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Ramalhão aposta em sequência para seguir revelando talentos

Marina Brandão/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ari Mantovani, técnico da equipe na Copa São
Paulo, tem 12 anos de trabalho no Santo André


Anderson Fattori

31/12/2016 | 07:00


Quando se fala em categoria de base no Santo André rapidamente se associa o nome de Ari Mantovani ao assunto. Desde 1997 – com exceção do período entre 2008 e 2012, quando deixou o clube – ele vem trabalhando nos bastidores para ajudar na descoberta de jogadores, a exemplo do que fará na Copa São Paulo de Juniores, que começa dia 4, quando estará na função de treinador – já trabalhou de auxiliar a supervisor do setor.

Entre os grandes atletas que ajudou a revelar estão alguns que ainda brilham dentro e fora do Brasil, casos do lateral-direito Pará, do Flamengo, do meia Ricardo Goulart, no Guangzhou, da China, do goleiro Junior Costa, do Bologna, da Itália, entre outros. Agora, a meta é produzir mais algumas peças para o time profissional, que neste ano irá disputar a elite do Campeonato Paulista.

“Com o trabalho dos últimos anos, o Santo André se transformou em clube formador, isso é muito importante, negociando atletas tanto no Brasil como no Exterior. Fico feliz em saber que hoje, trabalhando com os profissionais, já temos oito jogadores revelados em casa, sendo que quatro terminaram a Série A-2 como titulares (os laterais Jean e Paulo, o volante Dudu Vieira e o meia-atacante Guilherme Garré), o que é um ganho enorme”, comemora Ari. “Nesta safra que vai jogar a Copinha temos alguns destaques individuais e creio que o Santo André tem tudo para aumentar esse número de jogadores promovidos ao profissional.”

Experiente no assunto, Ari faz questão de conversar individualmente com os atletas que se sobressaem para manter os pés no chão e focar no trabalho do sub-20. “Tem de conscientizar que está na categoria de base. Precisa manter a regularidade, principalmente no alto nível, isso é importante. A cada competição, a cada jogo, você tem de provar para ganhar oportunidade no departamento profissional, isso é o que passo para eles. Essa é uma oportunidade que eles estão tendo e têm de aproveitar”, comentou o treinador.

O Santo André estreia na Copa São Paulo na quarta-feira, às 14h, contra o Água Santa, em clássico que abre as disputas do Grupo 30, que ainda conta com Criciúma, de Santa Catarina, e Porto, de Pernambuco. 



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Ramalhão aposta em sequência para seguir revelando talentos

Ari Mantovani, técnico da equipe na Copa São
Paulo, tem 12 anos de trabalho no Santo André

Anderson Fattori

31/12/2016 | 07:00


Quando se fala em categoria de base no Santo André rapidamente se associa o nome de Ari Mantovani ao assunto. Desde 1997 – com exceção do período entre 2008 e 2012, quando deixou o clube – ele vem trabalhando nos bastidores para ajudar na descoberta de jogadores, a exemplo do que fará na Copa São Paulo de Juniores, que começa dia 4, quando estará na função de treinador – já trabalhou de auxiliar a supervisor do setor.

Entre os grandes atletas que ajudou a revelar estão alguns que ainda brilham dentro e fora do Brasil, casos do lateral-direito Pará, do Flamengo, do meia Ricardo Goulart, no Guangzhou, da China, do goleiro Junior Costa, do Bologna, da Itália, entre outros. Agora, a meta é produzir mais algumas peças para o time profissional, que neste ano irá disputar a elite do Campeonato Paulista.

“Com o trabalho dos últimos anos, o Santo André se transformou em clube formador, isso é muito importante, negociando atletas tanto no Brasil como no Exterior. Fico feliz em saber que hoje, trabalhando com os profissionais, já temos oito jogadores revelados em casa, sendo que quatro terminaram a Série A-2 como titulares (os laterais Jean e Paulo, o volante Dudu Vieira e o meia-atacante Guilherme Garré), o que é um ganho enorme”, comemora Ari. “Nesta safra que vai jogar a Copinha temos alguns destaques individuais e creio que o Santo André tem tudo para aumentar esse número de jogadores promovidos ao profissional.”

Experiente no assunto, Ari faz questão de conversar individualmente com os atletas que se sobressaem para manter os pés no chão e focar no trabalho do sub-20. “Tem de conscientizar que está na categoria de base. Precisa manter a regularidade, principalmente no alto nível, isso é importante. A cada competição, a cada jogo, você tem de provar para ganhar oportunidade no departamento profissional, isso é o que passo para eles. Essa é uma oportunidade que eles estão tendo e têm de aproveitar”, comentou o treinador.

O Santo André estreia na Copa São Paulo na quarta-feira, às 14h, contra o Água Santa, em clássico que abre as disputas do Grupo 30, que ainda conta com Criciúma, de Santa Catarina, e Porto, de Pernambuco. 

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