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Edição festiva da Copa América dá ao Brasil chance de recuperação

Rafael Ribeiro/CBF Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Seleção vem acumulando momentos ruins
e quer resgatar imagem nos Estados Unidos


Felipe Simões
Do Diário do Grande ABC

03/06/2016 | 07:00


Ainda em busca de recuperar o orgulho e o prestígio, a Seleção Brasileira tem oportunidade de dar algum alento ao seu decepcionado torcedor na Copa América Centenário, que se inicia hoje e vai até dia 26. A edição marca os 100 anos da criação do torneio e da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) e será disputado pela primeira vez fora da América do Sul – a sede será os Estados Unidos. O maior campeão é o Uruguai, com 15 taças, seguido de Argentina (14), Brasil (oito), Paraguai e Peru (duas), Chile, Colômbia e Bolívia (uma).

As 16 equipes classificadas – número inédito da competição, que normalmente conta com 12 seleções – foram divididas em quatro grupos e jogarão em dez cidades. Na Chave A estão Estados Unidos, Colômbia, Costa Rica e Paraguai. O Grupo B é composto por Brasil, Equador, Haiti e Peru, enquanto na C estão México, Uruguai, Jamaica e Venezuela. O D tem Argentina, Chile, Panamá e Bolívia.

Ao vencedor não será garantida vaga na Copa das Confederações de 2017, na Rússia. Isso porque se trata de edição especial – o país a representar a Conmebol no torneio será o atual campeão Chile.

Sem Neymar, a Seleção comandada por Dunga terá a oportunidade de apagar a imagem ruim que vem tendo principalmente desde 2014, quando sofreu a mais vergonhosa derrota de sua história – os 7 a 1 para a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo de 2014. Ano passado, não conseguiu reconquistar a confiança própria e a da torcida e foi eliminada pelo pelo Paraguai nas penalidades após empate por 1 a 1 nas quartas de final. Depois, os paraguaios foram goleados por 6 a 1 pela Argentina nas semifinais.

Nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, o Brasil não fez melhor – ocupa apenas a sexta posição entre dez equipes, aumentando a importância da Copa América Centenário. O título pode dar a Dunga dias menos atribulados e um boost de confiança na Seleção para o torneio classificatório para o próximo Mundial.

HOJE

A partida de abertura da competição será entre Estados Unidos e Colômbia, às 22h30, no Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia. A aposta norte-americana é na experiência dos meias Clint Dempsey e Michael Bradley, remanescentes do Mundial de 2014. Já a Colômbia conta com o craque James Rodríguez e com cinco atletas do Atlético Nacional, semifinalista da Libertadores – entre eles o atacante Marlos Moreno.



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Edição festiva da Copa América dá ao Brasil chance de recuperação

Seleção vem acumulando momentos ruins
e quer resgatar imagem nos Estados Unidos

Felipe Simões
Do Diário do Grande ABC

03/06/2016 | 07:00


Ainda em busca de recuperar o orgulho e o prestígio, a Seleção Brasileira tem oportunidade de dar algum alento ao seu decepcionado torcedor na Copa América Centenário, que se inicia hoje e vai até dia 26. A edição marca os 100 anos da criação do torneio e da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) e será disputado pela primeira vez fora da América do Sul – a sede será os Estados Unidos. O maior campeão é o Uruguai, com 15 taças, seguido de Argentina (14), Brasil (oito), Paraguai e Peru (duas), Chile, Colômbia e Bolívia (uma).

As 16 equipes classificadas – número inédito da competição, que normalmente conta com 12 seleções – foram divididas em quatro grupos e jogarão em dez cidades. Na Chave A estão Estados Unidos, Colômbia, Costa Rica e Paraguai. O Grupo B é composto por Brasil, Equador, Haiti e Peru, enquanto na C estão México, Uruguai, Jamaica e Venezuela. O D tem Argentina, Chile, Panamá e Bolívia.

Ao vencedor não será garantida vaga na Copa das Confederações de 2017, na Rússia. Isso porque se trata de edição especial – o país a representar a Conmebol no torneio será o atual campeão Chile.

Sem Neymar, a Seleção comandada por Dunga terá a oportunidade de apagar a imagem ruim que vem tendo principalmente desde 2014, quando sofreu a mais vergonhosa derrota de sua história – os 7 a 1 para a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo de 2014. Ano passado, não conseguiu reconquistar a confiança própria e a da torcida e foi eliminada pelo pelo Paraguai nas penalidades após empate por 1 a 1 nas quartas de final. Depois, os paraguaios foram goleados por 6 a 1 pela Argentina nas semifinais.

Nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, o Brasil não fez melhor – ocupa apenas a sexta posição entre dez equipes, aumentando a importância da Copa América Centenário. O título pode dar a Dunga dias menos atribulados e um boost de confiança na Seleção para o torneio classificatório para o próximo Mundial.

HOJE

A partida de abertura da competição será entre Estados Unidos e Colômbia, às 22h30, no Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia. A aposta norte-americana é na experiência dos meias Clint Dempsey e Michael Bradley, remanescentes do Mundial de 2014. Já a Colômbia conta com o craque James Rodríguez e com cinco atletas do Atlético Nacional, semifinalista da Libertadores – entre eles o atacante Marlos Moreno.

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