para comparação. Caso, após uns três exames, em média, os bacharéis se destaquem, ter-se-a notoriamente que não é esse exame que deve ditar quem atua e quem não atua no direito. É apenas sugestão para melhoria da qualidade do direito no País, mera sugestão!

Vlamir Belfante, Santo André

Qualificação

Para se passar em concurso para juiz ou promotor público é necessário árduo e difícil caminho. Muitas vezes o ‘candidato' faz duas, três, ou até mais concursos para conseguir a vaga, sem dizer que para prestá-los são longas horas e dias de estudo, tudo isso para ocupar cargos para fazer valer a lei. Para ser eleito a cargo político qualquer Zé Mané pode candidatar-se. Oras! Para fazer valer a lei é necessário duro caminho, e para criar a lei é fácil? Deveria haver concurso para ser candidato! O candidato deveria passar por longo e árduo caminho também. Deveria ter Ensino Superior, entender de ciências políticas, enfim, ser qualificado ao cargo. Mas, não! Como eles mesmos fazem as leis, nos tornamos reféns de Tiriricas e outros. As pessoas que fazem as leis em nosso País mal sabem ler, ou mal têm estudo. Mas não tem problema, não é? Tendo a sua cervejinha e vendo seu timinho ganhar no fim de semana já está bom, não é? Muito triste isso!

Igor Grecco Menezes, Mauá

Nova ministra

A senadora Marta não precisa de nenhum incentivo para apoiar o candidato do seu partido, na sua cidade. Ainda mais considerando-se que, sendo cidadã paulistana, quer o melhor para a Capital, que ela deixou tão bem e hoje encontra-se completamente abandonada. Além disso, registre-se, Marta tem competência de sobra para assumir qualquer ministério. Portanto, alguns leitores gastariam melhor o seu tempo se ajudassem sua candidata, que caiu do salto alto e está desesperada em nossa província.

Gilberto Tadeu de Lima, São Caetano

Humanos?

Dia 12, ao assistir à TV, fiquei horrorizado sobre o acontecido em Várzea Paulista, pois basta um acontecimento extraordinário para este pessoal dos direitos humanos sair da toca. Deveriam trocar a sigla para direitos dos marginais, pois, como é do conhecimento público, somente nestes últimos meses a quantidade de policiais assassinados é elevada. E olha que não apareceu ninguém dos direitos humanos para tratar do assunto! Quando é do lado dos foras da lei, aí tudo mundo aparece. Vergonha!

Mário Rodrigues de Souza, Santo André

Desespero

Não será com ataques desesperados, inoportunos e descabidos contra seus oponentes que o candidato à prefeitura de São Paulo José Serra alcançará a vitória em 7 de outubro.

José Marques, Capital

Credibilidade

Ao dizer que o julgamento do Mensalão não estava sendo ortodoxo, que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa, o ministro Ricardo Lewandowski deu xeque-mate no Supremo Tribunal Federal e na maioria de seus pares. Se continuar agindo assim, Lewandowski vai acabar com a credibilidade do Supremo. Se os verdadeiros ministros do STF não descobrirem em tempo hábil quem está de fora comandando as decisões de Lewandowski, o Brasil vai para o brejo.

Leônidas Marques, Volta Redonda (RJ)



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Energia mais barata, benefício a todos

O plano de medidas anunciado pelo governo federal para reduzir as contas de energia elétrica, e que começa a valer em 2013, vai beneficiar...

Dgabc

15/09/2012 | 00:00


Artigo

Energia mais barata, benefício a todos

O plano de medidas anunciado pelo governo federal para reduzir as contas de energia elétrica, e que começa a valer em 2013, vai beneficiar a todos: empresas, consumidores e o próprio governo. As empresas terão seus custos reduzidos de forma considerável, principalmente a indústria. Os consumidores serão beneficiados por um efeito renda, o que faz diminuir seu custo de vida real. O governo, por sua vez, será beneficiado por inflação esperada menor em 2013, dado que o preço da energia elétrica é um dos componentes mais importantes na composição dos índices de preços.

Considerando que 2013 tende a ser ano de reaquecimento econômico e retomada da inflação, esta menor expectativa inflacionária deverá ser muito comemorada pelo governo brasileiro. Os sucessivos cortes dos juros promovidos em 2012, as obras de infraestrutura para a Copa do Mundo, em 2014, e retomada das exportações tendem a pressionar os preços para cima e, portanto, redução nas tarifas de preços administrados como a energia elétrica tendem a segurar esta alta.

Para as empresas, o que muda efetivamente é que mais recursos irão sobrar para reinvestimentos na produção e novas contratações. As pequenas empresas prestadoras de serviços talvez não sintam tanta diferença, mas a indústria será muito beneficiada. Após período de câmbio desfavorável e baixa na produção, este será belo de um estímulo para que voltem a crescer e gerar empregos.

Para os consumidores, apesar de ainda possuírmos uma das mais caras contas de energia do mundo, a redução irá proporcionar alguma economia. Imagine o exemplo de família que tenha conta de luz com média de R$ 200 por mês. Essa redução de tarifa proporcionará economia de aproximadamente R$ 384 por ano. Com esse montante, o consumidor pode pagar parte do IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores), uma parcela do seguro do automóvel ou até mesmo aplicar e compor outra poupança.

Resta uma dúvida: se um corte dessa magnitude pôde ser feito sem comprometer as receitas governamentais, por que governos anteriores não o fizeram? Será que faltou vontade política?

Eduardo Becker é economista e coordenador do curso de Economia da faculdade Esags.

Palavra do Leitor

Exame da OAB

Ainda bem que nosso País é democrático e podemos votar em quem quisermos, ponderando seus pontos fortes e fracos. Para não generalizar e fazermos justiça a todos, deixo aqui sugestão para a Ordem dos Advogados do Brasil: aplicação do exame da ordem, nos moldes atuais, não só para bacharéis em Direito, mas para todos os profissionais atuantes na seara do Direito, sem prejuízo para o exercício da profissão daquele que já conquistou seu direito. Apenas para comparação. Caso, após uns três exames, em média, os bacharéis se destaquem, ter-se-a notoriamente que não é esse exame que deve ditar quem atua e quem não atua no direito. É apenas sugestão para melhoria da qualidade do direito no País, mera sugestão!

Vlamir Belfante, Santo André

Qualificação

Para se passar em concurso para juiz ou promotor público é necessário árduo e difícil caminho. Muitas vezes o ‘candidato' faz duas, três, ou até mais concursos para conseguir a vaga, sem dizer que para prestá-los são longas horas e dias de estudo, tudo isso para ocupar cargos para fazer valer a lei. Para ser eleito a cargo político qualquer Zé Mané pode candidatar-se. Oras! Para fazer valer a lei é necessário duro caminho, e para criar a lei é fácil? Deveria haver concurso para ser candidato! O candidato deveria passar por longo e árduo caminho também. Deveria ter Ensino Superior, entender de ciências políticas, enfim, ser qualificado ao cargo. Mas, não! Como eles mesmos fazem as leis, nos tornamos reféns de Tiriricas e outros. As pessoas que fazem as leis em nosso País mal sabem ler, ou mal têm estudo. Mas não tem problema, não é? Tendo a sua cervejinha e vendo seu timinho ganhar no fim de semana já está bom, não é? Muito triste isso!

Igor Grecco Menezes, Mauá

Nova ministra

A senadora Marta não precisa de nenhum incentivo para apoiar o candidato do seu partido, na sua cidade. Ainda mais considerando-se que, sendo cidadã paulistana, quer o melhor para a Capital, que ela deixou tão bem e hoje encontra-se completamente abandonada. Além disso, registre-se, Marta tem competência de sobra para assumir qualquer ministério. Portanto, alguns leitores gastariam melhor o seu tempo se ajudassem sua candidata, que caiu do salto alto e está desesperada em nossa província.

Gilberto Tadeu de Lima, São Caetano

Humanos?

Dia 12, ao assistir à TV, fiquei horrorizado sobre o acontecido em Várzea Paulista, pois basta um acontecimento extraordinário para este pessoal dos direitos humanos sair da toca. Deveriam trocar a sigla para direitos dos marginais, pois, como é do conhecimento público, somente nestes últimos meses a quantidade de policiais assassinados é elevada. E olha que não apareceu ninguém dos direitos humanos para tratar do assunto! Quando é do lado dos foras da lei, aí tudo mundo aparece. Vergonha!

Mário Rodrigues de Souza, Santo André

Desespero

Não será com ataques desesperados, inoportunos e descabidos contra seus oponentes que o candidato à prefeitura de São Paulo José Serra alcançará a vitória em 7 de outubro.

José Marques, Capital

Credibilidade

Ao dizer que o julgamento do Mensalão não estava sendo ortodoxo, que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa, o ministro Ricardo Lewandowski deu xeque-mate no Supremo Tribunal Federal e na maioria de seus pares. Se continuar agindo assim, Lewandowski vai acabar com a credibilidade do Supremo. Se os verdadeiros ministros do STF não descobrirem em tempo hábil quem está de fora comandando as decisões de Lewandowski, o Brasil vai para o brejo.

Leônidas Marques, Volta Redonda (RJ)

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