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Joachim Low rasga elogios ao alemão Thomas Müller

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Técnico definiu atacante como ‘imprevisível’
após os três gols marcados sobre Portugal


Dérek Bittencourt
Enviado a Salvador

17/06/2014 | 07:00


O técnico Joachim Low não poupou elogios ao atacante Thomas Müller após a vitória por 4 a 0 sobre Portugal, ontem, em Salvador, na qual o atacante anotou três gols. Segundo o comandante, o atleta é diferenciado por ser imprevisível.

“Thomas é um jogador muito incomum, diferente. Como treinador, muitas vezes não consigo prever sua trajetória em campo, tem interpretação muito difícil por parte do oponente. Seu único foco é o gol e por isso se torna tão perigoso”, elogiou Low. “Não só na Copa do Mundo, mas em diversas outras partidas comprovou ter estilo para criar situações perigosas para os oponentes, consegue se safar de situações que outros não conseguiriam. É difícil interpretar o que ele vai fazer.”

O treinador se mostrou feliz com a exibição de estreia dos germânicos. “Foi um excelente primeiro jogo. Antes (da partida), dissemos que não tínhamos outra opção a não ser vencer. O time esteve ao nível das expectativas. No primeiro tempo fomos dominantes no meio de campo e conseguimos controlar os principais oponentes, como o Cristiano Ronaldo. Utilizamos nossas chances e marcamos os quatro gols em sete oportunidades que tivemos.”

Os alemães se mostraram bem adaptados ao clima da Bahia, onde estão há quase dez dias se preparando na Vila de Santo André, próxima a Porto Seguro. Isso foi perceptível tanto pelo primeiro tempo em grande velocidade, quando marcaram três gols, quanto na segunda etapa, momento em que puderam administrar a vantagem e, ainda assim, anotaram mais um tento.

“Acredito que foi a decisão correta, levando em consideração a região e o clima que poderíamos utilizar para nos acostumar. Os jogadores perceberam durante a partida que estavam sendo prejudicados, mas puderam se preparar e demos sorte quando optamos por nosso local de treinamento”, disse Low.

Atuação do árbitro tira portugueses do sério

Nem Pepe, tampouco o apagado Cristiano Ronaldo ou até mesmo o calor da Bahia. O grande culpado pelo amplo revés dos portugueses para os alemães foi o árbitro sérvio Milorad Mazic. Ao menos na opinião dos lusos, que reclamaram do pênalti marcado a favor dos germânicos, da expulsão de Pepe e da penalidade não assinalada a favor dos gajos sobre Éder, na segunda etapa.

“A expulsão me pareceu forçada e a jogada do pênalti também me pareceu simulada. Então, são dois momentos que nos prejudicaram nos primeiros 45 minutos”, disse o técnico Paulo Bento na coletiva de imprensa.

O sentimento de tristeza era evidente na expressão de cada jogador na zona mista. “Estamos muito tristes porque as coisas não saíram como planejamos e os erros do árbitro complicaram nossa estratégia e o resultado. Só temos de levantar a cabeça”, afirmou o atacante Éder.

“Sabemos do jogo que fizemos, mas precisamos crer que é possível vencer já no próximo jogo, mantendo a chama acesa”, disse o zagueiro Ricardo Costa.

“A tristeza é enorme. Posso dizer que é um dos dias mais tristes da minha carreira. Queríamos dar alegria a todos os portugueses, entrar com o pé direito, mas saiu tudo errado. O Hugo (Almeida) e eu saímos lesionados, o Pepe foi expulso, levamos 4 a 0. É um dia de muita tristeza. Mas foi apenas um jogo”, finalizou o lateral Fabio Coentrão, que deixou o campo machucado e virou dúvida para enfrentar os Estados Unidos.



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Joachim Low rasga elogios ao alemão Thomas Müller

Técnico definiu atacante como ‘imprevisível’
após os três gols marcados sobre Portugal

Dérek Bittencourt
Enviado a Salvador

17/06/2014 | 07:00


O técnico Joachim Low não poupou elogios ao atacante Thomas Müller após a vitória por 4 a 0 sobre Portugal, ontem, em Salvador, na qual o atacante anotou três gols. Segundo o comandante, o atleta é diferenciado por ser imprevisível.

“Thomas é um jogador muito incomum, diferente. Como treinador, muitas vezes não consigo prever sua trajetória em campo, tem interpretação muito difícil por parte do oponente. Seu único foco é o gol e por isso se torna tão perigoso”, elogiou Low. “Não só na Copa do Mundo, mas em diversas outras partidas comprovou ter estilo para criar situações perigosas para os oponentes, consegue se safar de situações que outros não conseguiriam. É difícil interpretar o que ele vai fazer.”

O treinador se mostrou feliz com a exibição de estreia dos germânicos. “Foi um excelente primeiro jogo. Antes (da partida), dissemos que não tínhamos outra opção a não ser vencer. O time esteve ao nível das expectativas. No primeiro tempo fomos dominantes no meio de campo e conseguimos controlar os principais oponentes, como o Cristiano Ronaldo. Utilizamos nossas chances e marcamos os quatro gols em sete oportunidades que tivemos.”

Os alemães se mostraram bem adaptados ao clima da Bahia, onde estão há quase dez dias se preparando na Vila de Santo André, próxima a Porto Seguro. Isso foi perceptível tanto pelo primeiro tempo em grande velocidade, quando marcaram três gols, quanto na segunda etapa, momento em que puderam administrar a vantagem e, ainda assim, anotaram mais um tento.

“Acredito que foi a decisão correta, levando em consideração a região e o clima que poderíamos utilizar para nos acostumar. Os jogadores perceberam durante a partida que estavam sendo prejudicados, mas puderam se preparar e demos sorte quando optamos por nosso local de treinamento”, disse Low.

Atuação do árbitro tira portugueses do sério

Nem Pepe, tampouco o apagado Cristiano Ronaldo ou até mesmo o calor da Bahia. O grande culpado pelo amplo revés dos portugueses para os alemães foi o árbitro sérvio Milorad Mazic. Ao menos na opinião dos lusos, que reclamaram do pênalti marcado a favor dos germânicos, da expulsão de Pepe e da penalidade não assinalada a favor dos gajos sobre Éder, na segunda etapa.

“A expulsão me pareceu forçada e a jogada do pênalti também me pareceu simulada. Então, são dois momentos que nos prejudicaram nos primeiros 45 minutos”, disse o técnico Paulo Bento na coletiva de imprensa.

O sentimento de tristeza era evidente na expressão de cada jogador na zona mista. “Estamos muito tristes porque as coisas não saíram como planejamos e os erros do árbitro complicaram nossa estratégia e o resultado. Só temos de levantar a cabeça”, afirmou o atacante Éder.

“Sabemos do jogo que fizemos, mas precisamos crer que é possível vencer já no próximo jogo, mantendo a chama acesa”, disse o zagueiro Ricardo Costa.

“A tristeza é enorme. Posso dizer que é um dos dias mais tristes da minha carreira. Queríamos dar alegria a todos os portugueses, entrar com o pé direito, mas saiu tudo errado. O Hugo (Almeida) e eu saímos lesionados, o Pepe foi expulso, levamos 4 a 0. É um dia de muita tristeza. Mas foi apenas um jogo”, finalizou o lateral Fabio Coentrão, que deixou o campo machucado e virou dúvida para enfrentar os Estados Unidos.

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