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Cerro Porteño vê o duelo como finalíssima


Das Agências

17/03/2010 | 07:00


O Cerro Porteño vê o Corinthians como se fosse para uma finalíssima, hoje à noite, no Estádio Defensores Del Chaco, em Assunção, pela Copa Libertadores. Afinal, só a vitória devolve as chances ao lanterna do Grupo 1. O atacante César El Tigre Ramírez, ex-Flamengo, é a principal esperança de gols do time paraguaio.

Até agora, o Cerro (apenas um ponto) empatou em casa (Independiente Medellín) e, em Montevidéu, iria tropeçar no Racing. Assim, ficaria em situação bem complicada na chave. tem um ponto, três a menos do que o líder Corinthians (quatro) e dois abaixo dos uruguaios.

Coincidentemente, o Cerro Porteño vive circunstâncias opostas no Campeonato Paraguaio. No Apertura, o clube lidera (21 pontos - quatro a mais do que o Guarani). Além disso, ganhou sete e perdeu apenas um dos oito confrontos disputados. No último domingo, goleou o Sport Colômbia - 4 a 1.

Além de investir no centroavante César El Tigre Ramírez (11 gols em 32 jogos pelo Flamengo na temporada 2005/2006), o argentino Pedro Troglio confia no brasileiro Júlio dos Santos (ex-Atlético-PR) para derrubar o favoritismo dos visitantes.

Os anfitriões prometem usar três volantes para brecar a velocidade alvinegra. Jorge Brítez e Jorge Núñez cumpriram suspensão pelos incidentes contra o Fluminense pela Copa Sul-Americana do ano passado.

O Cerro - campeão nacional 28 vezes - jamais conquistou a Libertadores, ao contrário do rival Olímpia (tricampeão). O clube nunca passou do quarto lugar nas cinco edições anteriores.

Fenômeno reclama do assédio isolado e culpa seguranças

A delegação do Corinthians desembarcou ontem sem nenhum problema em Assunção. Entre os torcedores e simples curiosos, havia apenas 20 pessoas no Aeroporto Internacional Silvo Petirossi. Se os jogadores brasileiros passaram praticamente anônimos, como Roberto Carlos, que saiu despercebido, o centroavante Ronaldo, ao contrário, reclamou do assédio isolado na chegada à capital paraguaia.

Todos queriam autógrafos ou tirar fotos. Enfim, não deram sossego ao atacante. Seguranças do clube logo entraram em ação, mas ouviram críticas do Fenômeno. "Em vez de tirar as pessoas daqui, vocês me agarram", reclamou Ronaldo antes de seguir ao hotel. À tarde, haveria reconhecimento do gramado, mas a rodada pelo Campeonato Paraguaio não permitiu que os visitantes pudessem ver as condições do campo de jogo.



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Cerro Porteño vê o duelo como finalíssima

Das Agências

17/03/2010 | 07:00


O Cerro Porteño vê o Corinthians como se fosse para uma finalíssima, hoje à noite, no Estádio Defensores Del Chaco, em Assunção, pela Copa Libertadores. Afinal, só a vitória devolve as chances ao lanterna do Grupo 1. O atacante César El Tigre Ramírez, ex-Flamengo, é a principal esperança de gols do time paraguaio.

Até agora, o Cerro (apenas um ponto) empatou em casa (Independiente Medellín) e, em Montevidéu, iria tropeçar no Racing. Assim, ficaria em situação bem complicada na chave. tem um ponto, três a menos do que o líder Corinthians (quatro) e dois abaixo dos uruguaios.

Coincidentemente, o Cerro Porteño vive circunstâncias opostas no Campeonato Paraguaio. No Apertura, o clube lidera (21 pontos - quatro a mais do que o Guarani). Além disso, ganhou sete e perdeu apenas um dos oito confrontos disputados. No último domingo, goleou o Sport Colômbia - 4 a 1.

Além de investir no centroavante César El Tigre Ramírez (11 gols em 32 jogos pelo Flamengo na temporada 2005/2006), o argentino Pedro Troglio confia no brasileiro Júlio dos Santos (ex-Atlético-PR) para derrubar o favoritismo dos visitantes.

Os anfitriões prometem usar três volantes para brecar a velocidade alvinegra. Jorge Brítez e Jorge Núñez cumpriram suspensão pelos incidentes contra o Fluminense pela Copa Sul-Americana do ano passado.

O Cerro - campeão nacional 28 vezes - jamais conquistou a Libertadores, ao contrário do rival Olímpia (tricampeão). O clube nunca passou do quarto lugar nas cinco edições anteriores.

Fenômeno reclama do assédio isolado e culpa seguranças

A delegação do Corinthians desembarcou ontem sem nenhum problema em Assunção. Entre os torcedores e simples curiosos, havia apenas 20 pessoas no Aeroporto Internacional Silvo Petirossi. Se os jogadores brasileiros passaram praticamente anônimos, como Roberto Carlos, que saiu despercebido, o centroavante Ronaldo, ao contrário, reclamou do assédio isolado na chegada à capital paraguaia.

Todos queriam autógrafos ou tirar fotos. Enfim, não deram sossego ao atacante. Seguranças do clube logo entraram em ação, mas ouviram críticas do Fenômeno. "Em vez de tirar as pessoas daqui, vocês me agarram", reclamou Ronaldo antes de seguir ao hotel. À tarde, haveria reconhecimento do gramado, mas a rodada pelo Campeonato Paraguaio não permitiu que os visitantes pudessem ver as condições do campo de jogo.

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