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Produção industrial brasileira cai 1,2% em fevereiro


Do Diário OnLine
Com Agências

06/04/2005 | 09:49


A produção industrial brasileira apresentou queda de 1,2% em fevereiro na comparação com o mês anterior, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em relação a fevereiro de 2004, o crescimento da produção foi de 4,4%.

O acumulado da produção industrial do primeiro bimestre registrou alta de 5,2% e o indicador para os últimos 12 meses ficou em 8,6%, semelhante ao resultado de janeiro deste ano (8,5%).

A queda de 1,2% da produção entre janeiro e fevereiro atingiu dez das 23 atividades pesquisadas, que têm séries sazonalmente ajustadas, e três das quatro categorias de uso. Houve quedas expressivas na produção da indústria farmacêutica (-15,6%); alimentos (-2,2%); refino de petróleo e produção de álcool (-3,1%); e bebidas (-5,6%).

Entre as atividades que tiveram maior desempenho nesse indicador destacam-se produtos de metal (4,5%); metalurgia básica (2,5%); perfumaria, sabões e produtos de limpeza (6,2%); e borracha e plástico (1,6%).

Atingindo nível recorde de produção, o segmento de bens de consumo duráveis alcançou a taxa mais elevada entre as categorias (11,8%). Esse índice foi registrado após queda de 5,1% verificada em janeiro.

A produção de bens intermediários foi 1,2% menor que a de janeiro, mês em que já havia recuado 1,4%. O setor de bens de capital assinalou queda de 3,1% na passagem de janeiro para fevereiro. O segmento de bens de consumo semiduráveis e não duráveis, após três meses com taxas positivas, registrou queda de 4,3% em fevereiro.

Automóveis- Os destaques no primeiro bimestre de 2005 foram o crescimento da produção de veículos automotores (14,7%), edição e impressão (18,9%) e de material eletrônico e equipamentos de comunicações (19,2%). O desempenho do setor de refino de petróleo e produção de álcool (-3,5%) foi o que trouxe o maior impacto negativo.

Neste primeiro bimestre, a produção de bens de consumo duráveis avançou 12,6%.



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Produção industrial brasileira cai 1,2% em fevereiro

Do Diário OnLine
Com Agências

06/04/2005 | 09:49


A produção industrial brasileira apresentou queda de 1,2% em fevereiro na comparação com o mês anterior, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em relação a fevereiro de 2004, o crescimento da produção foi de 4,4%.

O acumulado da produção industrial do primeiro bimestre registrou alta de 5,2% e o indicador para os últimos 12 meses ficou em 8,6%, semelhante ao resultado de janeiro deste ano (8,5%).

A queda de 1,2% da produção entre janeiro e fevereiro atingiu dez das 23 atividades pesquisadas, que têm séries sazonalmente ajustadas, e três das quatro categorias de uso. Houve quedas expressivas na produção da indústria farmacêutica (-15,6%); alimentos (-2,2%); refino de petróleo e produção de álcool (-3,1%); e bebidas (-5,6%).

Entre as atividades que tiveram maior desempenho nesse indicador destacam-se produtos de metal (4,5%); metalurgia básica (2,5%); perfumaria, sabões e produtos de limpeza (6,2%); e borracha e plástico (1,6%).

Atingindo nível recorde de produção, o segmento de bens de consumo duráveis alcançou a taxa mais elevada entre as categorias (11,8%). Esse índice foi registrado após queda de 5,1% verificada em janeiro.

A produção de bens intermediários foi 1,2% menor que a de janeiro, mês em que já havia recuado 1,4%. O setor de bens de capital assinalou queda de 3,1% na passagem de janeiro para fevereiro. O segmento de bens de consumo semiduráveis e não duráveis, após três meses com taxas positivas, registrou queda de 4,3% em fevereiro.

Automóveis- Os destaques no primeiro bimestre de 2005 foram o crescimento da produção de veículos automotores (14,7%), edição e impressão (18,9%) e de material eletrônico e equipamentos de comunicações (19,2%). O desempenho do setor de refino de petróleo e produção de álcool (-3,5%) foi o que trouxe o maior impacto negativo.

Neste primeiro bimestre, a produção de bens de consumo duráveis avançou 12,6%.

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