Fechar
Publicidade

Sexta-Feira, 23 de Abril

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Cultura & Lazer

cultura@dgabc.com.br | 4435-8364

A volta de Rambo


Ângela Corrêa
Do Diário do Grande ABC

29/02/2008 | 07:00


Sylvester Stallone está decidido a ressuscitar os brucutus que lhe fizeram famoso – e, por tabela, levantar a combalida carreira. Rambo IV, que estréia hoje (também no Grande ABC) duas décadas depois da última parte, chega aos cinemas cerca de um ano após Rocky Balboa, o retorno do torturado boxeador. O ator também assina a direção do filme.

Para quem não é fã da saga ou nunca parou para medir o valor de Stallone para o ‘cinema macho’, a continuação inspira pena ou escárnio. Para quem cresceu vendo as reprises, a retomada de Rambo é um emocionante desfecho. Mas é possível que a visão do sessentão (Stallone completa 62 em julho) usando a famosa faixa – que se alterna entre a vermelha e a azul – sobre a imaculada cabeleira cause risos até nos fãs.

Como Rocky, a máquina patriota John Rambo está aposentada em algum lugar entre a Tailândia e Mianmar (antiga Birmânia). Resignado à rotina, ele sobrevive do transporte de passageiros em seu barco. A exemplo do início do terceiro filme – no qual se refugiou em monastério budista e só saiu para salvar seu coronel, o guerreiro vive uma fase ‘paz e amor’.

Rambo anda tão mudado que nem ‘saliva’ quando um grupo de missionários cristãos liderado por Rachel (Julie Benz) propõe que ele os leve até Burma, cenário apetitoso para a máquina de matar: lá, o conflito entre a tribo karen e o exército mianmarense está cada vez mais violento.

Dá de ombros, até que os voluntários são seqüestrados no país vizinho. É a deixa para que o velho e sanguinário lutador ressurja. Ao que parece, os 20 anos de ‘abstinência’ o deixaram com mais sede: esmaga traquéias com as próprias mãos, corta barrigas e metralha à queima-roupa os inimigos dos estrangeiros de bom coração. Para matar saudades ou morrer de rir.


Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

A volta de Rambo

Ângela Corrêa
Do Diário do Grande ABC

29/02/2008 | 07:00


Sylvester Stallone está decidido a ressuscitar os brucutus que lhe fizeram famoso – e, por tabela, levantar a combalida carreira. Rambo IV, que estréia hoje (também no Grande ABC) duas décadas depois da última parte, chega aos cinemas cerca de um ano após Rocky Balboa, o retorno do torturado boxeador. O ator também assina a direção do filme.

Para quem não é fã da saga ou nunca parou para medir o valor de Stallone para o ‘cinema macho’, a continuação inspira pena ou escárnio. Para quem cresceu vendo as reprises, a retomada de Rambo é um emocionante desfecho. Mas é possível que a visão do sessentão (Stallone completa 62 em julho) usando a famosa faixa – que se alterna entre a vermelha e a azul – sobre a imaculada cabeleira cause risos até nos fãs.

Como Rocky, a máquina patriota John Rambo está aposentada em algum lugar entre a Tailândia e Mianmar (antiga Birmânia). Resignado à rotina, ele sobrevive do transporte de passageiros em seu barco. A exemplo do início do terceiro filme – no qual se refugiou em monastério budista e só saiu para salvar seu coronel, o guerreiro vive uma fase ‘paz e amor’.

Rambo anda tão mudado que nem ‘saliva’ quando um grupo de missionários cristãos liderado por Rachel (Julie Benz) propõe que ele os leve até Burma, cenário apetitoso para a máquina de matar: lá, o conflito entre a tribo karen e o exército mianmarense está cada vez mais violento.

Dá de ombros, até que os voluntários são seqüestrados no país vizinho. É a deixa para que o velho e sanguinário lutador ressurja. Ao que parece, os 20 anos de ‘abstinência’ o deixaram com mais sede: esmaga traquéias com as próprias mãos, corta barrigas e metralha à queima-roupa os inimigos dos estrangeiros de bom coração. Para matar saudades ou morrer de rir.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;