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Bailarina andreense Mariana Carossa conquista
oportunidade na São Paulo Companhia de Dança


Vinícius Castelli

05/02/2014 | 07:00


Após tanto se dedicar aos passos do balé, a bailarina andreense Mariana Carossa segue colhendo frutos de sua caminhada. Ela já foi a Berlim para dançar no festival Tanzolymp. Ano passado, viajou à Rússia para participar do Moscow Ballet Competition. Agora ela arrumou mais motivos para comemorar.

Figura que ocupava a sala de aula da escola Corpore Sano, em Santo André, Mariana, 19 anos, é a mais nova integrante da São Paulo Companhia de Dança. A bailarina conquistou a vaga em sua terceira tentativa. Agora é para ficar. Cerca de 50 candidatas participaram da audição. Com direção de Inês Bogéa, doutora em artes, bailarina, documentarista e escritora, a companhia foi criada em 2008 pelo governo do Estado de São Paulo.

 “Desde setembro eu estava numa maratona bem forte de ensaios para a temporada do balé O Quebra-Nozes, da Cisne Negro Cia de Dança, que ficou em cartaz no Teatro Alfa em dezembro. Isso me ajudou bastante para acompanhar o ritmo e ter fôlego para a audição da São Paulo Companhia de Dança. Ter participado das duas audições anteriores também me ajudou muito, pois cada uma delas me mostrou quais eram meus pontos fracos e o que eu precisava amadurecer para ser melhor da próxima vez”, diz Mariana.

A bailarina conta que as audições são como uma prova, mas por se tratar de uma arte que lida com corpo, movimento e uma técnica específica, “elas têm um ritmo e um tipo de avaliação próprios que nós bailarinos conhecemos bem.”

As participantes fizeram uma aula de balé clássico, depois tiveram de aprender trechos de balés que fazem parte do repertório da Cia, “tanto clássicos quanto contemporâneos, tudo isso sendo acompanhado por uma banca avaliadora, composta pela diretora Inês Bogéa, pelos professores, ensaiadores e pela coordenação da cia”, diz.

Mariana conta que em grande parte de sua vida os estudos foram focados para o balé clássico, mas a versatilidade e o gosto por movimento e mudança são pontos cruciais para a carreira de um bailarino. “Acredito que nesse aspecto posso crescer muito a partir de agora, a Cia oferece uma estrutura ótima de trabalho, com professores e coreógrafos excelentes, de dentro e fora do Brasil, que nos permitem trabalhar com diversas técnicas e construir nosso estilo de dança. Espero que muito trabalho e muitos desafios venham pela frente.” 



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Bailarina andreense Mariana Carossa conquista
oportunidade na São Paulo Companhia de Dança

Vinícius Castelli

05/02/2014 | 07:00


Após tanto se dedicar aos passos do balé, a bailarina andreense Mariana Carossa segue colhendo frutos de sua caminhada. Ela já foi a Berlim para dançar no festival Tanzolymp. Ano passado, viajou à Rússia para participar do Moscow Ballet Competition. Agora ela arrumou mais motivos para comemorar.

Figura que ocupava a sala de aula da escola Corpore Sano, em Santo André, Mariana, 19 anos, é a mais nova integrante da São Paulo Companhia de Dança. A bailarina conquistou a vaga em sua terceira tentativa. Agora é para ficar. Cerca de 50 candidatas participaram da audição. Com direção de Inês Bogéa, doutora em artes, bailarina, documentarista e escritora, a companhia foi criada em 2008 pelo governo do Estado de São Paulo.

 “Desde setembro eu estava numa maratona bem forte de ensaios para a temporada do balé O Quebra-Nozes, da Cisne Negro Cia de Dança, que ficou em cartaz no Teatro Alfa em dezembro. Isso me ajudou bastante para acompanhar o ritmo e ter fôlego para a audição da São Paulo Companhia de Dança. Ter participado das duas audições anteriores também me ajudou muito, pois cada uma delas me mostrou quais eram meus pontos fracos e o que eu precisava amadurecer para ser melhor da próxima vez”, diz Mariana.

A bailarina conta que as audições são como uma prova, mas por se tratar de uma arte que lida com corpo, movimento e uma técnica específica, “elas têm um ritmo e um tipo de avaliação próprios que nós bailarinos conhecemos bem.”

As participantes fizeram uma aula de balé clássico, depois tiveram de aprender trechos de balés que fazem parte do repertório da Cia, “tanto clássicos quanto contemporâneos, tudo isso sendo acompanhado por uma banca avaliadora, composta pela diretora Inês Bogéa, pelos professores, ensaiadores e pela coordenação da cia”, diz.

Mariana conta que em grande parte de sua vida os estudos foram focados para o balé clássico, mas a versatilidade e o gosto por movimento e mudança são pontos cruciais para a carreira de um bailarino. “Acredito que nesse aspecto posso crescer muito a partir de agora, a Cia oferece uma estrutura ótima de trabalho, com professores e coreógrafos excelentes, de dentro e fora do Brasil, que nos permitem trabalhar com diversas técnicas e construir nosso estilo de dança. Espero que muito trabalho e muitos desafios venham pela frente.” 

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