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Pesquisa revela perfil de estagiário

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Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

09/03/2011 | 07:09


Falar outro idioma, morar com os pais e cursar Ensino Superior em universidades particulares. Essas são algumas das características da maior parte dos estagiários do País. Isso é o que aponta o levantamento realizado pelo Ciee (Centro de Integração Empresa-Escola), com estagiários das organizações que concorreram à edição 2010 do prêmio As 50 Melhores Empresas Para Estagiar, em parceria com Ibope Inteligência e com a Abrh-SP (Associação Brasileira de Recursos Humanos, seccional São Paulo).

Os dados identificam que a maioria dos estudantes possui bons conhecimentos em idiomas e tem acesso à tecnologia. A tabulação das informações indica que 58% dos estagiários são mulheres. Com relação à idade, 46% têm entre 21 e 25 anos. Jovens entre 16 e 20 anos perfazem 39%, seguidos pelos estagiários com idade entre 26 e 30 anos, que respondem por 9% e, os que têm mais de 30 anos, completam os 5% do total.

"O estágio tem por objetivo inserir esses jovens no mercado de trabalho. É a porta de entrada. Não é por acaso que 64% dos alunos que estagiam são contratados após se formarem", conta o superintendente de operações do Ciee, Eduardo de Oliveira. As bolsas-auxílio que esses jovens recebem, normalmente, são do valor da mensalidade da faculdade.

Com relação ao grau de instrução, 81% já são universitários, 14% estão matriculados no Ensino Médio e 5% fazem cursos técnicos. A maior parte (73%) se formará em instituições de ensino particulares.

Um dos requisitos do mercado está sendo atendido pelos jovens: saber idiomas. Mais da metade (62%) tem conhecimento em algum, além do português. A maioria opta por estudar inglês (56%), seguido pelo espanhol (20%) enquanto 8% falam outras línguas.

O levantamento aponta ainda que a casa dos pais é a morada de 74% dos alunos, enquanto 8% não jogam mais no time dos solteiros e dividem a casa com seu cônjuge. Compartilhar o teto com amigos é a opção de 5%, mesmo percentual que vive com parentes, enquanto 3% moram sozinhos.

Quase todos, 91%, têm acesso à internet, 87% possuem computador, 58% têm aparelho de MP3, 44% laptop, 33% telefonam de um celular 3G e 18% ouvem músicas pelo iPod. "O jovem, mais do quenunca, precisa estar inserido no mundo digital para estar antenado com as notícias do mundo, já que a informação é rápida", diz Oliveira. 

Empresas da região oferecem 238 oportunidades

O Ciee está recrutando candidatos para 238 vagas de estágio ofertadas por empresas do Grande ABC. Todos os jovens interessados poderão encaminhar e-mail para sbc@cieesp.org.br, ou ainda acessar o site (www.ciee.org.br).

As bolsas-auxílio oferecidas variam entre R$ 600 e R$ 3.000. Em geral, além da bolsa, as empresas contratantes oferecem vale-transporte aos estagiários, que cumprem jornada de trabalho de seis horas (geralmente, em horário comercial, com uma hora de almoço). Para algumas vagas, ter inglês fluente é diferencial.

Nesta semana, as oportunidades são direcionadas aos estudantes de curso técnico em eletrônica e mecânica, além das vagas destinadas aos universitários dos cursos de Administração de Empresas, Direito, Ciência da Computação, Marketing, Turismo, Física, Química, Matemática, Educação Física, Inglês e Geografia. Vale lembrar que, no banco de dados do Ciee, há oportunidades de estágio para jovens do Ensino Médio, Superior e Técnico.

Ciee contratou 500 jovens com deficiência

Em 2010, o Ciee intermediou a contratação de mais de 500 jovens com deficiência como estagiários, aprendizes ou celetistas em 201 empresas em todo o Brasil.

O número de beneficiados mais do que dobrou em relação ao ano anterior, quando foram inseridas 200 pessoas no mercado de trabalho, facilitando o cumprimento pelas organizações da lei de cotas.

As empresas interessadas na contratação de jovens especiais devem contatar o centro pelo site (www.ciee.org.br) ou se dirigir à unidade mais próxima, que também recebe inscrições gratuitas dos estudantes com deficiência interessados em participar do programa.

Ao se cadastrar, o jovem se habilita imediatamente para realizar os 30 cursos de educação a distância, especialmente formatados para estimular o desenvolvimento de competências pessoais e técnicas dos futuros profissionais.

Outra novidade é que, neste ano, o Ciee da capital paulista passa a contar com uma instrutora com capacitação para ministrar os cursos teóricos do programa em Libras (Linguagem Brasileira de Sinais), voltado a jovens com deficiência auditiva. Atualmente, o programa beneficia 39 pessoas com deficiência em todo o País. (da Redação)



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