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Em sabatina, Salles critica PT e PTB, mas poupa Brandão


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

16/08/2012 | 06:33


Ao inaugurar o ciclo de palestras da Acisa (Associação Comercial e Industrial de Santo André), o candidato ao Paço pelo PDT, Raimundo Salles, destacou ontem o modelo das três gestões do ex-prefeito Newton Brandão, morto em 2010, e atacou as administrações do PT (quatro ao todo) e de Aidan Ravin (PTB). Em duas horas, o pedetista utilizou 45 minutos para apontar o dedo aos adversários.

Sem citar nomes, Salles sustentou que Santo André está deixando de prosperar porque há governante que pensa somente em ganância. Em crítica incisiva a Aidan, o prefeiturável lembrou a célebre frase: “Do rouba, mas faz”, à época, imputada ao ex-governador Ademar de Barros. “A diferença é que ele (Aidan) é ruim e não fez nada. Comanda um ciclo de incompetência.”

Apesar da referência, no fim da palestra, o pedetista descartou que tenha atrelado o nome do prefeito a episódio de fraude aos cofres públicos. “Não posso falar em roubo, porém posso afirmar sua incapacidade administrativa. As denúncias (de corrupção) estão em investigação (na Polícia Civil).”

O prefeiturável culpou as administrações petistas de Celso Daniel e João Avamileno de priorizar contratações de ONGs e de endividar a Prefeitura, enumerando o débito de R$ 1,4 bilhão com a Sabesp, valor de tarifa que deixou de repassar à autarquia, e de precatórios, de R$ 600 milhões. “Devido a essas gestões há pouca expectativa. Se eleito, não farei contrato com ONG.”

Dos últimos 30 anos, Salles só poupou Brandão. O candidato avaliou que o ex-petebista pode ser chamado de último tocador de obras. “Na gestão Brandão havia 35% do Orçamento para investimento. A partir do PT o custeio da máquina ficou em 86%.”

No campo das propostas, Salles, que coleciona três derrotas eleitorais, seguiu a linha de ser “o prefeito da Educação”, implementando cinco escolas técnicas municipais já nos dois primeiros anos. O pedetista prevê tornar a Fundação Santo André em gestora de mão de obra, assim como a Fundação ABC, e de pesquisa, a exemplo da FGV (Fundação Getulio Vargas).



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