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À frente da CPI do Imasf, José Cloves evita convocação de Luiz Marinho


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

15/09/2016 | 07:00


O primeiro trabalho efetivo da CPI do Imasf (Instituto Municipal de Assistência à Saúde do Funcionalismo) em São Bernardo, ocorrido ontem, foi marcado pelo congelamento do pedido de convocação do prefeito Luiz Marinho (PT). Os integrantes realizaram reunião após a sessão parlamentar. Ao todo, 13 vereadores compõem comissão de investigação, cujo objetivo é questionar os problemas financeiros na autarquia evidenciados nos últimos dois anos. O encontro foi tumultuado e contou com a presença de usuários do Imasf.

Presidente da CPI e aliado do prefeito petista, José Cloves (PT) evitou abonar os requerimentos do oposicionista Pery Cartola (PSDB) – autor do pedido da CPI – , que, além de Marinho, protocolou pedido de convocação do presidente do Instituto Acqua, Ronaldo Querodia, parceiro do Imasf no gerenciamento administrativo, e do ex-superintendente da autarquia Valdir Miraglia.

Em tom crítico, Cloves salientou que o objetivo da reunião era ordenar os trabalhos. “Os vereadores ainda não têm a clareza de como será a atuação de toda a apuração. É tudo muito novo. O que ocorreu na reunião foi um atropelo, uma politicagem de tentar passar o carro na frente dos bois”, comentou Cloves, citando que a primeira deliberação ocorrerá na quarta-feira.

Irritado, Pery garantiu que a condução dos trabalhos foi para “abafar” apuração. “Foi uma falta de respeito o que aconteceu hoje (ontem) e não só comigo, como os usuários do Imasf, que sofrem com os problemas de atendimento médico. Antecipei o pedido de convocação dos principais envolvidos. O Cloves inicialmente disse que só seriam aceitos pedidos de convocação formal e por escrito. E depois que soube que eu já havia feito, decidiu por não homologar nada”, criticou.

Relator da CPI e também da oposição, Julinho Fuzari (PPS) pediu cautela. “Temos de proteger os trabalhos do viés político. Tanto que pedi para que as próximas reuniões ocorram no plenarinho, mais reservado”, disse. 



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À frente da CPI do Imasf, José Cloves evita convocação de Luiz Marinho

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

15/09/2016 | 07:00


O primeiro trabalho efetivo da CPI do Imasf (Instituto Municipal de Assistência à Saúde do Funcionalismo) em São Bernardo, ocorrido ontem, foi marcado pelo congelamento do pedido de convocação do prefeito Luiz Marinho (PT). Os integrantes realizaram reunião após a sessão parlamentar. Ao todo, 13 vereadores compõem comissão de investigação, cujo objetivo é questionar os problemas financeiros na autarquia evidenciados nos últimos dois anos. O encontro foi tumultuado e contou com a presença de usuários do Imasf.

Presidente da CPI e aliado do prefeito petista, José Cloves (PT) evitou abonar os requerimentos do oposicionista Pery Cartola (PSDB) – autor do pedido da CPI – , que, além de Marinho, protocolou pedido de convocação do presidente do Instituto Acqua, Ronaldo Querodia, parceiro do Imasf no gerenciamento administrativo, e do ex-superintendente da autarquia Valdir Miraglia.

Em tom crítico, Cloves salientou que o objetivo da reunião era ordenar os trabalhos. “Os vereadores ainda não têm a clareza de como será a atuação de toda a apuração. É tudo muito novo. O que ocorreu na reunião foi um atropelo, uma politicagem de tentar passar o carro na frente dos bois”, comentou Cloves, citando que a primeira deliberação ocorrerá na quarta-feira.

Irritado, Pery garantiu que a condução dos trabalhos foi para “abafar” apuração. “Foi uma falta de respeito o que aconteceu hoje (ontem) e não só comigo, como os usuários do Imasf, que sofrem com os problemas de atendimento médico. Antecipei o pedido de convocação dos principais envolvidos. O Cloves inicialmente disse que só seriam aceitos pedidos de convocação formal e por escrito. E depois que soube que eu já havia feito, decidiu por não homologar nada”, criticou.

Relator da CPI e também da oposição, Julinho Fuzari (PPS) pediu cautela. “Temos de proteger os trabalhos do viés político. Tanto que pedi para que as próximas reuniões ocorram no plenarinho, mais reservado”, disse. 

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