Fechar
Publicidade

Sexta-Feira, 21 de Fevereiro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Setecidades

setecidades@dgabc.com.br | 4435-8319

Federais se unem para
reabrir a negociação

Proifes, representante de sete instituições de ensino, foi a
única entidade a aceitar proposta apresentada pelo governo


Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

07/08/2012 | 07:00


Depois de a maioria dos docentes das 57 universidades federais, em greve há 81 dias, rejeitar a segunda proposta apresentada pelo governo na semana passada, as instituições se unem em nova fase da paralisação. O foco agora é realizar assembleias para votar a continuidade ou não do movimento, além da elaboração de contraproposta para reivindicar a retomada das negociações com o Ministério do Planejamento.

Na reunião entre os sindicatos que representam as universidades federais e seus trabalhadores, na semana passada, o Proifes (Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior) - representante de sete instituições de ensino - foi o único órgão a aceitar a proposta apresentada pelos ministérios da Educação e do Planejamento, com oferta de aumento entre 25% e 40% até 2015 e plano de carreira com 13 níveis.

A atitude escancarou racha entre os sindicatos, tendo em vista que o Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), que representa 51 das 59 universidades federais, e o Sinasefe (Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica), representante de professores e funcionários dos institutos federais, foram contrários a negociação.

Mesmo após o Ministério da Educação ter informado, na sexta-feira, que a negociação foi encerrada e que enviará projeto de lei ao Congresso tendo como base a última proposta, Andes e Sinasefe pedem para que o movimento seja intensificado agora.

A Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) votou, em assembleia realizada ontem no Campus São Paulo, pela manutenção da greve e pela elaboração de contraproposta para forçar o governo a reabrir as negociações. "Grupo de professores especialistas trabalhará numa contraproposta em forma de tabela tendo como base o portal da transparência", destaca a presidente da Adunifesp (Associação dos Docentes da Unifesp), Virgínia Junqueira.

A assembleia da UFABC (Universidade Federal do ABC) será realizada hoje, às 14h. "Já haviamos votado, na assembleia passada, indicação de contraproposta, então acredito que vamos detalhar esses itens", observa o presidente da Adufabc (Associação dos Docentes da UFABC), Armando Caputi.

A principal reivindicação dos educadores federais é pela reestruturação do plano de carreira docente.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Federais se unem para
reabrir a negociação

Proifes, representante de sete instituições de ensino, foi a
única entidade a aceitar proposta apresentada pelo governo

Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

07/08/2012 | 07:00


Depois de a maioria dos docentes das 57 universidades federais, em greve há 81 dias, rejeitar a segunda proposta apresentada pelo governo na semana passada, as instituições se unem em nova fase da paralisação. O foco agora é realizar assembleias para votar a continuidade ou não do movimento, além da elaboração de contraproposta para reivindicar a retomada das negociações com o Ministério do Planejamento.

Na reunião entre os sindicatos que representam as universidades federais e seus trabalhadores, na semana passada, o Proifes (Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior) - representante de sete instituições de ensino - foi o único órgão a aceitar a proposta apresentada pelos ministérios da Educação e do Planejamento, com oferta de aumento entre 25% e 40% até 2015 e plano de carreira com 13 níveis.

A atitude escancarou racha entre os sindicatos, tendo em vista que o Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), que representa 51 das 59 universidades federais, e o Sinasefe (Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica), representante de professores e funcionários dos institutos federais, foram contrários a negociação.

Mesmo após o Ministério da Educação ter informado, na sexta-feira, que a negociação foi encerrada e que enviará projeto de lei ao Congresso tendo como base a última proposta, Andes e Sinasefe pedem para que o movimento seja intensificado agora.

A Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) votou, em assembleia realizada ontem no Campus São Paulo, pela manutenção da greve e pela elaboração de contraproposta para forçar o governo a reabrir as negociações. "Grupo de professores especialistas trabalhará numa contraproposta em forma de tabela tendo como base o portal da transparência", destaca a presidente da Adunifesp (Associação dos Docentes da Unifesp), Virgínia Junqueira.

A assembleia da UFABC (Universidade Federal do ABC) será realizada hoje, às 14h. "Já haviamos votado, na assembleia passada, indicação de contraproposta, então acredito que vamos detalhar esses itens", observa o presidente da Adufabc (Associação dos Docentes da UFABC), Armando Caputi.

A principal reivindicação dos educadores federais é pela reestruturação do plano de carreira docente.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;