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Joguei a toalha


Do Diário On-Line

11/12/2015 | 07:00


Não se pode mesmo esperar qualquer rebelião das federações contra a CBF. Por causa do mensalão que recebem as entidades estaduais ficam submissas às vontades do pagador.

Sempre esperei alguma coisa dos clubes. Eles são os grandes prejudicados com a incompetente e corrupta gestão do futebol brasileiro. E não é que no começo desta semana, na sede da Federação Paulista, os sete clubes paulistas das Séries A e B do Brasileiro apoiaram a candidatura do coronel Antonio Nunes, presidente da Federação Paraense, para o cargo de vice-presidente da CBF, que está vago, desde a prisão de José Maria Marin.

Duvido que os sete presidentes desses clubes conhecessem antecipadamente esse coronel, mesmo ele estando há mais de 20 anos comandando a expressiva Federação do Pará. Mesmo assim, se curvaram à vontade da FPF e da CBF.

Perdi a esperança. Joguei a toalha. O futebol brasileiro vai seguir nessa caótica situação. Vamos esperar o próximo 7 a 1.

Equívoco

Danilo foi mal orientado e tomou atitude antipática e desnecessária. Ao ser convidado para jogar em um dos times do São Paulo, hoje, na homenagem que será prestada a Rogério Ceni, disse que defende a camisa do Corinthians e não participaria da festa.

Os outros jogadores ainda em atividade e que estarão no Morumbi vestindo a camisa do São Paulo também defendem outros clubes. E nem por isso perderão a dignidade.

Danilo, que, por sinal, sempre recebeu a minha admiração, pisou na bola.

Belo exemplo

Não me lembro de outro fato semelhante e por isso faço, com muita alegria, o registro. Dorival Júnior, depois de ter perdido a decisão da Copa do Brasil, interrompeu a entrevista coletiva do vitorioso Marcelo Oliveira e deu-lhe um abraço.

Gestos assim servem para mostrar a todos, especialmente a esses vagabundos de torcidas organizadas, que o futebol é um jogo e não uma guerra.  



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Joguei a toalha

Do Diário On-Line

11/12/2015 | 07:00


Não se pode mesmo esperar qualquer rebelião das federações contra a CBF. Por causa do mensalão que recebem as entidades estaduais ficam submissas às vontades do pagador.

Sempre esperei alguma coisa dos clubes. Eles são os grandes prejudicados com a incompetente e corrupta gestão do futebol brasileiro. E não é que no começo desta semana, na sede da Federação Paulista, os sete clubes paulistas das Séries A e B do Brasileiro apoiaram a candidatura do coronel Antonio Nunes, presidente da Federação Paraense, para o cargo de vice-presidente da CBF, que está vago, desde a prisão de José Maria Marin.

Duvido que os sete presidentes desses clubes conhecessem antecipadamente esse coronel, mesmo ele estando há mais de 20 anos comandando a expressiva Federação do Pará. Mesmo assim, se curvaram à vontade da FPF e da CBF.

Perdi a esperança. Joguei a toalha. O futebol brasileiro vai seguir nessa caótica situação. Vamos esperar o próximo 7 a 1.

Equívoco

Danilo foi mal orientado e tomou atitude antipática e desnecessária. Ao ser convidado para jogar em um dos times do São Paulo, hoje, na homenagem que será prestada a Rogério Ceni, disse que defende a camisa do Corinthians e não participaria da festa.

Os outros jogadores ainda em atividade e que estarão no Morumbi vestindo a camisa do São Paulo também defendem outros clubes. E nem por isso perderão a dignidade.

Danilo, que, por sinal, sempre recebeu a minha admiração, pisou na bola.

Belo exemplo

Não me lembro de outro fato semelhante e por isso faço, com muita alegria, o registro. Dorival Júnior, depois de ter perdido a decisão da Copa do Brasil, interrompeu a entrevista coletiva do vitorioso Marcelo Oliveira e deu-lhe um abraço.

Gestos assim servem para mostrar a todos, especialmente a esses vagabundos de torcidas organizadas, que o futebol é um jogo e não uma guerra.  

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