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GM adia reunião com demitidos de São Caetano

Resposta para pedidos de reintegração ficou para sexta; motivo foi a greve em São José


Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

15/08/2015 | 07:22


A reunião com representantes da General Motors para discutir a reintegração de demitidos à fábrica de São Caetano foi adiada para sexta-feira que vem. Comissão de trabalhadores vem negociando com a montadora desde a semana passada a reversão de parte dos 419 cortes feitos em julho nessa unidade fabril e aguarda agora a análise de 159 solicitações – além de 152 que já haviam sido apresentadas, mais sete foram incluídas ontem – para tentar a readmissão.

Segundo um dos integrantes da comissão de demitidos, Miguel Rodrigues, a montadora pediu mais uma semana de prazo para resposta final aos casos apresentados. Entre eles, há pessoas com doenças profissionais ou que estão em vias de se aposentar e, portanto (em ambos os casos), teriam estabilidade de emprego garantida em convenção coletiva, e ainda funcionários que apresentavam, em sua carreira, bom histórico profissional na empresa. A alegação da fabricante foi de que faltou tempo para analisar os pedidos, por causa da greve na fábrica em São José dos Campos, no Interior.

Ontem, no quinto dia de paralisação nessa unidade, houve passeata, que reuniu 2.000 pessoas. A mobilização tem como objetivo a abertura de negociação com a empresa e a anulação de demissões nessa planta fabril. No dia 7, foram mandados embora 798 funcionários do local.

Em comunicado interno aos empregados, a montadora informou que passa por forte crise econômica e que o complexo de São José não é competitivo. “As vendas caíram, os estoques estão altíssimos, temos uma fábrica de alto custo e estamos com excedente de pessoal”, diz a nota. E acrescenta: “Foram utilizadas alternativas de férias coletivas, compensações de jornadas, lay-off (suspensão temporária de contrato) e PDVs (Programas de Demissão Voluntária)”.  



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GM adia reunião com demitidos de São Caetano

Resposta para pedidos de reintegração ficou para sexta; motivo foi a greve em São José

Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

15/08/2015 | 07:22


A reunião com representantes da General Motors para discutir a reintegração de demitidos à fábrica de São Caetano foi adiada para sexta-feira que vem. Comissão de trabalhadores vem negociando com a montadora desde a semana passada a reversão de parte dos 419 cortes feitos em julho nessa unidade fabril e aguarda agora a análise de 159 solicitações – além de 152 que já haviam sido apresentadas, mais sete foram incluídas ontem – para tentar a readmissão.

Segundo um dos integrantes da comissão de demitidos, Miguel Rodrigues, a montadora pediu mais uma semana de prazo para resposta final aos casos apresentados. Entre eles, há pessoas com doenças profissionais ou que estão em vias de se aposentar e, portanto (em ambos os casos), teriam estabilidade de emprego garantida em convenção coletiva, e ainda funcionários que apresentavam, em sua carreira, bom histórico profissional na empresa. A alegação da fabricante foi de que faltou tempo para analisar os pedidos, por causa da greve na fábrica em São José dos Campos, no Interior.

Ontem, no quinto dia de paralisação nessa unidade, houve passeata, que reuniu 2.000 pessoas. A mobilização tem como objetivo a abertura de negociação com a empresa e a anulação de demissões nessa planta fabril. No dia 7, foram mandados embora 798 funcionários do local.

Em comunicado interno aos empregados, a montadora informou que passa por forte crise econômica e que o complexo de São José não é competitivo. “As vendas caíram, os estoques estão altíssimos, temos uma fábrica de alto custo e estamos com excedente de pessoal”, diz a nota. E acrescenta: “Foram utilizadas alternativas de férias coletivas, compensações de jornadas, lay-off (suspensão temporária de contrato) e PDVs (Programas de Demissão Voluntária)”.  

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