Fechar
Publicidade

Domingo, 14 de Agosto

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

Acordo com Caixa continua travado


Caio dos Reis
Especial para o Diário

13/02/2015 | 07:00


Considerado o projeto mais importante do governo do prefeito de Santo André, Carlos Grana (PT), em tramitação na Câmara neste primeiro bimestre, a proposta de pavimentação do bairro Recreio da Borda do Campo passou por outra sessão ontem em branco, sem ser votado. O G-12, grupo de vereadores independentes, reiterou que o texto do Executivo continua carente de informações e solicitou esclarecimentos.

O convênio de financiamento com a Caixa Econômica Federal, no valor de R$ 12,9 milhões, que objetiva o recapeamento asfáltico de vias do Recreio, deve ser votado na quinta-feira após mais de três meses de discussão no Legislativo.

Na semana passada, o vereador Toninho de Jesus (SD), um dos integrantes do G-12, fez requerimento pedindo dados sobre especificações do projeto. Segundo o líder do governo, vereador José de Araújo (PMDB), a resposta ao documento suspendia a ida do secretário de Mobilidade Urbana, Obras e Serviços Públicos, Paulinho Serra (PSD), à Câmara. O ofício da Casa chegou ontem na Prefeitura e a minuta será apreciada na próxima sessão.

O parlamentar Ailton Lima (SD) endossou a postura do correligionário e alegou que a Prefeitura necessita explicar melhor esse projeto. “A grande questão é entender como e onde esse investimento será feito e o tipo de pavimentação, por exemplo. A aplicação de R$ 12 milhões impossibilita a pavimentação do bairro todo, por isso, é importante saber os motivos de determinada avenida ser asfaltada antes ao invés de outra”, destacou.

DISPUTA
A sessão de ontem deixou ainda mais em evidência a animosidade que existe entre G-12 e aliados do governo petista. Na terça-feira, o presidente da Câmara, Ronaldo de Castro (PRB), decretou que não haverá expediente na Quarta-Feira de Cinzas, dia 18.

O ato irritou Araújo. O peemedebista usou o argumento do funcionamento de indústrias, bancos e da própria Prefeitura como justificativa para a abertura normal do Legislativo. Além da alegação, o líder do governo questionou o motivo apontado pelo presidente da Câmara: a crise hídrica. “(O fechamento da Casa) Não vai influenciar em nada na crise.”

Ronaldo rebateu Araújo e frisou que o problema não é a único causa para a decisão. “A Câmara está em reforma, sem ar-condicionado e com apenas dois banheiros. Não posso pensar o que é bom só para mim. Tenho que pensar nos outros.” 



Quer receber em primeira mão as notícias das sete cidades do Grande ABC?

Entre no nosso grupo de WhatsApp. 
Clique aqui.
 

Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.


Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;