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Azulão busca se reaproximar da Prefeitura de São Caetano

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Coordenador geral Fabinho Félix e volante Anderson Braz visitaram Tite Campanella


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

12/02/2021 | 00:01


O São Caetano que fez sucesso e foi campeão ou finalista de diversas competições entre o fim dos anos 1990 e meados dos 2000 tinha como um dos pilares de sustentação o bom relacionamento com a Prefeitura. Com o passar do tempo, houve um desgaste e o consequente distanciamento. Entretanto, justamente por ter vivido os bons tempos enquanto jogador do Azulão, o coordenador geral Fabinho Félix está tentando reaproximar a equipe e a administração pública. Tanto que juntamente com o volante Anderson Braz – representando o elenco – visitaram o prefeito Tite Campanella (Cidadania), que estava acompanhado do vereador Professor Ródnei (Cidadania).

“Peguei uma fase maravilhosa do São Caetano (entre 1998 e 2000), quando cidade e Prefeitura respiravam futebol. Sempre houve parceria forte. Lembro também que a Prefeitura fazia grandes investimentos nos esportes, tanto que tinha Edinanci Silva, Carlos Honorato e outros atletas olímpicos que representavam bem a cidade. A ideia é mostrar para a cidade que precisamos caminhar juntos. E não é a questão financeira, é sentir que (a equipe) pertence a esse lugar”, relembrou o atual dirigente do Azulão. “Quando me foi apresentado o projeto (em vigência), mesmo com as dificuldades, o que eu tinha na cabeça é que era preciso reestruturar, trazer os torcedores para mais perto – afinal, eles são o nosso maior patrimônio – e restabelecer a parceria forte com a Prefeitura”, completou. “A reunião durou duas horas e meia. E o prefeito se mostrou uma pessoa aberta, de visão. Fiquei muito feliz pelo que conversamos, pelas possibilidades”, complementou.

Por outro lado, o coordenador geral do Azulão disse que não entrou em pauta a situação do fim do comodato da AD São Caetano para uso do terreno onde é a sede social. “Falamos sobre o projeto, o desafio, então esse assunto do contrato não foi trazido à mesa.”

Segundo Fabinho, ter a administração pública como aliada é importante inclusive para que o time consiga encontrar parceiros. “Muitas marcas que estamos em negociação fazem pedidos de cunho social. Hoje, aliás, é esperada no Estádio Anacleto Campanella uma comitiva formada pelo prefeito (que tem o mesmo nome da praça esportiva, herdado do pai) e vereadores. “O São Caetano é mais que um clube, é um patrimônio da cidade, independente de partido ou de quem esteja no poder. É atração, gera renda, receita, então é fundamental ter a Prefeitura ao lado. Falamos muita coisa que é possível agregar em valor, não financeiramente, como explorar mais as escolinhas, desenvolver mais essa parte”, destacou. “Mesmo com todo esforço e dificuldade, estamos carregando o nome da cidade. E queremos colocar (em campo, no Campeonato Paulista) um time à altura”, concluiu o dirigente. 



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Azulão busca se reaproximar da Prefeitura de São Caetano

Coordenador geral Fabinho Félix e volante Anderson Braz visitaram Tite Campanella

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

12/02/2021 | 00:01


O São Caetano que fez sucesso e foi campeão ou finalista de diversas competições entre o fim dos anos 1990 e meados dos 2000 tinha como um dos pilares de sustentação o bom relacionamento com a Prefeitura. Com o passar do tempo, houve um desgaste e o consequente distanciamento. Entretanto, justamente por ter vivido os bons tempos enquanto jogador do Azulão, o coordenador geral Fabinho Félix está tentando reaproximar a equipe e a administração pública. Tanto que juntamente com o volante Anderson Braz – representando o elenco – visitaram o prefeito Tite Campanella (Cidadania), que estava acompanhado do vereador Professor Ródnei (Cidadania).

“Peguei uma fase maravilhosa do São Caetano (entre 1998 e 2000), quando cidade e Prefeitura respiravam futebol. Sempre houve parceria forte. Lembro também que a Prefeitura fazia grandes investimentos nos esportes, tanto que tinha Edinanci Silva, Carlos Honorato e outros atletas olímpicos que representavam bem a cidade. A ideia é mostrar para a cidade que precisamos caminhar juntos. E não é a questão financeira, é sentir que (a equipe) pertence a esse lugar”, relembrou o atual dirigente do Azulão. “Quando me foi apresentado o projeto (em vigência), mesmo com as dificuldades, o que eu tinha na cabeça é que era preciso reestruturar, trazer os torcedores para mais perto – afinal, eles são o nosso maior patrimônio – e restabelecer a parceria forte com a Prefeitura”, completou. “A reunião durou duas horas e meia. E o prefeito se mostrou uma pessoa aberta, de visão. Fiquei muito feliz pelo que conversamos, pelas possibilidades”, complementou.

Por outro lado, o coordenador geral do Azulão disse que não entrou em pauta a situação do fim do comodato da AD São Caetano para uso do terreno onde é a sede social. “Falamos sobre o projeto, o desafio, então esse assunto do contrato não foi trazido à mesa.”

Segundo Fabinho, ter a administração pública como aliada é importante inclusive para que o time consiga encontrar parceiros. “Muitas marcas que estamos em negociação fazem pedidos de cunho social. Hoje, aliás, é esperada no Estádio Anacleto Campanella uma comitiva formada pelo prefeito (que tem o mesmo nome da praça esportiva, herdado do pai) e vereadores. “O São Caetano é mais que um clube, é um patrimônio da cidade, independente de partido ou de quem esteja no poder. É atração, gera renda, receita, então é fundamental ter a Prefeitura ao lado. Falamos muita coisa que é possível agregar em valor, não financeiramente, como explorar mais as escolinhas, desenvolver mais essa parte”, destacou. “Mesmo com todo esforço e dificuldade, estamos carregando o nome da cidade. E queremos colocar (em campo, no Campeonato Paulista) um time à altura”, concluiu o dirigente. 

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