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Após enchente, Aidan pode anunciar obras no Bruno Daniel


Anderson Fattori
Especial para o Diário

08/02/2009 | 07:00


O mundo desabou sobre o Estádio Bruno Daniel. Aos 23 minutos do primeiro tempo o árbitro Marcelo Rogério foi obrigado a interromper a partida por conta do imenso volume de água que tomou conta dos vestiários, encharcou o gramado e tornou impossível a continuação da partida entre Santo André e Marília, pelo Campeonato Paulista - até aquele momento, o Ramalhão vencia por 1 a 0, gol de Júnior Dutra.

O prosseguimento do jogo chegou a ser marcado para hoje, às 15h, mas como a Polícia Militar não garantiu presença suficiente do efetivo da corporação, o jogo acabou sendo adiado pela Federação Paulista de Futebol e será marcado para outra data, ainda indefinida. Os vestiários, inundados com mais de um metro de altura de água, também não teriam condições de receber as equipes, já que a previsão era que somente depois de 48 horas os locais fossem limpos.

Mais uma vez, o que motivou a inundação no estádio foi o Córrego Guarará, que passa ao lado do Bruno Daniel. Com a forte chuva, rapidamente houve o transbordamento e a água invadiu os vestiários. Faz tempo que as condições do Bruno Daniel não são das melhores. A diretoria do Ramalhão, inclusive, tem cobrado da Prefeitura obras para evitar que o estádio continue sofrendo a cada chuva mais forte.

O técnico do Marília, José Carlos Serrão, resumiu a precariedade dos vestiários. "Quando chegamos lá, transbordavam fezes e insetos. Uma situação extremamente lamentável", afirmou.

O administrador do estádio, Ronaldo Musial, procurou se defender. "Choveu muito e não pudemos fazer nada para impedir essa situação", disse.

Segundo o superintendente adjunto do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), Dovilho Ferrari Filho, o problema foi causado pelo grande fluxo de água em um curto espaço de tempo, que provocou o transbordamento do Córrego Guarará. "Ainda estamos fazendo um levantamento de todas as informações do que aconteceu, mas já sabemos que, entre as 18h e 19h, choveu 40 mm por metro quadrado", explicou.

O prefeito Aidan Ravin (PTB) deve ir hoje pela manhã no estádio e pode anunciar um pacote de reformas emergenciais.



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Após enchente, Aidan pode anunciar obras no Bruno Daniel

Anderson Fattori
Especial para o Diário

08/02/2009 | 07:00


O mundo desabou sobre o Estádio Bruno Daniel. Aos 23 minutos do primeiro tempo o árbitro Marcelo Rogério foi obrigado a interromper a partida por conta do imenso volume de água que tomou conta dos vestiários, encharcou o gramado e tornou impossível a continuação da partida entre Santo André e Marília, pelo Campeonato Paulista - até aquele momento, o Ramalhão vencia por 1 a 0, gol de Júnior Dutra.

O prosseguimento do jogo chegou a ser marcado para hoje, às 15h, mas como a Polícia Militar não garantiu presença suficiente do efetivo da corporação, o jogo acabou sendo adiado pela Federação Paulista de Futebol e será marcado para outra data, ainda indefinida. Os vestiários, inundados com mais de um metro de altura de água, também não teriam condições de receber as equipes, já que a previsão era que somente depois de 48 horas os locais fossem limpos.

Mais uma vez, o que motivou a inundação no estádio foi o Córrego Guarará, que passa ao lado do Bruno Daniel. Com a forte chuva, rapidamente houve o transbordamento e a água invadiu os vestiários. Faz tempo que as condições do Bruno Daniel não são das melhores. A diretoria do Ramalhão, inclusive, tem cobrado da Prefeitura obras para evitar que o estádio continue sofrendo a cada chuva mais forte.

O técnico do Marília, José Carlos Serrão, resumiu a precariedade dos vestiários. "Quando chegamos lá, transbordavam fezes e insetos. Uma situação extremamente lamentável", afirmou.

O administrador do estádio, Ronaldo Musial, procurou se defender. "Choveu muito e não pudemos fazer nada para impedir essa situação", disse.

Segundo o superintendente adjunto do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), Dovilho Ferrari Filho, o problema foi causado pelo grande fluxo de água em um curto espaço de tempo, que provocou o transbordamento do Córrego Guarará. "Ainda estamos fazendo um levantamento de todas as informações do que aconteceu, mas já sabemos que, entre as 18h e 19h, choveu 40 mm por metro quadrado", explicou.

O prefeito Aidan Ravin (PTB) deve ir hoje pela manhã no estádio e pode anunciar um pacote de reformas emergenciais.

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