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Dez bons motivos para viajar ao lado do amado


Heloísa Cestari
Do Diário do Grande ABC

10/06/2010 | 07:00


Se viajar já é, por si só, gratificante, viajar ao lado da pessoa amada é uma das melhores coisas da vida. Além da companhia da cara-metade, os gastos com hospedagem e alimentação chegam a ficar até 50% mais em conta quando se está a dois. O transporte também: dá para rachar o táxi, o aluguel do carro e ainda economizar nos percursos de trem pela Europa (vários deles oferecem o passe para casais Saverpass). Sem falar no inestimável prazer de conhecer outras culturas compartilhando sabores, paisagens e experiências novas com quem mais se gosta. Esse privilégio, dinheiro nenhum paga.

O consultor de viagens Lúcio Martins Rodrigues, autor da série de guias e do Manual do Turista Brasileiro (Editora Conteúdo), também enumera algumas questões práticas que ficam mais fáceis de serem resolvidas quando se está acompanhado. "Numa estação ou aeroporto, dá para um ficar tomando conta da bagagem enquanto o outro sai para buscar informações ou ir ao banheiro. Também é preferível enfrentar juntos qualquer emergência, desde o extravio de uma mala (quando, eventualmente, um pode emprestar uma camiseta ao outro) até a situação em que um dos pombinhos fica doente. Nessas horas, como é bom ter alguém do lado!", observa Rodrigues.

A bagagem, por sua vez, tende a pesar menos. "Exceto a escova de dentes, os dois podem compartilhar muitos itens, a começar pelo material de toalete e o kit de medicamentos", completa Rodrigues, lembrando que, por motivos "técnicos e socioculturais", as mulheres têm a tendência nata de viajar com malas maiores do que os homens.

Finalmente, há casais em que um se expressa bem em inglês e o outro tem fluência em francês, italiano ou alemão. Algo perfeito quando se viaja pela Europa com a pretensão de visitar vários países.

Mas o Velho Continente não é o único a inspirar o clima de romance entre pombinhos. A escolha do destino varia conforme o casal, que pode ter perfil aventureiro, gostar de explorar lugares exóticos, ser aficionado por cruzeiros ou preferir o conforto de um resort à beira-mar. "Embora existam roteiros-aventura muito interessantes também para casais, convém lembrar que se forem fazer programas como acampar no deserto, percorrer a Trilha Inca ou excursionar pelo Salar de Uyuni, não terão muitas chances de namorar. É possível que, no fim do dia, como as condições de viagem não são confortáveis, os dois estejam exaustos, não possam sequer tomar um banho e queiram apenas dormir. Aliás, a 4.000 metros de altitude, é bom não fazer esforços em excesso", alerta o consultor.

Para quem pretende pôr a paixão em dia, Rodrigues sugere roteiros que não sejam tão radicais nem cansativos como conhecer toda a Europa em 15 dias. "Evitem listas enormes de atrações para serem visitadas em ritmo de rally. Assim, sobrará tempo para curtir o clima da cidade e conversar num bar gostoso tomando cerveja."

E seja qual for a escolha, para evitar que o love acabe em briga no meio da viagem, é fundamental que o roteiro também seja planejado a dois: cada um tem de ceder um pouco e respeitar os gostos e interesses do outro. De resto, é só definir o destino certo e deixar que o romantismo dite o ritmo da viagem.



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