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Sabesp nega aviso da Vigilância sobre coliformes


Vanessa Selicani
Especial para o Diário

01/06/2007 | 07:09


A Sabesp negou ter sido notificada pela Vigilância Sanitária de São Bernardo sobre a presença de coliformes fecais na água distribuída ao Bairro Santa Cruz. Segundo o gerente do departamento de Engenharia e Operação Sul da empresa, Meunim de Oliveira Júnior, a Sabesp soube da análise do órgão público através da reportagem do Diário, na terça-feira.

“Quando fomos avisados, levamos uma equipe ao bairro para fazer testes e verificar a presença de vazamentos”, explicou o gerente. O resultado das análises feitas pela Sabesp, divulgado na tarde de quinta-feira, não constatou a presença de coliformes. Apesar disso, Oliveira não soube explicar o cheiro de fezes da água. “Não constatamos isso no material que analisamos, por isso não posso explicar”, argumentou.

Entretanto, as concentrações de ferro ficaram em 0,40 mg/l, quando o permitido pelo Ministério da Saúde é de 0,03 mg/l, e as de magnésio foram de 0,15mg/l, quando o permitido é 0,10mg/l.

A Vigilância Sanitária reafirmou a notificação, mas não apontou os responsáveis porque o pronunciamento da Sabesp ocorreu depois do expediente do departamento.



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Sabesp nega aviso da Vigilância sobre coliformes

Vanessa Selicani
Especial para o Diário

01/06/2007 | 07:09


A Sabesp negou ter sido notificada pela Vigilância Sanitária de São Bernardo sobre a presença de coliformes fecais na água distribuída ao Bairro Santa Cruz. Segundo o gerente do departamento de Engenharia e Operação Sul da empresa, Meunim de Oliveira Júnior, a Sabesp soube da análise do órgão público através da reportagem do Diário, na terça-feira.

“Quando fomos avisados, levamos uma equipe ao bairro para fazer testes e verificar a presença de vazamentos”, explicou o gerente. O resultado das análises feitas pela Sabesp, divulgado na tarde de quinta-feira, não constatou a presença de coliformes. Apesar disso, Oliveira não soube explicar o cheiro de fezes da água. “Não constatamos isso no material que analisamos, por isso não posso explicar”, argumentou.

Entretanto, as concentrações de ferro ficaram em 0,40 mg/l, quando o permitido pelo Ministério da Saúde é de 0,03 mg/l, e as de magnésio foram de 0,15mg/l, quando o permitido é 0,10mg/l.

A Vigilância Sanitária reafirmou a notificação, mas não apontou os responsáveis porque o pronunciamento da Sabesp ocorreu depois do expediente do departamento.

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