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Japão: plano econômico terá isenções tributárias



28/01/2013 | 02:15


Como parte de seu plano de estímulo econômico, o novo governo japonês vai adicionar um pacote de modestas isenções tributárias corporativas e de investimento. Segundo a proposta, as empresas que investirem mais do que no ano anterior terão uma redução de impostos no valor de 3% do seu total de gastos.

Além disso, a maior quantidade de gastos com pesquisa e desenvolvimento e salários mais altos para os trabalhadores também poderão ser deduzidos dos impostos corporativos. O pacote tem novas isenções para pequenos investidores sobre dividendos e ganhos de capital, assim como novos cortes de impostos para as empresas de entretenimento e para a economia de energia.

Essas propostas fazem parte do pacote fiscal que o governo espera aprovar esta semana. O Ministério das Finanças estima que o plano total reduziria a carga tributária líquida em 270 bilhões de ienes (US$ 3 bilhões) por ano, a maior parte para as empresas.

O pacote, contudo, não tem agradado aos grupos empresariais, que estão reagindo friamente ao plano fiscal, ao destacar o pouco alcance das medidas - muitas delas só entrarão em vigor em dois anos. "Um debate fiscal mais substantivo precisa ser iniciado em breve", disse Hiromasa Yonekura, presidente da Keidanren, a maior federação de empresas do país.

A proposta mostra como o novo primeiro-ministro Shinzo Abe - enquanto recebe pedidos de mais incentivos para as empresas - confia muito mais nos gastos diretos do governo para tentar acabar com o longo declínio econômico do país e coloca pouca fé nos cortes de impostos.

O tamanho total dos cortes é ofuscado pelo pacote de estímulo de gastos de 13,1 trilhões de ienes aprovado pelo gabinete de Abe no início deste mês e pelos 13,5 trilhões de ienes em receita anual estimada vinda do aumento do imposto sobre vendas, aprovado no ano passado. As informações são da Dow Jones.



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Japão: plano econômico terá isenções tributárias


28/01/2013 | 02:15


Como parte de seu plano de estímulo econômico, o novo governo japonês vai adicionar um pacote de modestas isenções tributárias corporativas e de investimento. Segundo a proposta, as empresas que investirem mais do que no ano anterior terão uma redução de impostos no valor de 3% do seu total de gastos.

Além disso, a maior quantidade de gastos com pesquisa e desenvolvimento e salários mais altos para os trabalhadores também poderão ser deduzidos dos impostos corporativos. O pacote tem novas isenções para pequenos investidores sobre dividendos e ganhos de capital, assim como novos cortes de impostos para as empresas de entretenimento e para a economia de energia.

Essas propostas fazem parte do pacote fiscal que o governo espera aprovar esta semana. O Ministério das Finanças estima que o plano total reduziria a carga tributária líquida em 270 bilhões de ienes (US$ 3 bilhões) por ano, a maior parte para as empresas.

O pacote, contudo, não tem agradado aos grupos empresariais, que estão reagindo friamente ao plano fiscal, ao destacar o pouco alcance das medidas - muitas delas só entrarão em vigor em dois anos. "Um debate fiscal mais substantivo precisa ser iniciado em breve", disse Hiromasa Yonekura, presidente da Keidanren, a maior federação de empresas do país.

A proposta mostra como o novo primeiro-ministro Shinzo Abe - enquanto recebe pedidos de mais incentivos para as empresas - confia muito mais nos gastos diretos do governo para tentar acabar com o longo declínio econômico do país e coloca pouca fé nos cortes de impostos.

O tamanho total dos cortes é ofuscado pelo pacote de estímulo de gastos de 13,1 trilhões de ienes aprovado pelo gabinete de Abe no início deste mês e pelos 13,5 trilhões de ienes em receita anual estimada vinda do aumento do imposto sobre vendas, aprovado no ano passado. As informações são da Dow Jones.

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