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Psicólogos americanos são proibidos de participar de tortura a presos


Da AFP

20/08/2007 | 08:37


A APA (Associação de Psicólogos Americanos) proibiu seus membros neste domingo de participarem de práticas de tortura aplicadas pelo Exército dos Estados Unidos contra prisioneiros militares, tais como imersão em água ou simulação de execuções.

A resolução foi votada de forma quase unânime no congresso anual da APA, em San Francisco, e proíbe a participação em mais de uma dúzia de práticas de interrogatório, que também incluem privação do sono.

"Este é um passo adiante, porque especifica técnicas e inclui a falta do devido processo na definição de tratamento cruel, desumano e degradante", disse o membro da associação Neil Altman, que também é autor de proposta que não foi aprovada por uma apertada margem e que determinava que os psicólogos não deveriam estar presentes nos centros de detenção.

 "Se for necessário que os psicólogos estejam presentes para evitar que os detentos terminem mortos, então, a única forma que temos de protestar é não estar lá", afirmou outra integrante da associação, Laurie Wagner.

Outros membros acreditam, porém, que os psicólogos devem continuar assistindo aos interrogatórios para pôr limites à situação.

"Acabo de voltar de Cuba", declarou o membro da APA coronel Larry James. "Se tirarmos os psicólogos de Guantánamo, pessoas inocentes vão morrer", garantiu.



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Psicólogos americanos são proibidos de participar de tortura a presos

Da AFP

20/08/2007 | 08:37


A APA (Associação de Psicólogos Americanos) proibiu seus membros neste domingo de participarem de práticas de tortura aplicadas pelo Exército dos Estados Unidos contra prisioneiros militares, tais como imersão em água ou simulação de execuções.

A resolução foi votada de forma quase unânime no congresso anual da APA, em San Francisco, e proíbe a participação em mais de uma dúzia de práticas de interrogatório, que também incluem privação do sono.

"Este é um passo adiante, porque especifica técnicas e inclui a falta do devido processo na definição de tratamento cruel, desumano e degradante", disse o membro da associação Neil Altman, que também é autor de proposta que não foi aprovada por uma apertada margem e que determinava que os psicólogos não deveriam estar presentes nos centros de detenção.

 "Se for necessário que os psicólogos estejam presentes para evitar que os detentos terminem mortos, então, a única forma que temos de protestar é não estar lá", afirmou outra integrante da associação, Laurie Wagner.

Outros membros acreditam, porém, que os psicólogos devem continuar assistindo aos interrogatórios para pôr limites à situação.

"Acabo de voltar de Cuba", declarou o membro da APA coronel Larry James. "Se tirarmos os psicólogos de Guantánamo, pessoas inocentes vão morrer", garantiu.

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