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Família reluta em abandonar casa à beira do precipício


Evandro Enoshita
Do Diário do Grande ABC

05/12/2009 | 07:01


Um metro. Essa é a distância que separa a parede da casa de três cômodos da meio-oficial de cozinha Maria Aparecida Balbina, 43 anos, do barranco que surgiu após a chuva da madrugada de ontem, no Jardim Maria Eneida, em Mauá.

Sua filha, a estudante Daniele de Oliveira, 18, estava acordada no momento em que a terra cedeu. Segundo ela, a impressão foi de que a casa iria desmoronar. "Começou a fazer barulho, e quando eu me aproximei da janela ví a terra descendo. Pensei que não ia parar."

Nesse momento, Daniele ligou para a mãe, que trabalha no turno da madrugada. "Fiquei horrorizada, e não consegui trabalhar direito a partir daí. Quando cheguei em casa, às 6h30 da manhã, é que eu vi o estrago", pontuou Maria.

Apesar do medo e do risco de um desabamento, mãe e filha relutam em deixar a residência. A explicação de ambas é a dificuldade de abandonar a casa e os objetos pessoais. "Tenho medo de ficar por aqui. Queria sair, mas ir para onde? Ainda não sabemos o que vamos fazer", afirmou Daniele.

"É muito difícil ter que deixar a nossa casa. Só vou sair daqui se alguém vier me dizer que eu não posso mais morar nesse lugar", destacou Maria.



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Família reluta em abandonar casa à beira do precipício

Evandro Enoshita
Do Diário do Grande ABC

05/12/2009 | 07:01


Um metro. Essa é a distância que separa a parede da casa de três cômodos da meio-oficial de cozinha Maria Aparecida Balbina, 43 anos, do barranco que surgiu após a chuva da madrugada de ontem, no Jardim Maria Eneida, em Mauá.

Sua filha, a estudante Daniele de Oliveira, 18, estava acordada no momento em que a terra cedeu. Segundo ela, a impressão foi de que a casa iria desmoronar. "Começou a fazer barulho, e quando eu me aproximei da janela ví a terra descendo. Pensei que não ia parar."

Nesse momento, Daniele ligou para a mãe, que trabalha no turno da madrugada. "Fiquei horrorizada, e não consegui trabalhar direito a partir daí. Quando cheguei em casa, às 6h30 da manhã, é que eu vi o estrago", pontuou Maria.

Apesar do medo e do risco de um desabamento, mãe e filha relutam em deixar a residência. A explicação de ambas é a dificuldade de abandonar a casa e os objetos pessoais. "Tenho medo de ficar por aqui. Queria sair, mas ir para onde? Ainda não sabemos o que vamos fazer", afirmou Daniele.

"É muito difícil ter que deixar a nossa casa. Só vou sair daqui se alguém vier me dizer que eu não posso mais morar nesse lugar", destacou Maria.

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