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Aeronáutica apura morte de soldado por exercícios



28/08/2004 | 20:21


O comando da Aeronáutica no Pará apura denúncia feita por familiares do soldado Denilson Fonseca Lima, de 22 anos, que morreu na última terça-feira no hospital da corporação após uma sessão de exercícios pesados. Os pais do soldado, os técnicos auxiliares de enfermagem Maria Telma da Fonseca Lima, 37, e Meusaniel Pereira de Lima, 42, garantem que seu filho foi submetido a um ritmo alucinante de exercícios pelo tenente Tobias e exigem punição para o militar. Os órgãos do rapaz foram doados a pessoas que necessitam de transplantes.

Denilson chegou a ficar por três dias internado no Hospital de Aeronáutica de Belém, mas a justificativa dos médicos que o atenderam é de que ele morreu em consequência de um aneurisma cerebral e não em razão dos exercícios. Os pais do soldado também acusam o hospital de negligência médica. Ele não teria recebido atendimento imediato de um neurologista.

De acordo com a versão da Aeronáutica, os militares recebem tratamentos profissionais e não são submetidos a punições físicas. “Temos o rigor de qualquer instituição e respeitamos os limites das pessoas”, disse o tenente Luiz Ferreira, assessor de comunicação.



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Aeronáutica apura morte de soldado por exercícios


28/08/2004 | 20:21


O comando da Aeronáutica no Pará apura denúncia feita por familiares do soldado Denilson Fonseca Lima, de 22 anos, que morreu na última terça-feira no hospital da corporação após uma sessão de exercícios pesados. Os pais do soldado, os técnicos auxiliares de enfermagem Maria Telma da Fonseca Lima, 37, e Meusaniel Pereira de Lima, 42, garantem que seu filho foi submetido a um ritmo alucinante de exercícios pelo tenente Tobias e exigem punição para o militar. Os órgãos do rapaz foram doados a pessoas que necessitam de transplantes.

Denilson chegou a ficar por três dias internado no Hospital de Aeronáutica de Belém, mas a justificativa dos médicos que o atenderam é de que ele morreu em consequência de um aneurisma cerebral e não em razão dos exercícios. Os pais do soldado também acusam o hospital de negligência médica. Ele não teria recebido atendimento imediato de um neurologista.

De acordo com a versão da Aeronáutica, os militares recebem tratamentos profissionais e não são submetidos a punições físicas. “Temos o rigor de qualquer instituição e respeitamos os limites das pessoas”, disse o tenente Luiz Ferreira, assessor de comunicação.

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