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Seqüestro da mãe de Grafite aflige o S.Paulo para ‘decisão’



24/02/2005 | 13:24


O São Paulo entra em campo nesta quinta-feira, às 20h30, no Morumbi, com os olhos grudados na Portuguesa Santista, adversária desta noite, e os ouvidos atentos ao que vier do banco de reservas. Não por causa de uma possível orientação tática do técnico Emerson Leão, mas devido à preocupação geral do elenco com a mãe do atacante Grafite, Ilma Libânio, seqüestrada quarta-feira à tarde na região de Campo Limpo Paulista. O atleta, que não jogaria por estar suspenso, está ao lado da família.

O delegado da Delegacia de Investigações Gerais de Jundiaí, Paulo Tucci, informou que, por volta das 14h30, dois homens armados com um revólver invadiram a casa da família, renderam o pai, a mãe e o irmão do jogador, enquanto um terceiro elemento da quadrilha ficou aguardando no carro, possivelmente um Kadett escuro, estacionado em frente à residência.

Questionado sobre o provável envolvimento do criminoso Bin Laden, suposto mentor do seqüestro da mãe do   atacante santista Robinho e que ainda está solto, o delegado Tucci foi enfático: “Não descarto, mas também não associo”. O caso está sendo investigado pela Delegacia Anti-Seqüestro de São Paulo.

Jogo – Se fora de campo o clima é de tensão, dentro dele o São Paulo enfrenta a Briosa com um discurso padronizado: independentemente de ser o Santos, o Corinthians ou a Portuguesa Santista, o que vale é somar mais três pontos. Cada jogo é uma decisão. Lugano é o mais radical. Ele se irritou com perguntas que falavam sobre a possibilidade do Ticolor ser campeão invicto. “Faltam 11 rodadas. O campeonato é difícil, tem muito time bom e esse assunto está fora de hora. Nós temos é de vencer a Portuguesa Santista. Só pensar nisso”.

Nem o fato de a Portuguesa Santista ser uma freguesa histórica em jogos no Morumbi – foram 13, o São Paulo ganhou 12 e empatou um – dá alguma tranqüilidade ao Tricolor. “Por isso mesmo é que temos de vencer. Precisamos fazer os três pontos. Acho que vamos conseguir, porque o São Paulo é um time que aprendeu a jogar campeonatos de pontos corridos”, diz o lateral-direito Cicinho.


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Seqüestro da mãe de Grafite aflige o S.Paulo para ‘decisão’


24/02/2005 | 13:24


O São Paulo entra em campo nesta quinta-feira, às 20h30, no Morumbi, com os olhos grudados na Portuguesa Santista, adversária desta noite, e os ouvidos atentos ao que vier do banco de reservas. Não por causa de uma possível orientação tática do técnico Emerson Leão, mas devido à preocupação geral do elenco com a mãe do atacante Grafite, Ilma Libânio, seqüestrada quarta-feira à tarde na região de Campo Limpo Paulista. O atleta, que não jogaria por estar suspenso, está ao lado da família.

O delegado da Delegacia de Investigações Gerais de Jundiaí, Paulo Tucci, informou que, por volta das 14h30, dois homens armados com um revólver invadiram a casa da família, renderam o pai, a mãe e o irmão do jogador, enquanto um terceiro elemento da quadrilha ficou aguardando no carro, possivelmente um Kadett escuro, estacionado em frente à residência.

Questionado sobre o provável envolvimento do criminoso Bin Laden, suposto mentor do seqüestro da mãe do   atacante santista Robinho e que ainda está solto, o delegado Tucci foi enfático: “Não descarto, mas também não associo”. O caso está sendo investigado pela Delegacia Anti-Seqüestro de São Paulo.

Jogo – Se fora de campo o clima é de tensão, dentro dele o São Paulo enfrenta a Briosa com um discurso padronizado: independentemente de ser o Santos, o Corinthians ou a Portuguesa Santista, o que vale é somar mais três pontos. Cada jogo é uma decisão. Lugano é o mais radical. Ele se irritou com perguntas que falavam sobre a possibilidade do Ticolor ser campeão invicto. “Faltam 11 rodadas. O campeonato é difícil, tem muito time bom e esse assunto está fora de hora. Nós temos é de vencer a Portuguesa Santista. Só pensar nisso”.

Nem o fato de a Portuguesa Santista ser uma freguesa histórica em jogos no Morumbi – foram 13, o São Paulo ganhou 12 e empatou um – dá alguma tranqüilidade ao Tricolor. “Por isso mesmo é que temos de vencer. Precisamos fazer os três pontos. Acho que vamos conseguir, porque o São Paulo é um time que aprendeu a jogar campeonatos de pontos corridos”, diz o lateral-direito Cicinho.

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