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Governo boliviano diz que greve foi ato de 'violência e vandalismo'


Da AFP

08/09/2006 | 19:56


O governo do presidente Evo Morales qualificou de ato de "violência e vandalismo" a greve geral que paralisou nesta sexta-feira quatro das nove províncias bolivianas.

O porta-voz da presidência Alex Contreras destacou ainda que a paralisação para protestar contra Evo Morales, observada nas regiões de Santa Cruz, Beni, Pando e Tarija, "esteve longe de ser pacífica".

"Não foi pacífica, ao contrário, foi violenta, muito violenta, agressiva e vandálica", disse o porta-voz à AFP ao final da paralisação.

Segundo o ministério da Presidência, a greve denominada "Bolívia, respeito às leis", convocada contra a suposta política "totalitária" de Evo Morales na Assembléia Constituinte, foi financiada por empresários e políticos de Santa Cruz.

A ministra de Governo, Alicia Muñoz, disse que "hordas de pistoleiros" da organização de direita União Juvenil Cruceñista agrediram cidadãos alheios ao protesto que tentavam transitar pela cidade de Santa Cruz.

Segundo Contreras, o protesto teve adesão parcial e deixou três feridos em Tarija e "vários outros" em Santa Cruz.



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Governo boliviano diz que greve foi ato de 'violência e vandalismo'

Da AFP

08/09/2006 | 19:56


O governo do presidente Evo Morales qualificou de ato de "violência e vandalismo" a greve geral que paralisou nesta sexta-feira quatro das nove províncias bolivianas.

O porta-voz da presidência Alex Contreras destacou ainda que a paralisação para protestar contra Evo Morales, observada nas regiões de Santa Cruz, Beni, Pando e Tarija, "esteve longe de ser pacífica".

"Não foi pacífica, ao contrário, foi violenta, muito violenta, agressiva e vandálica", disse o porta-voz à AFP ao final da paralisação.

Segundo o ministério da Presidência, a greve denominada "Bolívia, respeito às leis", convocada contra a suposta política "totalitária" de Evo Morales na Assembléia Constituinte, foi financiada por empresários e políticos de Santa Cruz.

A ministra de Governo, Alicia Muñoz, disse que "hordas de pistoleiros" da organização de direita União Juvenil Cruceñista agrediram cidadãos alheios ao protesto que tentavam transitar pela cidade de Santa Cruz.

Segundo Contreras, o protesto teve adesão parcial e deixou três feridos em Tarija e "vários outros" em Santa Cruz.

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