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Clássico expõe duelo de opostos

Enquanto São Paulo vive ascensão no Campeonato
Paulista, Palmeiras estréia neste domingo o novo técnico


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

21/02/2010 | 07:00


Clássico de opostos, hoje à tarde (17h), no Estádio Palestra Itália. De um lado o São Paulo, que cada vez mais encaixa a melhor forma de jogar e vem de boa vitória sobre o Barueri, por 3 a 1. Do outro o Palmeiras, que ainda não convenceu em 2010 e terá técnico novo na beira do gramado (Antonio Carlos), após a goleada sofrida em casa para o São Caetano, por 4 a 1. Mesmo com o discurso de que em jogos como este o equilíbrio sempre prevalece, o mau momento vivido pelo time alviverde não pode e nem consegue ser relevado.

É possível que um novo treinador traga ânimo e fôlego ao elenco do Verdão, que dentro de campo segue comandado pelos meias Cleiton Xavier e Diego Souza. O São Paulo, por sua vez, não quer saber da crise do rival e tem como objetivo apenas entrar de vez no G-4 do Campeonato Paulista.

E é em cima disso que o técnico Ricardo Gomes se baseia para escalar a equipe titular, sem mais propor o rodízio em razão da Copa Libertadores. Assim, de Rogério Ceni a Washington, com exceção do suspenso Richarlyson, o Tricolor deve levar a campo o que tem de melhor. Hernanes e Cleber Santana retornam à equipe titular, e, dessa forma, Cicinho volta à lateral direita, deixando Renato Silva no banco.

O Palmeiras, por sua vez, também deve ter força máxima diante do Tricolor, ainda que aos olhos do torcedor esteja longe do ideal. A primeira mudança imposta por Antonio Carlos será o fim da escalação com três volantes, já que o treinador deixou claro que suas equipes não jogam defensivamente. Pierre e Edinho são os favoritos. Além disso, Diego Souza atuará no meio e Armero deve voltar ao time. "Cada um em sua posição", disse o novo técnico, que deve deixar Lenny e Robert no ataque.

Apesar de jogar na casa palmeirense, os são-paulinos têm números favoráveis no clássico nesta década. Em 31 jogos foram 14 vitórias do Tricolor, sete do Palmeiras e dez empates, dois deles no ano passado e ambos por 0 a 0 pelo Brasileirão. Além disso, foram 50 gols marcados pela equipe do Morumbi, contra 38 do time do Palestra Itália. Quem tem boas recordações do confronto é Cicinho, autor de quatro gols em cinco jogos. "Tive esta felicidade contra o Palmeiras. Agora vou ter mais esta oportunidade. Espero que todos estejam concentrados", disse o jogador. (com Agências)

Cicinho retorna ao palco do gol mais bonito da carreira

Se existe alguém no São Paulo com boas recordações dos jogos contra o Palmeiras, esse é Cicinho. No primeiro clássico depois do retorno da Itália, o lateral-direito torce para melhorar ainda mais o retrospecto de cinco jogos, quatro vitórias e apenas uma derrota. E, de preferência, aumentar o número de gols - marcou quatro contra os palmeirenses.

O clássico mais vivo na memória do jogador foi na Libertadores de 2005. No mesmo palco do duelo de hoje, o Palestra Itália, acertou belo chute no ângulo de Marcos: 1 a 0 e garantiu vantagem para a segunda partida. "Foi o gol mais importante e o mais bonito da minha carreira", elegeu Cicinho.

Confirmado, o jogador ainda não sabe se atuará na lateral ou no meio de campo. "Como o Cicinho vai jogar? É uma boa pergunta, mas sem resposta. Não deu tempo de preparar o time pelo horário do último jogo e o tempo de recuperação. A decisão será tomada na hora", despistou o técnico Ricardo Gomes.



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Clássico expõe duelo de opostos

Enquanto São Paulo vive ascensão no Campeonato
Paulista, Palmeiras estréia neste domingo o novo técnico

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

21/02/2010 | 07:00


Clássico de opostos, hoje à tarde (17h), no Estádio Palestra Itália. De um lado o São Paulo, que cada vez mais encaixa a melhor forma de jogar e vem de boa vitória sobre o Barueri, por 3 a 1. Do outro o Palmeiras, que ainda não convenceu em 2010 e terá técnico novo na beira do gramado (Antonio Carlos), após a goleada sofrida em casa para o São Caetano, por 4 a 1. Mesmo com o discurso de que em jogos como este o equilíbrio sempre prevalece, o mau momento vivido pelo time alviverde não pode e nem consegue ser relevado.

É possível que um novo treinador traga ânimo e fôlego ao elenco do Verdão, que dentro de campo segue comandado pelos meias Cleiton Xavier e Diego Souza. O São Paulo, por sua vez, não quer saber da crise do rival e tem como objetivo apenas entrar de vez no G-4 do Campeonato Paulista.

E é em cima disso que o técnico Ricardo Gomes se baseia para escalar a equipe titular, sem mais propor o rodízio em razão da Copa Libertadores. Assim, de Rogério Ceni a Washington, com exceção do suspenso Richarlyson, o Tricolor deve levar a campo o que tem de melhor. Hernanes e Cleber Santana retornam à equipe titular, e, dessa forma, Cicinho volta à lateral direita, deixando Renato Silva no banco.

O Palmeiras, por sua vez, também deve ter força máxima diante do Tricolor, ainda que aos olhos do torcedor esteja longe do ideal. A primeira mudança imposta por Antonio Carlos será o fim da escalação com três volantes, já que o treinador deixou claro que suas equipes não jogam defensivamente. Pierre e Edinho são os favoritos. Além disso, Diego Souza atuará no meio e Armero deve voltar ao time. "Cada um em sua posição", disse o novo técnico, que deve deixar Lenny e Robert no ataque.

Apesar de jogar na casa palmeirense, os são-paulinos têm números favoráveis no clássico nesta década. Em 31 jogos foram 14 vitórias do Tricolor, sete do Palmeiras e dez empates, dois deles no ano passado e ambos por 0 a 0 pelo Brasileirão. Além disso, foram 50 gols marcados pela equipe do Morumbi, contra 38 do time do Palestra Itália. Quem tem boas recordações do confronto é Cicinho, autor de quatro gols em cinco jogos. "Tive esta felicidade contra o Palmeiras. Agora vou ter mais esta oportunidade. Espero que todos estejam concentrados", disse o jogador. (com Agências)

Cicinho retorna ao palco do gol mais bonito da carreira

Se existe alguém no São Paulo com boas recordações dos jogos contra o Palmeiras, esse é Cicinho. No primeiro clássico depois do retorno da Itália, o lateral-direito torce para melhorar ainda mais o retrospecto de cinco jogos, quatro vitórias e apenas uma derrota. E, de preferência, aumentar o número de gols - marcou quatro contra os palmeirenses.

O clássico mais vivo na memória do jogador foi na Libertadores de 2005. No mesmo palco do duelo de hoje, o Palestra Itália, acertou belo chute no ângulo de Marcos: 1 a 0 e garantiu vantagem para a segunda partida. "Foi o gol mais importante e o mais bonito da minha carreira", elegeu Cicinho.

Confirmado, o jogador ainda não sabe se atuará na lateral ou no meio de campo. "Como o Cicinho vai jogar? É uma boa pergunta, mas sem resposta. Não deu tempo de preparar o time pelo horário do último jogo e o tempo de recuperação. A decisão será tomada na hora", despistou o técnico Ricardo Gomes.

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