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Nilson Bonome admite falhas de sua atuação e da gestão, mas ressalta compromisso com dinheiro público

Ricardo Trida/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Homem-forte de Pinheiro lembra de revisão de benefícios sociais


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

31/12/2016 | 07:00


Homem-forte do governo do prefeito de São Caetano, Paulo Pinheiro (PMDB), Nilson Bonome (PMDB) fez mea culpa de alguns erros de sua atuação na cidade e também de medidas adotadas pela administração ao fazer balanço dos quase dois anos de atuação na cidade.

“Saio muito satisfeito e grato por ter participado do governo Paulo Pinheiro. A cidade me acolheu com carinho e trabalhei com muito empenho. Evidentemente que houve falhas e erros de minha parte. Mas essas falhas aconteceram com o intuito de acertar”, admitiu Bonome. “O próprio governo sabe de falhas também cometidas.”

Entre os pontos citados pelo peemedebista como erros da gestão Pinheiro está a mudança no critério de concessão de benefícios na cidade, como medicamentos gratuitos e cestas básicas.

“Cheguei ao governo no dia 9 de janeiro de 2015, com o governo em andamento. Mas ouvi, isso também durante a campanha, que houve obstrução de serviços que atendiam diretamente a população mais necessitada de São Caetano. Não sei qual critério foi utilizado para isso ou se foi uma determinação da equipe do prefeito. Mas houve caso de família de baixa renda que teve seu nome retirado dos programas sociais. Isso afetou muito (na eleição)”, argumentou.

Pinheiro foi derrotado pelo ex-prefeito José Auricchio Júnior (PSDB) em outubro, por 34,34% a 30,71% dos votos válidos (32.067 votos a 28.674). Em quatro anos, Pinheiro perdeu 32.462 votos, já que, em 2012, ele abocanhou 61.136 adesões quando venceu Regina Maura Zetone (hoje no PSDB), prefeiturável patrocinada por Auricchio. Na visão de Bonome, a revisão da concessão de benefícios às classes mais baixas de São Caetano impactou diretamente na votação do chefe do Executivo.

Bonome terminou o governo – ontem, ao meio-dia, se encerrou o expediente do Palácio da Cerâmica – acumulando quatro secretarias: Governo, Mobilidade Urbana, Segurança e Serviços Urbanos, além de ter sido o presidente da comissão de transição pelo lado do atual governo. Durante o mandato, ele também chefiou a Pasta de Educação de maneira interina. “Acredito que cumpri minha missão. Apesar de tudo, o governo Paulo Pinheiro mostrou sua responsabilidade com o dinheiro público. Pagou mais de 70% da dívida herdada, entregou a Prefeitura no azul.”


FUTURO
Integrante da executiva estadual do PMDB, Bonome avisou que pretende concorrer a cargo eletivo em 2018. “Ainda não defini se saio a deputado federal ou estadual”. Também disse que quer capitanear a reformulação do PMDB na região, que, desta vez, não elegeu prefeitos. “Estive conversando com o presidente Baleia Rossi (deputado federal e presidente do PMDB estadual) sobre como podemos reforçar o partido no Grande ABC Será necessária essa reorganização.” 



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Nilson Bonome admite falhas de sua atuação e da gestão, mas ressalta compromisso com dinheiro público

Homem-forte de Pinheiro lembra de revisão de benefícios sociais

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

31/12/2016 | 07:00


Homem-forte do governo do prefeito de São Caetano, Paulo Pinheiro (PMDB), Nilson Bonome (PMDB) fez mea culpa de alguns erros de sua atuação na cidade e também de medidas adotadas pela administração ao fazer balanço dos quase dois anos de atuação na cidade.

“Saio muito satisfeito e grato por ter participado do governo Paulo Pinheiro. A cidade me acolheu com carinho e trabalhei com muito empenho. Evidentemente que houve falhas e erros de minha parte. Mas essas falhas aconteceram com o intuito de acertar”, admitiu Bonome. “O próprio governo sabe de falhas também cometidas.”

Entre os pontos citados pelo peemedebista como erros da gestão Pinheiro está a mudança no critério de concessão de benefícios na cidade, como medicamentos gratuitos e cestas básicas.

“Cheguei ao governo no dia 9 de janeiro de 2015, com o governo em andamento. Mas ouvi, isso também durante a campanha, que houve obstrução de serviços que atendiam diretamente a população mais necessitada de São Caetano. Não sei qual critério foi utilizado para isso ou se foi uma determinação da equipe do prefeito. Mas houve caso de família de baixa renda que teve seu nome retirado dos programas sociais. Isso afetou muito (na eleição)”, argumentou.

Pinheiro foi derrotado pelo ex-prefeito José Auricchio Júnior (PSDB) em outubro, por 34,34% a 30,71% dos votos válidos (32.067 votos a 28.674). Em quatro anos, Pinheiro perdeu 32.462 votos, já que, em 2012, ele abocanhou 61.136 adesões quando venceu Regina Maura Zetone (hoje no PSDB), prefeiturável patrocinada por Auricchio. Na visão de Bonome, a revisão da concessão de benefícios às classes mais baixas de São Caetano impactou diretamente na votação do chefe do Executivo.

Bonome terminou o governo – ontem, ao meio-dia, se encerrou o expediente do Palácio da Cerâmica – acumulando quatro secretarias: Governo, Mobilidade Urbana, Segurança e Serviços Urbanos, além de ter sido o presidente da comissão de transição pelo lado do atual governo. Durante o mandato, ele também chefiou a Pasta de Educação de maneira interina. “Acredito que cumpri minha missão. Apesar de tudo, o governo Paulo Pinheiro mostrou sua responsabilidade com o dinheiro público. Pagou mais de 70% da dívida herdada, entregou a Prefeitura no azul.”


FUTURO
Integrante da executiva estadual do PMDB, Bonome avisou que pretende concorrer a cargo eletivo em 2018. “Ainda não defini se saio a deputado federal ou estadual”. Também disse que quer capitanear a reformulação do PMDB na região, que, desta vez, não elegeu prefeitos. “Estive conversando com o presidente Baleia Rossi (deputado federal e presidente do PMDB estadual) sobre como podemos reforçar o partido no Grande ABC Será necessária essa reorganização.” 

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