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Padronização pode ajudar a diminuir acidentes de motos


Da Agência Brasil

25/09/2006 | 17:02


O presidente da Fenamoto (Federação dos Mototaxistas e Motoboys do Brasil), Robson Alves Paulino, afirmou nesta segunda-feira que a padronização da motocicleta e do uniforme usado por motoboys, mototaxistas e motofretes pode ajudar a diminuir o número de acidentes envolvendo motociclistas.

O modelo foi adotado em novembro de 2003 em Goiânia, onde todos os motociclistas ligados à federação passaram a usar capacete e colete amarelos, com fitas refletivas, e com número da permissão concedida pela prefeitura estampado nos capacetes e na lateral das motos, que também são amarelas.

Depois que a padronização foi implementada na capital goiana, o número de acidentes com motos caiu 84%. Desde então, nenhuma morte de motoboy ou mototaxista foi registrada.

O presidente da Fenamoto afirmou que o quadro em Goiânia é diferente do verificado em outras capitais brasileiras, onde a violência no trânsito mata um motociclista a cada 30 horas. “É um número alarmante”, alertou.

Robson Paulino disse que a idéia é expandir o modelo de padronização para as outras capitais. “A padronização traz uma identificação e uma segurança tanto para motociclistas como para usuários desses serviços”.

Segundo dados da Fenamoto, há em todo o país cerca de 1,5 milhão de motoboys e motofretes e de 500 mil mototaxistas. Para o presidente da Federação, o número de mortes entre estes profissionais pode ser reduzido por meio de uma lei de regulamentação da atividade e de investimentos na formação dos condutores.

Nesta segunda-feira, foi realizado o 1º Seminário Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) de Educação e Segurança no Trânsito, em Brasília. O encontro faz parte das atividades da Semana Nacional de Trânsito, que termina ainda nesta segunda. O tema este ano é Você e a Moto: uma União Feliz.


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Padronização pode ajudar a diminuir acidentes de motos

Da Agência Brasil

25/09/2006 | 17:02


O presidente da Fenamoto (Federação dos Mototaxistas e Motoboys do Brasil), Robson Alves Paulino, afirmou nesta segunda-feira que a padronização da motocicleta e do uniforme usado por motoboys, mototaxistas e motofretes pode ajudar a diminuir o número de acidentes envolvendo motociclistas.

O modelo foi adotado em novembro de 2003 em Goiânia, onde todos os motociclistas ligados à federação passaram a usar capacete e colete amarelos, com fitas refletivas, e com número da permissão concedida pela prefeitura estampado nos capacetes e na lateral das motos, que também são amarelas.

Depois que a padronização foi implementada na capital goiana, o número de acidentes com motos caiu 84%. Desde então, nenhuma morte de motoboy ou mototaxista foi registrada.

O presidente da Fenamoto afirmou que o quadro em Goiânia é diferente do verificado em outras capitais brasileiras, onde a violência no trânsito mata um motociclista a cada 30 horas. “É um número alarmante”, alertou.

Robson Paulino disse que a idéia é expandir o modelo de padronização para as outras capitais. “A padronização traz uma identificação e uma segurança tanto para motociclistas como para usuários desses serviços”.

Segundo dados da Fenamoto, há em todo o país cerca de 1,5 milhão de motoboys e motofretes e de 500 mil mototaxistas. Para o presidente da Federação, o número de mortes entre estes profissionais pode ser reduzido por meio de uma lei de regulamentação da atividade e de investimentos na formação dos condutores.

Nesta segunda-feira, foi realizado o 1º Seminário Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) de Educação e Segurança no Trânsito, em Brasília. O encontro faz parte das atividades da Semana Nacional de Trânsito, que termina ainda nesta segunda. O tema este ano é Você e a Moto: uma União Feliz.

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