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Força Sindical condena agressao a Covas


Do Diário do Grande ABC

02/06/2000 | 12:17


Em nota divulgada nesta sexta-feira, o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, condena a agressao sofrida nesta quinta-feira pelo governador de Sao Paulo, Mário Covas na Praça da República, embora reconheça como justa a luta pela recomposiçao salarial dos servidores públicos e dos professores.

A nota condena o uso de violência e afirma que, "pelo seu passado de luta pela democracia e pela justiça, o governador Mário Covas nao podia ser tratado da forma como foi", sustentando, ainda, que aqueles que o agrediram "representam o lado mais sombrio do autoritarismo e da violência".

Veja a íntegra da nota da Força sindical: "A necessidade da recomposiçao salarial dos servidores públicos e a vigência de um regime democrático duramente reconquistado nao justificam os atos de selvageria de que foi vítima o governador Mário Covas. Esse tipo de açao isola os manifestantes do conjunto da sociedade e prejudica a luta dos professores, cujas reivindicaçoes sao justas.

A Força Sindical - que exige há anos a reforma do Estado condiçao para a retomada do desenvolvimento, a recomposiçao dos salários e justa distribuiçao de renda - considera que a luta sindical e as manifestaçoes críticas aos possíveis erros e falhas dos governantes pode e deve ser exercida nos limites da civilidade. Democracia nao é baderna. Oposiçao se faz com elegância e cavalheirismo, nao com violência. Liberdade se exerce com respeito às leis de convivência entre adversários. Todo governante eleito - mesmo aquele do qual discordamos - merece respeito, até na crítica mais dura e veemente.

Pelo seu passado de luta pela democracia e pela justiça, o governador Mário Covas nao podia ser tratado da forma como foi. Aqueles que o agrediram representam o lado mais sombrio do autoritarismo e da violência que, em passado recente, sacrificou a liberdade, conteve a democracia, matou pessoas e destruiu lares em nosso país."



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Força Sindical condena agressao a Covas

Do Diário do Grande ABC

02/06/2000 | 12:17


Em nota divulgada nesta sexta-feira, o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, condena a agressao sofrida nesta quinta-feira pelo governador de Sao Paulo, Mário Covas na Praça da República, embora reconheça como justa a luta pela recomposiçao salarial dos servidores públicos e dos professores.

A nota condena o uso de violência e afirma que, "pelo seu passado de luta pela democracia e pela justiça, o governador Mário Covas nao podia ser tratado da forma como foi", sustentando, ainda, que aqueles que o agrediram "representam o lado mais sombrio do autoritarismo e da violência".

Veja a íntegra da nota da Força sindical: "A necessidade da recomposiçao salarial dos servidores públicos e a vigência de um regime democrático duramente reconquistado nao justificam os atos de selvageria de que foi vítima o governador Mário Covas. Esse tipo de açao isola os manifestantes do conjunto da sociedade e prejudica a luta dos professores, cujas reivindicaçoes sao justas.

A Força Sindical - que exige há anos a reforma do Estado condiçao para a retomada do desenvolvimento, a recomposiçao dos salários e justa distribuiçao de renda - considera que a luta sindical e as manifestaçoes críticas aos possíveis erros e falhas dos governantes pode e deve ser exercida nos limites da civilidade. Democracia nao é baderna. Oposiçao se faz com elegância e cavalheirismo, nao com violência. Liberdade se exerce com respeito às leis de convivência entre adversários. Todo governante eleito - mesmo aquele do qual discordamos - merece respeito, até na crítica mais dura e veemente.

Pelo seu passado de luta pela democracia e pela justiça, o governador Mário Covas nao podia ser tratado da forma como foi. Aqueles que o agrediram representam o lado mais sombrio do autoritarismo e da violência que, em passado recente, sacrificou a liberdade, conteve a democracia, matou pessoas e destruiu lares em nosso país."

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