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Uma paródia de ‘300’


Ângela Corrêa
Do Diário do Grande ABC

29/02/2008 | 07:01


Os fãs das graphic novels de Frank Miller hão de convir. Na adaptação para os cinemas 300 (2007), a frase “This is Sparta!”, urrada pelo rei Leônidas (Gerard Butler) e o figurino mínimo de todo o elenco nasceram para ser parodiados. Pena que levaram a tarefa a sério.

Espartalhões, que estréia hoje na região e na Capital, faz com a aventura dos espartanos o que a série Todo Mundo em Pânico já havia feito com os filmes de terror adolescente.

Mas não há como acusar os realizadores da nova comédia de plágio. Aaron Seltzer e Jason Friedberg, que dividem roteiro e direção, comandaram também a trilogia que escrachou os clichês do horror.

Em Espartalhões, a crítica não é metalingüística. Os filmes de ação não são alvos de piada isoladamente. Sobram farpas para todo o meio pop. De Britney Spears a Paris Hilton. Uma atriz personifica Britney raspando a cabeça e segurando um bebê que representa seu filho. O rei não perdoa: a chuta buraco adentro, como foi feito com um inimigo no original.

É certo que 300 sofre a maior parte das imitações. Humor óbvio e por vezes grosseiro brinca com a sexualidade de Leônidas e de seus soldados (das três centenas do original, são apenas 13 na paródia). O deus-rei Xerxes, interpretado por Rodrigo Santoro, virou um gorducho.



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Uma paródia de ‘300’

Ângela Corrêa
Do Diário do Grande ABC

29/02/2008 | 07:01


Os fãs das graphic novels de Frank Miller hão de convir. Na adaptação para os cinemas 300 (2007), a frase “This is Sparta!”, urrada pelo rei Leônidas (Gerard Butler) e o figurino mínimo de todo o elenco nasceram para ser parodiados. Pena que levaram a tarefa a sério.

Espartalhões, que estréia hoje na região e na Capital, faz com a aventura dos espartanos o que a série Todo Mundo em Pânico já havia feito com os filmes de terror adolescente.

Mas não há como acusar os realizadores da nova comédia de plágio. Aaron Seltzer e Jason Friedberg, que dividem roteiro e direção, comandaram também a trilogia que escrachou os clichês do horror.

Em Espartalhões, a crítica não é metalingüística. Os filmes de ação não são alvos de piada isoladamente. Sobram farpas para todo o meio pop. De Britney Spears a Paris Hilton. Uma atriz personifica Britney raspando a cabeça e segurando um bebê que representa seu filho. O rei não perdoa: a chuta buraco adentro, como foi feito com um inimigo no original.

É certo que 300 sofre a maior parte das imitações. Humor óbvio e por vezes grosseiro brinca com a sexualidade de Leônidas e de seus soldados (das três centenas do original, são apenas 13 na paródia). O deus-rei Xerxes, interpretado por Rodrigo Santoro, virou um gorducho.

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