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Mantega recomenda 'maracujá' a banqueiros nervosos


Da AFP

26/03/2003 | 09:19


O ministro do Planejamento, Guido Mantega, que está em Milão, convidou nesta quarta-feira os banqueiros impacientes pelas reformas prometidas pelo novo governo a tomarem "maracujá para acalmar os nervos".

Mantega, em entrevista coletiva na qual fez um balanço da assembléia anual do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), assegurou que não notou a ansiedade ou o nervosismo dos banqueiros pelas reformas do governo brasileiro, embora "os aconselhe a tomar maracujá".

O ministro afirmou que as reformas do governo Luiz Inácio Lula da Silva para os setores tributário e de previdência social caminham em "ritmo acelerado" e garantiu que em duas ou três semanas as propostas serão discutidas pelo Congresso.

"Em três meses de governo, essas duas grandes reformas serão debatidas no Congresso", assegurou o ministro, ressaltando que organismos internacionais como o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial "não manifestaram nenhuma ansiedade e se mostraram muito satisfeitos" com os planos do governo.



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Mantega recomenda 'maracujá' a banqueiros nervosos

Da AFP

26/03/2003 | 09:19


O ministro do Planejamento, Guido Mantega, que está em Milão, convidou nesta quarta-feira os banqueiros impacientes pelas reformas prometidas pelo novo governo a tomarem "maracujá para acalmar os nervos".

Mantega, em entrevista coletiva na qual fez um balanço da assembléia anual do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), assegurou que não notou a ansiedade ou o nervosismo dos banqueiros pelas reformas do governo brasileiro, embora "os aconselhe a tomar maracujá".

O ministro afirmou que as reformas do governo Luiz Inácio Lula da Silva para os setores tributário e de previdência social caminham em "ritmo acelerado" e garantiu que em duas ou três semanas as propostas serão discutidas pelo Congresso.

"Em três meses de governo, essas duas grandes reformas serão debatidas no Congresso", assegurou o ministro, ressaltando que organismos internacionais como o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial "não manifestaram nenhuma ansiedade e se mostraram muito satisfeitos" com os planos do governo.

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