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Trump critica democratas e fala em acordo com a China em último comício

CAROLYN KASTER/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Discurso foi permeado por números da economia americana e exaltações da política comercial



06/11/2018 | 03:27


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar as políticas dos democratas e a exaltar os resultados econômicos de sua gestão, durante o último comício de apoio aos candidatos republicanos para as eleições de meio de mandato, que acontecem nesta terça-feira, 6. "Amanhã (terça-feira), pegue sua família, amigos, vizinhos, colegas de trabalho e saia para votar por uma Câmara e um Senado republicanos", incentivou Trump no ato, que ocorreu em Cape Girardeau, Missouri, na noite da segunda-feira, 5.

O Estado é chave para Trump, já que as pesquisas mais recentes mostram empate técnico na eleição para o Senado entre a democrata Claire McCaskill, que busca a reeleição, e o republicano Josh Hawley, com leve vantagem para o candidato do presidente. "Minha última parada é aqui. Por uma razão. Porque é a casa de Rush Limbaugh (comentarista da Fox News). É também o lugar em que Josh está concorrendo. Ele vai representar Missouri tão bem. Ele está liderando.", disse o presidente.

Trump ainda criticou a candidata democrata. "Ela diz que concorda comigo na segurança da fronteira. Mas, amanhã, terça, é o dia da votação. Na quarta, ela não vai mais concordar", disse o presidente, acrescentando que McCaskill votou na Câmara contra a redução dos impostos e contra a nomeação de Brett Kavanaugh, envolvido em suspeitas de abuso sexual, para a Suprema Corte.

O caso Kavanaugh também foi usado como arma contra os democratas no comício. Trump lembrou que, no sábado, 3, uma das supostas vítimas do juiz da Suprema Corte admitiu que havia mentido sobre o abuso, supostamente por influência do partido rival. "Os democratas exageraram", disse o presidente.

Todo o discurso foi permeado por números da economia americana e exaltações da política comercial. "Estamos batendo recordes diários", disse Trump, lembrando que foram criados 4,5 milhões de empregos desde a sua eleição, em 2016. "Nunca houve uma época tão boa para os trabalhadores americanos."

Sobre a China, Trump afirmou que tem muito respeito pelo país e pelo presidente Xi Jinping, e que seu governo está fazendo um ótimo trabalho contra os supostos abusos chineses na área comercial. "Eles querem fazer um acordo e está bem para mim", voltou a dizer.

Trump ainda criticou veículos de imprensa como CNN, NBC e CBS. "Não vou dizer que eles tratam a gente muito mal, mas estamos deixando eles loucos." O comício foi interrompido por cinco minutos, para que uma mulher que passou mal fosse atendida.



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Trump critica democratas e fala em acordo com a China em último comício

Discurso foi permeado por números da economia americana e exaltações da política comercial


06/11/2018 | 03:27


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar as políticas dos democratas e a exaltar os resultados econômicos de sua gestão, durante o último comício de apoio aos candidatos republicanos para as eleições de meio de mandato, que acontecem nesta terça-feira, 6. "Amanhã (terça-feira), pegue sua família, amigos, vizinhos, colegas de trabalho e saia para votar por uma Câmara e um Senado republicanos", incentivou Trump no ato, que ocorreu em Cape Girardeau, Missouri, na noite da segunda-feira, 5.

O Estado é chave para Trump, já que as pesquisas mais recentes mostram empate técnico na eleição para o Senado entre a democrata Claire McCaskill, que busca a reeleição, e o republicano Josh Hawley, com leve vantagem para o candidato do presidente. "Minha última parada é aqui. Por uma razão. Porque é a casa de Rush Limbaugh (comentarista da Fox News). É também o lugar em que Josh está concorrendo. Ele vai representar Missouri tão bem. Ele está liderando.", disse o presidente.

Trump ainda criticou a candidata democrata. "Ela diz que concorda comigo na segurança da fronteira. Mas, amanhã, terça, é o dia da votação. Na quarta, ela não vai mais concordar", disse o presidente, acrescentando que McCaskill votou na Câmara contra a redução dos impostos e contra a nomeação de Brett Kavanaugh, envolvido em suspeitas de abuso sexual, para a Suprema Corte.

O caso Kavanaugh também foi usado como arma contra os democratas no comício. Trump lembrou que, no sábado, 3, uma das supostas vítimas do juiz da Suprema Corte admitiu que havia mentido sobre o abuso, supostamente por influência do partido rival. "Os democratas exageraram", disse o presidente.

Todo o discurso foi permeado por números da economia americana e exaltações da política comercial. "Estamos batendo recordes diários", disse Trump, lembrando que foram criados 4,5 milhões de empregos desde a sua eleição, em 2016. "Nunca houve uma época tão boa para os trabalhadores americanos."

Sobre a China, Trump afirmou que tem muito respeito pelo país e pelo presidente Xi Jinping, e que seu governo está fazendo um ótimo trabalho contra os supostos abusos chineses na área comercial. "Eles querem fazer um acordo e está bem para mim", voltou a dizer.

Trump ainda criticou veículos de imprensa como CNN, NBC e CBS. "Não vou dizer que eles tratam a gente muito mal, mas estamos deixando eles loucos." O comício foi interrompido por cinco minutos, para que uma mulher que passou mal fosse atendida.

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