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Brasil encara tabu na Copa Sul-Americana


Divanei Guazzelli
Do Diário do Grande ABC

08/08/2005 | 08:22


A partir desta terça e até o começo de dezembro, a segunda competição em importância no futebol continental dará ao Brasil a oportunidade de alcançar um título inédito. Em três edições da Copa Sul-Americana, o futebol que já ganhou o Mundial cinco vezes e é o atual detentor das copas América e das Confedarações não conseguiu um só título. Depois do San Lorenzo (Argentina), em 2002; Cienciano (Peru), em 2003, e Boca Juniors (Argentina), em 2004, o Brasil terá oito equipes na tentativa de comemorar a conquista. Todas, porém, estréiam somente no dia 17, com quatro confrontos domésticos.

A Copa Sul-Americana começa com duelos paraguaios e equatorianos. As duas primeiras partidas, terça-feira, começam com El Nacional x LDU, no Equador, e Guarani x Cerro Porteño, no Paraguai. Na quarta-feira, Banfield e Estudiantes de La Plata se enfrentam na Argentina e, no dia 11, no Chile, a Universidad de Chile enfrenta a Universidad Católica, em Santiago. No dia 17, os jogos entre brasileiros serão Fluminense x Santos, no Rio; Internacional x São Paulo, em Porto Alegre; Juventude x Cruzeiro, em Caxias do Sul-RS, e Goiás x Corinthians, em Goiânia, com a fase de volta marcada para duas semanas depois.

Pela colocação nos Brasileiros de 2002 e 2003, o São Caetano participou das duas últimas edições da Copa Sul-Americana, mas chegou no máximo à segunda fase. O time brasileiro que mais se aproximou do título foi o São Paulo, que em 2003 caiu na semifinal, eliminado pelo River Plate, que na decisão perdeu para o surpreendente Cienciano, de Cuzco (Peru). Já para 2005, os representantes do País serão o campeão nacional, além dos classificados da quinta à 11ªcolocações.

Apesar do nome, a Copa Sul-Americana terá, como a Libertadores, representantes da América do Norte, que são filiados à Concacaf (Confederação Centro-Americana e do Caribe de Futebol). Os EUA serão representados pelo DC United e o México, por América e Pumas.

Recopa – A Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) procura dar à Sul-Americana uma dimensão próxima da Libertadores da América, a ponto de existirem planos para uma decisão intercontinental, entre o seu campeão e o vencedor da Copa da Uefa, também o segundo torneio em importância na Europa. Seria semelhante ao que ocorria até 2004, no Japão, entre os ganhadores da Libertadores e da Copa dos Campeões, confronto que pode até retornar mesmo com o novo formato do Mundial de Clubes da Fifa.

Nos dias 24 e 31 de agosto, os ganhadores de 2004 da Libertadores (Once Caldas) e da Sul-Americana (Boca Juniors) se enfrentam pela decisão da Recopa Sul-Americana, pela primeira vez em duas partidas. Até o ano passado, havia um só jogo, que ocorria nos EUA.



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Brasil encara tabu na Copa Sul-Americana

Divanei Guazzelli
Do Diário do Grande ABC

08/08/2005 | 08:22


A partir desta terça e até o começo de dezembro, a segunda competição em importância no futebol continental dará ao Brasil a oportunidade de alcançar um título inédito. Em três edições da Copa Sul-Americana, o futebol que já ganhou o Mundial cinco vezes e é o atual detentor das copas América e das Confedarações não conseguiu um só título. Depois do San Lorenzo (Argentina), em 2002; Cienciano (Peru), em 2003, e Boca Juniors (Argentina), em 2004, o Brasil terá oito equipes na tentativa de comemorar a conquista. Todas, porém, estréiam somente no dia 17, com quatro confrontos domésticos.

A Copa Sul-Americana começa com duelos paraguaios e equatorianos. As duas primeiras partidas, terça-feira, começam com El Nacional x LDU, no Equador, e Guarani x Cerro Porteño, no Paraguai. Na quarta-feira, Banfield e Estudiantes de La Plata se enfrentam na Argentina e, no dia 11, no Chile, a Universidad de Chile enfrenta a Universidad Católica, em Santiago. No dia 17, os jogos entre brasileiros serão Fluminense x Santos, no Rio; Internacional x São Paulo, em Porto Alegre; Juventude x Cruzeiro, em Caxias do Sul-RS, e Goiás x Corinthians, em Goiânia, com a fase de volta marcada para duas semanas depois.

Pela colocação nos Brasileiros de 2002 e 2003, o São Caetano participou das duas últimas edições da Copa Sul-Americana, mas chegou no máximo à segunda fase. O time brasileiro que mais se aproximou do título foi o São Paulo, que em 2003 caiu na semifinal, eliminado pelo River Plate, que na decisão perdeu para o surpreendente Cienciano, de Cuzco (Peru). Já para 2005, os representantes do País serão o campeão nacional, além dos classificados da quinta à 11ªcolocações.

Apesar do nome, a Copa Sul-Americana terá, como a Libertadores, representantes da América do Norte, que são filiados à Concacaf (Confederação Centro-Americana e do Caribe de Futebol). Os EUA serão representados pelo DC United e o México, por América e Pumas.

Recopa – A Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) procura dar à Sul-Americana uma dimensão próxima da Libertadores da América, a ponto de existirem planos para uma decisão intercontinental, entre o seu campeão e o vencedor da Copa da Uefa, também o segundo torneio em importância na Europa. Seria semelhante ao que ocorria até 2004, no Japão, entre os ganhadores da Libertadores e da Copa dos Campeões, confronto que pode até retornar mesmo com o novo formato do Mundial de Clubes da Fifa.

Nos dias 24 e 31 de agosto, os ganhadores de 2004 da Libertadores (Once Caldas) e da Sul-Americana (Boca Juniors) se enfrentam pela decisão da Recopa Sul-Americana, pela primeira vez em duas partidas. Até o ano passado, havia um só jogo, que ocorria nos EUA.

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