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Corinthians teme efeito Libertadores se perder clássico



15/07/2006 | 08:00


Setenta dias após a trágica derrota para o River Plate, o fantasma da eliminação da Libertadores ainda atormenta o Corinthians. O elenco teme que nova derrota no clássico de amanhã, contra o Palmeiras, traga de volta a ira da torcida. O time entra em campo no Morumbi desesperado para sair da zona de rebaixamento do Brasileiro – está na 18ª posição –, ansioso para fazer um gol – não marcou nas últimas cinco derrotas – e ainda com medo do que vai acontecer no dia seguinte.

“É o jogo das nossas vidas. Questão de manter o emprego. Incomoda todo mundo, inclusive a comissão técnica. Incomoda até no lado familiar. Todo mundo sabe o que aconteceu na Libertadores. Não pode se repetir. Ficamos uma semana em casa, sem poder sair. Temos de ganhar para que isso não se repita”, diz o atacante Rafael Moura.

O zagueiro Sebá, que deverá ser titular ao lado de Marcus Vinícius , confessa que a situação é única em sua carreira. “Nunca tinha ficado numa posição tão ruim na tabela. Independentemente do adversário, temos de ganhar. Não dá mais para adiar e achar que a recuperação virá na próxima rodada. Chegou o momento. Tem de ser agora”, afirmou.

O técnico Geninho segue a linha. Mas, como comandante, minimiza. “Não me lembro de ter enfrentado uma seqüência de cinco derrotas na minha carreira. Mas não podemos dizer que esse jogo é uma questão de vida ou morte. Em função da rivalidade e das circunstâncias, é uma das partidas mais importantes do campeonato”, disse.

Geninho volta ao esquema 4-4-2. O zagueiro André Leone, contratado para arrumar a defesa, deve ir para o banco. Rosinei jogará na lateral, Carlos Alberto no meio-campo e Roger retorna à reserva. Essa foi a formação que mais agradou sexta-feira à tarde, no treino realizado no Parque São Jorge. “O time ficou mais compacto. Temos jogadores de qualidade que, jogando próximos, sempre criam boas chances”, diz o treinador, que não tem mais tempo para errar.



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Corinthians teme efeito Libertadores se perder clássico


15/07/2006 | 08:00


Setenta dias após a trágica derrota para o River Plate, o fantasma da eliminação da Libertadores ainda atormenta o Corinthians. O elenco teme que nova derrota no clássico de amanhã, contra o Palmeiras, traga de volta a ira da torcida. O time entra em campo no Morumbi desesperado para sair da zona de rebaixamento do Brasileiro – está na 18ª posição –, ansioso para fazer um gol – não marcou nas últimas cinco derrotas – e ainda com medo do que vai acontecer no dia seguinte.

“É o jogo das nossas vidas. Questão de manter o emprego. Incomoda todo mundo, inclusive a comissão técnica. Incomoda até no lado familiar. Todo mundo sabe o que aconteceu na Libertadores. Não pode se repetir. Ficamos uma semana em casa, sem poder sair. Temos de ganhar para que isso não se repita”, diz o atacante Rafael Moura.

O zagueiro Sebá, que deverá ser titular ao lado de Marcus Vinícius , confessa que a situação é única em sua carreira. “Nunca tinha ficado numa posição tão ruim na tabela. Independentemente do adversário, temos de ganhar. Não dá mais para adiar e achar que a recuperação virá na próxima rodada. Chegou o momento. Tem de ser agora”, afirmou.

O técnico Geninho segue a linha. Mas, como comandante, minimiza. “Não me lembro de ter enfrentado uma seqüência de cinco derrotas na minha carreira. Mas não podemos dizer que esse jogo é uma questão de vida ou morte. Em função da rivalidade e das circunstâncias, é uma das partidas mais importantes do campeonato”, disse.

Geninho volta ao esquema 4-4-2. O zagueiro André Leone, contratado para arrumar a defesa, deve ir para o banco. Rosinei jogará na lateral, Carlos Alberto no meio-campo e Roger retorna à reserva. Essa foi a formação que mais agradou sexta-feira à tarde, no treino realizado no Parque São Jorge. “O time ficou mais compacto. Temos jogadores de qualidade que, jogando próximos, sempre criam boas chances”, diz o treinador, que não tem mais tempo para errar.

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