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Rodoviária de Ribeirão é tomada por buracos

Desníveis causam transtorno para pedestres e motoristas


Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

19/07/2012 | 07:00


Inaugurado há três anos, o Terminal Rodoviário de Ribeirão Pires já está com o piso degradado. Aqueles que são obrigados a circular pelo espaço, caso dos motoristas de ônibus das linhas municipais e intermunicipais, pedestres e funcionários do local, tiveram de aprender a conviver e desviar dos buracos.

Os desníveis no paralelepípedo hexagonal podem ser observados na entrada e saída do espaço público. Motoristas reduzem a velocidade para passar pelas depressões, no entanto, às vezes ocorrem colisões entre a frente ou o para-lamas dos veículos com o chão.

O condutor da linha municipal que atende a Vila Aurora, Natalino Pereira, 50 anos, comenta que os desníveis no solo começaram a aparecer há cerca de três meses. "Está cada dia pior. A gente tem que ter muito cuidado para que o carro não quebre", destaca. Entre os principais problemas mecânicos, destaque para molas, amortecedores e para-lamas quebrados, segundo os motoristas ouvidos pela equipe do Diário.

Dentro dos ônibus, os passageiros sofrem na tentativa de ficarem seguros para que o desequilíbrio não resulte em queda. No caso da dona de casa Conceição Aparecida da Costa, 63, a falta de atenção enquanto procurava lugar para sentar-se dentro do coletivo causou tombo. "Já cansei de contar quantas vezes caí dentro do ônibus na saída do terminal. Inclusive já machuquei meu tornozelo", revela a moradora do Jardim Luz.

Outro problema é a quantidade de buracos presentes na faixa da Rua do Comércio, próximo à entrada de pedestres do Terminal Rodoviário de Ribeirão Pires. Por ali, pedestres tropeçam e até caem, após terem o pé enroscado nos paralelepípedos soltos e desníveis formados.

O educador aposentado Demóstenes Gil, 101 anos, destaca que já caiu inúmeras vezes enquanto atravessava a rua em direção ao terminal. Apesar de caminhar devagar e com auxílio de bengala, os tombos são constantes. No braço esquerdo, o punho enfaixado é a prova das quedas. "Os buracos são alguns dos defeitos da cidade", comenta.

REPARO

A Prefeitura de Ribeirão Pires informou que a Secretaria de Transporte e Trânsito efetuou, recentemente, vistoria na rodoviária e que, de acordo com a programação de serviços da Secretaria de Obras, o reparo terá início nos próximos dias. Não foram informadas quais melhorias serão feitas e tampouco o investimento para a reforma.

O Terminal Rodoviário começou a operar em 1º de maio de 2009. Estima-se que pelo menos 50 mil pessoas circulem pelo local por dia. A estrutura tem 36 linhas municipais, intermunicipais e rodoviárias, das 4h à meia-noite e recebeu investimento de R$ 4,4 milhões, sendo R$ 3,1 milhões do Estado e R$ 1,3 milhões de contrapartida municipal.

Amanhã , o DGABC Repórter exibe matéria sobre os transtornos enfrentados por motoristas e pedestres da região com os buracos em diversas cidades. Confira no www.dgabc.com.br.



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Rodoviária de Ribeirão é tomada por buracos

Desníveis causam transtorno para pedestres e motoristas

Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

19/07/2012 | 07:00


Inaugurado há três anos, o Terminal Rodoviário de Ribeirão Pires já está com o piso degradado. Aqueles que são obrigados a circular pelo espaço, caso dos motoristas de ônibus das linhas municipais e intermunicipais, pedestres e funcionários do local, tiveram de aprender a conviver e desviar dos buracos.

Os desníveis no paralelepípedo hexagonal podem ser observados na entrada e saída do espaço público. Motoristas reduzem a velocidade para passar pelas depressões, no entanto, às vezes ocorrem colisões entre a frente ou o para-lamas dos veículos com o chão.

O condutor da linha municipal que atende a Vila Aurora, Natalino Pereira, 50 anos, comenta que os desníveis no solo começaram a aparecer há cerca de três meses. "Está cada dia pior. A gente tem que ter muito cuidado para que o carro não quebre", destaca. Entre os principais problemas mecânicos, destaque para molas, amortecedores e para-lamas quebrados, segundo os motoristas ouvidos pela equipe do Diário.

Dentro dos ônibus, os passageiros sofrem na tentativa de ficarem seguros para que o desequilíbrio não resulte em queda. No caso da dona de casa Conceição Aparecida da Costa, 63, a falta de atenção enquanto procurava lugar para sentar-se dentro do coletivo causou tombo. "Já cansei de contar quantas vezes caí dentro do ônibus na saída do terminal. Inclusive já machuquei meu tornozelo", revela a moradora do Jardim Luz.

Outro problema é a quantidade de buracos presentes na faixa da Rua do Comércio, próximo à entrada de pedestres do Terminal Rodoviário de Ribeirão Pires. Por ali, pedestres tropeçam e até caem, após terem o pé enroscado nos paralelepípedos soltos e desníveis formados.

O educador aposentado Demóstenes Gil, 101 anos, destaca que já caiu inúmeras vezes enquanto atravessava a rua em direção ao terminal. Apesar de caminhar devagar e com auxílio de bengala, os tombos são constantes. No braço esquerdo, o punho enfaixado é a prova das quedas. "Os buracos são alguns dos defeitos da cidade", comenta.

REPARO

A Prefeitura de Ribeirão Pires informou que a Secretaria de Transporte e Trânsito efetuou, recentemente, vistoria na rodoviária e que, de acordo com a programação de serviços da Secretaria de Obras, o reparo terá início nos próximos dias. Não foram informadas quais melhorias serão feitas e tampouco o investimento para a reforma.

O Terminal Rodoviário começou a operar em 1º de maio de 2009. Estima-se que pelo menos 50 mil pessoas circulem pelo local por dia. A estrutura tem 36 linhas municipais, intermunicipais e rodoviárias, das 4h à meia-noite e recebeu investimento de R$ 4,4 milhões, sendo R$ 3,1 milhões do Estado e R$ 1,3 milhões de contrapartida municipal.

Amanhã , o DGABC Repórter exibe matéria sobre os transtornos enfrentados por motoristas e pedestres da região com os buracos em diversas cidades. Confira no www.dgabc.com.br.

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